Pois tudo é ilusão - vã, passageira...
há tantas armadilhas numa estrada.
Quem dera se esta sorte feiticeira
mostrasse solução que nunca é dada.
A vida se mostrando tão ligeira
se perde em desatino na alvorada.
Quem sabe do valor da companheira
percebe que sem ela a vida é nada.
Não deixe que se perca, minha amiga,
o rumo que traçamos já faz tempo,
por mais que sempre surja um contratempo.
Pois quem, tão temerário, desabriga,
é como retratasse uma esperança
Qual brinquedo quebrado da criança.
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