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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

10/02

Sentindo tal anseio e nada veio
Semente esparramada em aridez
O quanto na verdade se desfez
Expressa o que pudesse e sigo alheio.

O manto se rasgando e quando eu creio
Na luta que se mostra estupidez
A vida se reflete; insensatez,
Gerando o quanto pude e devaneio.

Nadando contra a força das marés
Olhando a própria vida de viés
Resumos dos enganos costumeiros,

Ainda que se veja qualquer sorte,
O tanto quanto busco não suporte
Matando quaisquer flores nos canteiros.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

9/2

Jamais imaginei esta incerteza
Que agora ronda a casa e nos traz
A sorte tantas vezes mais mordaz
E deixa para trás a velha presa

O canto se deslinda e em correnteza
A parte que me cabe não se faz
E o tempo mesmo sendo tão fugaz
Expressa o que pudera em vã surpresa.

Negando cada passo sigo ao fundo
E neste desenhar um vagabundo
Anseio traduzindo esta verdade,

Cadenciando o engodo nada vejo,
Somente a sensação de vão desejo
Que tanto quanto fere desagrade.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Não quero o que talvez já te pareça
A sorte mais diversa quando trame
A luta num expresso e vão ditame
Que nada na verdade não se esqueça

Resumo do que passa na cabeça
De quem pudera ver e sempre exclame
O verso sem sentido num enxame
Aonde esta verdade não se teça.

Perpetuando apenas sofrimento
Do sonho que deveras me alimento,
Encontro a solidão e nada mais,

Os tempos são bem outros, disto eu sei
E mergulhando em volta desta grei
Os dias se aproximam mais venais.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

7/2

Crivando o que pudesse ser diverso
Do todo quando nada mais se vê
O mundo continua sem por que
E sendo solitário aquém já verso.

O tanto que pudera e desconverso
A sorte na verdade não mais crê
No fato inusitado e nada lê
Senão cada momento em tom disperso.

Meu canto sem sentido e sem futuro
O passo noutro instante já procuro
E vibro em consonância desde então

A morte nos ligando não presume
Sequer o quanto possa em raro ardume
Cardume de sublime dimensão.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

6/2

Trazendo em perfeição um lenitivo
Que possa noutro instante modular
O verso quando busco algum lugar
E mesmo no vazio ora me privo,

Do tempo mais atroz e sei que vivo
Vestindo a minha força a divagar
Morrendo noutro instante no além mar
Já não concebo mais o canto altivo

E verso sobre a morte impertinente
E quando na verdade o que se sente
Espalha em tantos mares o vazio,

E quanto mais ondula esta esperança
A vida sem certeza nada alcança
E o verso traduzindo o que recrio.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

5/2

Manhã que se aproxima e claramente
Traduz o quanto pude e não veria
A sorte se transforma e da agonia
A vida não permite o quanto sente

A morte tantas vezes se apresente
Vestindo a mais completa fantasia
E nisto todo o bem que se teria
Rondando sem defesas minha mente.

O prazo determina o fim de tudo
E quando sem defesas eu me iludo
Resumo meu anseio neste nada,

A porta há tanto tempo sem saída
A morte que já vem e não duvida
Da luta noutra face desenhada.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

4/2

Amor se torna audaz e convulsivo,
E sei que na verdade isto me ilude
O tempo mata a antiga juventude
E sei que apenas tento e sobrevivo,

O mundo que pudera compreensivo
Agora noutro passo se transmude
E gera sem saber tal magnitude
E nisto dos meus sonhos já me privo.

Arrendando o cenário em turbulência
A luta se transforma em penitência
E bebo cada gole de um passado,

Há tanto noutro sonho desvendado
E nisto arremetendo-me ao que um dia
O canto noutro tom ecoaria.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

3/2

Vestido de desejos em lascívia
O quanto procurei e não vieste
O sonho que pudera ser celeste
Deixando a minha face agora nívea

Procuro qualquer tom que me assegure
E sei do muito pouco quando vejo
O tempo noutro instante e num desejo
Não possa traduzir o quanto dure

O verso sem sentido e sem proveito
A luta embaraçosa e mais audaz
O vento quando tanto satisfaz
Presume o que pudera e não aceito,

Esbarro nos enganos mais cruéis
E vago entre diversos carrosséis.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

2/2

Deixando um rastro pleno em liberdade
Seguindo cada estrela que nos traz
A sorte que pudera mais audaz
E o peso quando tudo se degrade,

Resumo todo verso na ansiedade
E se isto me permite ser capaz
O tanto se desenha ora fugaz
Vagando pelas ruas da cidade.

Meu tempo se esgotara há tantos anos
E sei dos meus caminhos soberanos
Envoltos nesta bruma que não deixa

Sequer qualquer anseio e vejo apenas
O quanto na verdade me condenas
E tramas o que possa em rude queixa.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

01/02


A vida nos teus braços calma passa
E gera esta esperança aonde um dia
Vivesse com ternura a fantasia
Que a sorte noutro instante sempre traça,

Vagando sem destino em plena praça
A luta na verdade não se adia,
Marcante sorte dita em harmonia
A verdadeira face mesmo escassa.

Não tento outro caminho e se for este
O quanto a cada dia concebeste
Já não resistiria ao quanto valho,

Meu mundo sendo assim diverso e falho,
Apresentando os erros costumeiros
Expressa meus cenários sem luzeiros.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

31/12


Delicadeza extrema em liberdade.
Pousando num caminho mais sutil,
O verso que em verdade se previu
Transfere o quanto pode ou desagrade,

O verso se tornando realidade
O manto aonde o todo não se viu
O marco com certeza nada ouviu
Senão a mais diversa ansiedade.

Ocaso da esperança o medo trama
Apenas o que pode cada chama
Deixando para trás o que mais quero,

Meu verso se perdendo sem valia
A luta mata o pouco que haveria
Num ato mais sublime e até sincero.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

30/01

Amor que em pura essência traz a graça
E nada mais tentara quando a vida
Repara com ternura esta ferida
E toda esta beleza também passa.

Não quero acreditar quando esfumaça
A sorte sem saber, desprevenida
A porta reproduz o que divida
A luta sem sentido ou mais devassa.

Não tendo outro caminho senão esse
O mundo com certeza já tecesse
A sorte que redima cada engano

Atormentado passo rumo ao não
O amor expressa a vida além do vão
E neste caminhar ora me dano.

domingo, 29 de janeiro de 2012

29/01


Permite a claridade magistral
A senda mais audaz e procurada
Ousando acreditar na velha estrada
E nela novo tom consensual.

Enquanto se procura bem ou mal
A luta no vazio desenhada
Palavra mansamente encaminhada
Vagando no infinito em belo astral.

Sedenta sensação de ser feliz
E nada mais deveras contradiz
O passo que tentara noutro fato.

Mergulho no vazio deste sonho
E tanto quanto quero mais componho
Caminho que sem medo ora constato.

sábado, 28 de janeiro de 2012

O quanto os sentimentos dizem tudo
E marcam com ternura o privilégio
De um dia mais suave, o sortilégio
Expressa a solidão e desiludo,

O velho sentimento onde amiúdo
O passo sem saber do quanto é régio
Transcorre sem sentir nada e protege-o
Apenas o vazio onde me escudo.

Reparo cada traço e nada vindo
O sonho que buscasse outrora infindo
Navega sobre os mares mais distantes

Só sei que não sabendo do que fomos
A vida se espalhando em rudes gomos,
Não traz sequer meus sonhos por instantes.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

7/01


Dos céus se espalham raios em cristal,
E o tempo desarvora e nos transforma
No quanto a própria vida em tal reforma
Tramasse novo tempo, desigual,

Meu verso se desenha bem ou mal,
E o tanto quanto quero nada informa
Somente da semente a viva forma
Que trame novo dia em ritual.

Apenas não teria qualquer chance
E sei quando em vazios já se lance
O passo mais atroz e não contido,

O braço sem a força que pudera
Talvez sempre estancar a dura fera
Num tempo noutro tanto repartido.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

26/01



Enquanto os corações tentam felizes
Momentos entre dores e tormentos
Os olhos que pudessem mais atentos
Traduzem o que tanto ora desdizes.

Apenas coletando cicatrizes
Expresso a solidão em ledos ventos
E bebo os mais diversos sentimentos
Enquanto cortas sempre nas raízes.

Os tempos que inda fossem mais constantes
Os ermos quando muito não garantes
Adentram o vazio de minha alma.

Não tente acreditar em qualquer erro
E saiba da verdade onde o desterro
Somente geraria um tosco trauma.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

25/01


Diáfanas imagens do passado
Envoltas neste véu, ansiedade
E o quanto a cada instante se degrade
Traduz cada momento onde me evado,

E bebo a sordidez se de bom grado
O canto não tentasse a claridade
E bebo toda angústia e na verdade
O tempo não traria o desagrado,

Somente o que pudera e não viesse
A vida se transcende e sem benesse
O fim se aproximara, mas eu creio

Que tanto quanto pude nada vindo,
Apenas um cenário quase infindo,
Marcando o dia a dia em tal receio.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

24/1



Cantando os mais sutis, suaves sonhos
Os dias não seriam de tal forma
No quanto a fantasia nos deforma
E gera tais momentos enfadonhos,

Restando tão somente estes tristonhos
Anseios que pudessem noutra norma
Enquanto a solidão já me transforma
Bebendo destes erros tão medonhos.

Não pude desvendar cada mistério
E a vida prosseguindo sem critério
Espera tão somente o quanto vinha

Nos ermos de uma vida em tom venal,
O canto se pudesse ser tal qual
A luta que desenhas tola e minha.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

23/01

Podendo finalmente desfrutar
Dos meus momentos duros ou atrozes
E sei do quanto possa além das fozes
Dos rios procurando farto mar,

Meu canto se perdendo devagar
A luta não soubera em tons ferozes
Os ritos na verdade meus algozes,
O tempo se presume a nos buscar.

E vejo após o pouco esta ilusão
Vivendo o quanto pude e desde então
Restando muito aquém do que pudera,

A vida não permite novo sonho
E quando no final me decomponho
A luta se desenha mais austera.

domingo, 22 de janeiro de 2012

22/01

Vivenciando os sonhos mais dispersos
O tempo não traria melhor sorte
E quanto mais a vida desconforte
Os olhos seguem rumos tão perversos.

Pudesse na pureza de tais versos
Vagar o quanto vivo e me comporte
Tramando com certeza o que ora aporte
Gerando sentimentos tão diversos.

Já não me caberia novo rumo
Tampouco o que decerto ora consumo
Num prumo muitas vezes delicado,

O vento se transforma em temporal
E amor que sempre fora atemporal
Agora noutro encanto em dor evado.