sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Amiga

Minha amiga, vida e mar, amar a vida em ti é tudo. Mudo e contrafeito, feito de cada momento, novo tempo e pesadelo.
No novelo em que me envolvem teus lábios, olhares e alma. Calma e chama, chamando por ti.
Amiga, no amargo âmago de cada dia, num novo amor, acidez e luto.
No culto a tudo que invade e persevera, na vera mansidão onde houvera sido o precipício e o meu vazio cálice.
O ápice e a parcimônia, a embriaguez do nada, de nada, contudo...
Vindo o passo, contradança e pasmo, a esmo.
Meu amor esbarra em teus pés, alados e cansados com os vôos incessantes. Mas claudicas, mendigo e me negas, refutas e maltratas.
Sem querer me matas a cada instante, onde não tenho-te e te teimo.
Onde queimo e me destruo, num uno que pretendo duo.
No nada que queria tanto, num esmo que seria canto, meu solo que, em não, erosões transformas...
Na transparência que desfilas, na languidez que me definhas, nas artimanhas que não percebes e usas.
A blusa entreaberta, desperta, acende e pulveriza.
A brisa que emanas, a astúcia que não percebes, delícia e pelúcia.
Amiga, quisera amante; antes e ante tudo, vago por ondas que produzes com as luzes que emites e remetes, confetes e serpenteantes serpentinas do teu andar audacioso e delicado.
Meu fado, meu enfado e fardo. Meu amor risonho e sorrateiro, um último cigarro no cinzeiro, derradeiro e fátuo.
No umbral da janela, onde te vejo, distante e solitária, a esmo, olhares soltos e vadios; adivinho o vinho que não tomarei.
Olhares que não serão meus, ateus, teus olhos procuram por um deus...
Um deus que mal sabes e nem te concebe, que segue outra trilha, noutra ilha, noutro mar.
Amar, armas e almas conjugadas; no fim serão mais nada, ainda nadas em águas com algas que não as minhas...
As unhas arrancam e cravam, travam os meus segredos. Meus medos inundando toda mansidão.
Teu não é, enfim, minha queda. Ácida queda...
Que há de ti? Onde estarias se fosses minha. Minha amiga...
Perigo são teus lábios, ócios e ósculos, oráculos...
As máculas onde calculas minhas mágoas estariam, são as máscaras que uso, abuso e, confuso, o fuso perdi...
Paridas as lágrimas, últimas que derramo, te amo, amiga...
Perdoe a dor e a doença, a luz e a crença, não quero pena e recompensa, apenas que me entendas, estendas a mão e não canses...
Te amar é atar os nós, os pós escondidos nos calçados, após a jornada.
Agora, a hora é embora, partida.
Tida como vida, a lida não espera e grita.
Rito, rituais e tais atos. O contato satisfaz.
Ser feliz é por um triz.
Da vida, pedir bis.
Mas, bisonho, sonho, nada mais...

Jandira

A vida nunca mais seria a mesma!
Ele sabia bem disso e tentava, de qualquer jeito, recomeçar.
Um novo começo era muito difícil, mas se fazia urgente e inevitável.
Recebera um último aviso de seu avô, morto há quase vinte anos.
Era vital para todos, a sua mudança.
O avô era forte, impressionantemente forte e, por isso, respeitado.
Todas as entidades o tinham como um espírito de luz, um guerreiro.
Filho de Xangô, não admitia injustiças, nem perdoava-as.
Vander fora criado pelas tias, duas solteironas frágeis e magricelas, quase tísicas e pelo avô, forte e marcante.
Na mansão de Botafogo, na rua São Clemente, brincava entre as árvores do pomar.
A velha mangueira e a jabuticabeira eram as prediletas. Doces frutos e sabor de infância.
Mas, com a morte de seu avô, a situação econômica da família foi por água abaixo.
Da mãe, somente as notícias, vagas lembranças de um contato no final da tarde de um sábado e a foto, bela foto de uma mulher com os olhos perdidos.
No Hospital, o nome dela estava arquivado para sempre: esquizofrenia.
De resto, a proximidade do verão trazia as moças bonitas e as suas saias... Adolescente tímido, sem amigos, ensimesmado. “Outro esquizofrênico”,pensavam as tias.
Mas não, era tímido, somente isso.
Daquela timidez voraz que impede o contato com estranhos e limita a monossilábicos diálogos com os mais próximos.
Timidez confundida com incapacidade, mas o tempo provaria o contrário.
Recebera de herança da mãe, um enorme desejo de liberdade, olhando para o céu, onde a imaginava, deu para caminhar a esmo pela praia.
A enseada de Botafogo, lá pelas cinco, seis horas da manhã, tinha um fiel companheiro.
As ondas quebrando nas pernas secas, magras, ossudas.
Morto o avô, nada restou de Botafogo, somente as lembranças.
Quintino, o trem, a estação...
A escola Quinze, onde outros meninos, abandonados e órfãos faziam companhia a Vander.
O temperamento mudava pouco a pouco.
Excelente aluno, começara a sobressair-se entre os outros. Isso gerava admiração e revolta.
Ambas eram motivos para aprender a se defender. Os pescoções e os tapas, os pontapés, a navalha percorrendo a carne, o colega morto.
A vida seguindo entre as grades e a necessidade. Fome e espancamento.
Dezoito anos, hora de sair.
Só, sem mais ninguém, resolveu conhecer a mãe e se reencontrar com o avô.
Paulo, colega de escola, irmão de Jandira, bela Jandira.
Com eles, passou a freqüentar um Centro Espírita em Cascadura.
O avô e a mãe, volta e meia apareciam, em meio a um turbilhão de espíritos de diversos matizes.
Mãe louca, mãe boa, mãe.
Agora o avô, não. Esse era altivo e rabugento.
Não gostara de saber que o rapaz estava envolvido em pequenos furtos, quando soube do assassinato de Paulo e o porquê, o velho resolveu intervir.
Bastava já de tantas e tantas besteiras. Precisava recomeçar a vida.
Recomeçar onde e como?
As tias estavam numa quase mendicância, parece que no interior de Minas, Minas não há mais e agora?
Agora restava Jandira, ignorante nas causas e no autor da morte do irmão.
Jandira, companheira, primeiras experiências, as dele, pois ela já se doutorara nas artes e desastres dos prazeres.
Noites quentes, calor embrasador e a boca de Jandira percorrendo todo o corpo, arrepios e prazer, muito prazer.
Pegar Jandira e partir para o mundo, mundo vasto, vasto mundo, Vander e Jandira, estrada comprida...
Cumprira a primeira etapa da viagem, chegou a Espera Feliz, cidade na Zona da Mata mineira.
Pequena e hospitaleira, Espera Feliz acolhera a ambos, sem mais delongas e perguntas.
Começara a trabalhar na colheita do café, ele e Jandira, ambos fortes e sem medo.
Entre os pés de café, a jararaca, o bote, a quase morte.
Soro salvador, quase mata: doença do soro.
Salvo pelo Dr. Ben Hur, médico afamado por aquelas bandas.
Jandira, agora com dois filhos, dois morenos chorões e catarrentos que traziam alegria e medo.
Medo do futuro, mas Deus é bom, dizia Jandira.
Os primeiros sintomas da doença apareceram em pouco tempo.
Cabeça doendo, corpo doente. Intoxicação por agrotóxico.
A vida não poderia ser mais cruel.
Maldita a hora em que Jandira fora pedir a um pai de santo local a ajuda para curar a doença do companheiro.
Paulo, com todas as palavras, dizia através do cavalo onde se incorporara.
-Assassino!
Quem?
-Vander, assassino!
Como?
A perplexidade tomou conta de todos os que estavam no Centro, todos, menos Jandira.
A cura fora completa, o avô interviera com Xangô e tudo parecia estar bem.
A machadada foi perfeita.
Nem o milagroso Dr. Ben-Hur conseguiu dar jeito...

VERMELHO, CONJUGO AMAR

VERMELHO, CONJUGO AMAR

No vermelho dos meus olhos
A luta por liberdade
No trânsito da cidade
No tropeço nestes óleos
Que simulam solidão.
Na solidez do desejo
No navegar da paixão
Procurando pelo beijo,
Desse teu vermelho lábio
Que, carnudo, encarna o sábio
Amor, sem conter limites,
Ao sabor dos teus convites;
Da solidão, inimigo,
Vivendo sempre contigo
Os sonhos de um amanhã,
No vermelhar da manhã
Desse sol que me engrandece,
Nascendo, a todos aquece.
Me faz retornar à prece
Em que agradeço ao Senhor
A vida que me concede
Pelo sol e seu calor.
No vermelho do meu sangue
Que traduz toda esperança,
No mar, no rio ou no mangue
Nos brinquedos de criança,
Este sangue que trafega
Dando vida a quem mais ama,
Pela mão pega e carrega
Vai acendendo essa chama.
Chama vermelha da vida
Que arde no fogo, feroz.
Trazendo sem despedida,
O brilho que, nunca atroz,
Reflete a luta bendita
Contra toda essa desdita
Que possa nos maltratar.
Sabendo, bem mais, amar;
Confortando o sofrimento,
Chama de amor e lamento
Vermelha como paixão.
Trazendo pro coração,
O retorno da beleza,
O término da tristeza,
Afagando , compaixão.
No Mar Vermelho da vida,
Atravessando, sem medo
Para trás, sem despedida
À frente, grande segredo,
Um novo canto de fé,
Onde, e por que Deus quiser
Possa –se recomeçar
Um novo tempo de glória
Um novo marco na história
Um novo canto ao luar.
No vermelhar dessa areia,
Onde encontrei a Sereia
Com seu canto a encantar
Trazendo ardente delírio
No vermelho deste lírio,
Cultivado com o sangrar,
Das lágrimas da morena
Que em meu canto, virou tema
Da forma sutil, serena.
Dos meus sonhos, meu lema
No meu barco, virou leme,
Pois ardor, não há que treme,
Sem o vermelho da louca,
Transtornando minha boca
Procurando tua boca,
No molho desse espaguete,
Vermelho, como o confete
Que encontrei na tua boca
Esquecido, e recordando
O tempo que foi passando.
À procura de teu mar.
Vermelho, conjugo amar!

DO MILAGRE DO MERCURIO CROMO

Uma das cenas que considero inesquecíveis na minha vida de socorrista deu-se no PS de Guaçui, no Espírito Santo.
Estávamos no começo de uma tarde quente de sexta feira quando a ambulância que faz os atendimentos de urgência e emergência dentro do município foi solicitada para atender a um chamado próximo a Rodoviária.
Ao retornar ao PS, trazia um cidadão totalmente embriagado, com escoriações na face.
Esse fato se deu no início dos anos 90, portanto o mercúrio cromo ainda era utilizado em alguns lugares e, no PS ainda o utilizávamos como auxiliar na assepsia de ferimentos.
A auxiliar de enfermagem, ao fazer a limpeza da ferida, foi surpreendida por uma cabeçada do doente.
O resultado desse incidente foi a abertura do frasco, desses grandes com mais ou menos meio litro de mercúrio que, ao ser destampado, deixou cair sobre o pobre bêbado a quase totalidade de seu conteúdo.
Deixamos o “avermelhado” bêbado em observação, mas, com o decorrer do dia, e a chegada de urgências mais óbvias, fomos obrigados a remover o paciente para casa.
Pois bem, ao retornar ao Pronto Socorro, o motorista Cleber nos contou da dificuldade de encontrar o local onde habitava nosso amigo.
A informação que colhera, ao trazer o doente, é que o mesmo residia em Celina, distrito do Município de Alegre, que se acha a dez quilômetros de distância de Guaçui.
Ao chegar a Celina, e tentar encontrar a casa do bêbado, Cleber me disse da dificuldade da procura, os habitantes do local se referiam ao fato de “não conhecerem esse cidadão, inclusive por nunca terem visto um homem tão vermelho assim, na vida”.
Quando já estava desistindo, Cleber ficou sabendo por meio de um vizinho do alcoólatra, que este morava numa trilha de terra perto do distrito.
Devido à dificuldade de tráfego naquela estrada vicinal, Cleber deixou-o no começo da trilha e retornou ao PS.
Tudo bem se a história terminasse aqui, mas não.
Passados um ou dois meses, eis que o cidadão passa em frente ao Pronto Socorro, mas extremamente modificado.
A roupa comum tinha dado lugar a um paletó e gravata. No lugar da garrafa de cachaça, o cidadão trazia uma Bíblia.
Ao ser indagado do porque daquela mudança tão brusca, Cleber obteve uma resposta insólita:
- O Senhor não sabe o que aconteceu comigo!
Eu estava bebendo com uns amigos aqui em Guaçui quando, de repente, o diabo me levou, deu uma volta comigo, me marcou para a morte me pintando todo de vermelho e me jogou na estradinha lá perto de casa.
Quando acordei, seu moço, eu jurei pra mim mesmo que eu ia me arrepender dos meus pecados, ia entrar numa Igreja e nunca mais ia beber na minha vida!

ZULMIRA

ZULMIRA

Em excelência vejo claramente
O quanto possa a vida sem temores
Seguindo cada passo aonde fores
E nisto tanto amor a vida sente,

E sigo cada passo que apresente
Vencendo os mais diversos dissabores
E neles outros tantos, mas as flores
Persistem no caminho em que frequente.

Zulmira em tanta e rara galhardia
Expressa o que deveras mais queria
Quem deste amor se fez em raro alento,

E bebo em sua boca esta bonança
Que ao todo sem temor algum me lança
E nisto o quanto possa e mesmo tento.

ZULMA

ZULMA

O sonho mais saudável dita o amor
Que possa nos trazer felicidade
E sei desta certeza que me invade
Deixando no passado algum rancor,

A sorte se moldando em esplendor
O tempo dita a imensa claridade
E Zulma traz no olhar saciedade
De quem se emoldurasse em rara flor,

As faces mais diversas da esperança
O quanto deste encanto nos alcança
Cenário mais sutil se expressaria,

No quanto a cada passo traz a luz
Que enquanto noutra senda me conduz
Transforma todo verso em fantasia.

ZULEICA

ZULEICA

A vida traz no olhar o quanto quero
Vivendo sem temer a sorte e a glória
Que possa me mostrar em clara história
Um mundo tantas vezes mais sincero,

E sei do quanto em luzes recupero
Após a rude queda em merencória
Visão que modifique esta vitória
Tornando o meu caminho atroz e fero,

Porém quando em Zuleica amor se dá
O tanto se imagina desde já
Numa expressão que possa nos trazer,

Em plena sensação o quanto mude
Meu mundo noutro encanto e em plenitude
O sonho dita além de algum prazer.

ZOZIMA

ZOZIMA

Em Zózima se vendo a vigorosa
Vontade que ninguém sufocaria
O tanto que pudesse a cada dia
Trazer neste cenário a rara rosa,

Vivendo em fonte imensa e fabulosa
O canto neste encanto me traria
A sorte que se faz em fantasia
Marcando esta mulher maravilhosa,

Expresso com meu verso esta certeza
Da mais sublime e rara fortaleza
Deixando para trás o sofrimento,

E o tanto que anuncia em verso e luz
Devera tantas vezes me conduz
Neste cenário em paz que eu alimento.

ZORAIDE

ZORAIDE

No quanto possa ser o amor loquaz
A vida se anuncia após o fato
Que tanto quanto teime ora constato
E nele o sonho pleno satisfaz,

Zoraide se anuncia em clara paz
E disto o quanto vejo ora retrato
E o meu caminho em luz ora resgato
E sei o que esta vida ora me traz,

Já não coubera a sorte de sentir
O tempo noutro rumo a se esvair
Vagando sem temer o quanto exista,

O amor se faz um pouco a cada dia
E nisto esta emoção que ora nos guia
Expressa muito além de uma conquista.

ZORA

ZORA

Em Zora esta certeza do que um dia
Marcasse cada passo rumo ao tanto
Que possa num momento onde garanto
Trazer o quanto quero e poderia,

O mundo que deveras moldaria
O verso aonde agora não me espanto
E bebo a imensidão do raro canto
Que possa traduzir em alegria,

Na plena madrugada a vida expressa
O que se resumisse na promessa
De um tempo mais suave e afortunado,

Nas teias deste amor que ora nos une,
A vida sem temor, à dor imune,
Expressa o quanto quero, enamorado.

ZINARA

ZINARA

Nesta misteriosa face eu creio
Nos sonhos mais audazes e serenos,
Os dias entre tantos claros, plenos,
E o tempo se moldando sem receio,

O verso mais sutil e mesmo alheio
Trazendo o quanto possa enquanto amenos
Cenários absorvendo os vãos venenos
Perfazem o que tento sem rodeio,

O mundo não traria melhor sorte
Senão a que deveras nos conforte
E trame a liberdade que em Zinara

Pudesse ser bem mais que mera luz
No quanto com firmeza reproduz
Trazendo esta expressão sobeja e clara.

ZILÁ

ZILÁ

Nas tramas mais diversas desta vida
Aonde possa haver novo momento
Enquanto a cada dia um passo eu tento
Deixando para trás a amarga lida,

A sorte de tal forma resumida,
O verso que se mostre em raro alento,
O mundo se marcando em sentimento
E nisto se presume outra saída,

Zilá trazendo agora o quanto pude
Trazer no meu olhar em plenitude
Sem medo do que venha a cada passo,

O mundo sem temor agora vejo
Nas tramas de um amor que, benfazejo,
Expressa o quanto possa e em paz eu traço.

ZILENA

ZILENA

Na plena e tão sobeja liberdade
O quanto se mostrara este cenário
O rumo tantas vezes solidário
Encontra em cada passo a claridade,

Do amor que com certeza nos invade
E marque o tempo intenso e necessário
Vagando sem temer o itinerário
Que possa garantir o quanto agrade,

Zilena trama em tanta luz divina
O quanto deste encanto nos fascina
Marcando com ternura o que virá,

E sei sem mais temer o quanto reste
Do amor que se moldara em tom celeste
Trazendo a cada instante este maná.

ZILDA

ZILDA

Nas tantas emoções que a vida traga
Nos ermos de minha alma sofredora,
A sorte se transforma enquanto fora
Além do que deveras mais divaga

A vida ora inundando inteira a plaga,
Expressa esta vontade redentora
E sei da minha luta sonhadora
E nela todo encanto ora me afaga,

Em Zilda esta vitória se anuncia
E tanto possa em luz e fantasia
No quanto ora viceja esta esperança

Meu verso se inundando nos teus laços
Os dias solitários, tão escassos
Enquanto novo mundo em paz se lança.

ZENÓBIA

ZENÓBIA

A dádiva divina deste amor
Que possa nos trazer felicidade
E quando noutro tom a claridade
Imensa se transcende em refletor

O sonho se mostrara num louvor
E o tempo noutro encanto agora invade
E assim por mais diverso o sonho brade
Gerando com certeza um raro andor,

Não quero e não teria melhor sorte
Senão a que deveras me conforte
Marcando o todo enquanto me conduz

Ao máximo dos sonhos, garantia
Do canto que deveras já nos guia
Ao todo que reflita a tua luz.

ZENITE

ZENITE

Aos deuses oferendas que pudesse
Trazer em privilégio o farto encanto
Do raro amor que agora em ti garanto
Qual fosse a maravilha feita em messe

O todo noutro tom jamais se esquece
E o rumo se aproxima e nega o pranto
Vivendo o quanto trago e não me espanto
Em Zenite se veja a luz que tece,

Amores entre glórias e tormentas
E neles tanto quanto me apascentas
Também ditas os dias mais sublimes,

O tanto que se encontra a cada passo
Expressa o quanto queira e assim eu traço
No amor que tantas vezes mais estimes.

ZENAIDE

ZENAIDE

Da divindade feita em raro amor
Vivendo esta esperança que nos guia
E nela toda a rara fantasia
No encanto a cada instante a se compor,

O verso se anuncia e como for
A sorte se transforma em alegria
E o tanto que se faça em sincronia
Expressa este cenário redentor

Zenaide com astúcia e mais sobeja
Vontade vence o quanto ora apavora
Deixando para trás o que de outrora

Marcasse o quanto na alma a luz poreja
Vivendo sem temor o quanto posso,
Do encanto feito amor eu já me aposso.

ZELINA

ZELINA

Os dias mais suaves e tranquilos
Que amor proporciona a que se dera
Vencendo a solidão, imensa fera,
Sem medo do que possam vãos estilos,

Encontro tanta sorte que se atina
Nesta seara em rara maravilha
Minha alma sem temor agora trilha
Nas tramas que me trazem a Zelina,

E o todo que pudesse ser além
Do quanto a vida traga plenamente
E o fato mais sublime que se sente
Expressa o quanto amor quero e já vem

E sei da imensidão sem mais temor
Vivendo o quanto possa em raro amor.

ZELIA

ZELIA

No amor que não encontre algum rival
Em sonhos mais diversos, versos faço
E sei do quanto possa e neste laço
Desenho um ser sobejo e magistral,

A vida traz deveras por sinal
O quanto poderia neste traço
Viver e desejar além do escasso,
Momento feito em paz, fundamental,

Em Zélia esta certeza transbordando
Tornando o dia a dia bem mais brando
Enquanto com amor me sinaliza

Da velha tempestade, nada resta,
A vida se refaz em farta festa
E o vendaval se torna mansa brisa.

ZELDA

ZELDA

Em Zelda a força plena se mostrasse
Vagando sem temor do quanto veja
A sorte se tramando em tal peleja
No amor que traz a luz em desenlace,

O tanto que se queira e me inundasse
Na vida que deveras sempre almeja
A luta mais suave e benfazeja
Aonde todo amor revigorasse,

Marcando em consonância cada passo
O tanto que desejo e agora faço
Expressa a imensidão do quanto a sorte

Transforma dia a dia a cada instante
No encanto que deveras me garante
O quanto desta luz já me conforte.

ZAÍRA

ZAÍRA

Olhando o resplendor que em tua pele
Traduz esta emoção quando eu a sinto,
O verso mais sublime e mais distinto
Ao quanto poderia me compele,

Zaíra me trazendo esta certeza
De um dia mais suave em primavera,
Transforma o quanto quero e já se espera
Na linda e mais sobeja fortaleza

Aonde o grande amor se configura
E sei do meu anseio a cada passo
E neste desenha deveras faço
O quanto rege a vida em tal procura,

E sei quando se trama em raridade
O amor que com nobreza tanto agrade.

ZARAH

ZARAH

Na luminosidade deste olhar
Certeza de uma vida mais diversa
E sei do quanto possa e esta versa
Vagando a cada instante devagar,

No tanto quanto deva enfim te amar
A sorte se mostrara em luz imersa
Vestindo o quanto possa e não dispersa
A luta noutro encanto a se moldar,

Meu mundo busca o teu a cada instante
E sabe do que possa na brilhante
Presença deste amor que nos domina,

E Zarah transformando num momento
O quanto noutra face sempre tento
Deveras dita a sorte diamantina.

ZARA

ZARA

O sonho sendo assim o que pudesse
Trazer novo caminho a quem se queira
Mostrar a face audaz e verdadeira
Do quanto a vida trama tal benesse,

O verso que tentara e estabelece
A sorte tantas vezes derradeira,
Meu mundo neste instante já se inteira
Do quanto em alegria a vida tece,

E Zara com tal brilho a cada olhar
Tomando este cenário devagar
Expressa o quanto pude e quero além

No tom maravilhoso de uma vida
Há tanto noutra sorte construída
O quanto se deseja e mais convém...

ZANIA

ZANIA

Ao hospedar meu sonho mais sublime
Zania que desde agora se apresenta
Vencendo qualquer medo, uma tormenta,
No quanto a cada instante a dor reprime,

O verso mais audaz que tanto estime,
A luta no passado mais sangrenta
E a vida se mostrara tão sedenta
Do quanto a cada instante nos redime,

Vagando pelas tramas mais diversas
E nelas outras tantas quando imersas
Percebo esta amplidão e sigo em paz,

Nos ermos de uma vida sem valia,
Encontro o quanto queira e mais teria
No sonho que esperança plena traz.

ZANDRA

ZANDRA

Eu sei dos mais diversos descaminhos
Também das ledas tramas do passado,
Meu verso quando possa estar ao lado
Vencendo estes cenários mais mesquinhos,

Em Zandra se percebe esta ventura
Que possa me trazer outro momento
Aonde o quanto queira dita alento
E nisto a sorte trama e configura,

Ousadamente guardo a cada passo
O todo que anuncias, mansidão,
E os sonhos entre tantos mostrarão
O quanto mais anseio e agora traço,

Já não comportaria melhor rumo
Senão no grande amor onde me aprumo.

ZAMIRA

ZAMIRA

O amor que traz Zamira com ternura
Expressa essa amizade mais audaz
E tanto quanto a vida agora faz,
Marcasse o que deveras configura,

Meu passo no teu mundo se perdura
E sei do quanto possa ser tenaz,
E sei da vida quando satisfaz
Tornando esta ventura mais segura,

Nos ermos da esperança quanta vez
O sonho se tomara onde desfez
A solidão diversa da que agora

Entoa dentro da alma o quanto pude
Viver com rara luz em plenitude
E a vida noutra senda em paz aflora.

ZAKIA

ZAKIA

Zakia com seu ar em tal pureza
Que mostre o quanto a vida se traduz
Na essência mais sobeja desta luz
E nisto se transcorre com firmeza,

Tramando o quanto possa em tal certeza
O verso noutro instante me conduz
Ao canto que se escute e reproduz
O tanto quanto queira em tal leveza,

Amor quando em verdade nos levando
Ao tanto que se mostre mesmo brando
Reinando sobre a dor que agora esqueço,

Vivendo em consonância cada dia
Meu mundo no teu mundo entranharia
No quanto possa além em raro apreço.

ZAILA

ZAILA

Em feminina face mais gentil
O tanto quanto amor nos consumisse
Vivendo o que deveras presumisse
O sonho quando além já se previu,

Em Zaila todo o sonho resumiu
Além do que decerto em vã mesmice
A vida noutro tom por certo agisse
E sei do quanto em glória amor se viu,

Nas tantas e diversas emoções
Os sonhos quando além tu vens e expões
Eclodem no que possa ser bem mais

Os dias entre tantos alvoroços,
Os sonhos exaltando tais colossos
Em ritos tantas vezes magistrais.
23/09/2011


Amor é festa imensa que recheia
Uma alma de ilusões e nada mais,
Aonde na verdade transformais
A lua não se veja mais alheia,

Repare cada farsa que incendeia
E gere noutro rumo os vendavais
E neles esperanças são meus cais.
A luta noutro passo devaneia.

Tocando a quente areia desta praia
Ainda quando aquém o sol desmaia
A sensação que resta tanto traz

O medo de quem busca novo fato
E sei que no final nada constato
Senão a mesma face mais mordaz.

2


Ninguém do quanto eu quero mais duvida
Senão a porta traz esta verdade
E gera no que possa a liberdade
Marcando com ternura uma saída.

Palavra noutra face resumida
Versão que na certeza em que me invade
Ainda quando busque a qualidade
Apaziguando na alma esta ferida.

O verso se aproxima em tom sublime
Do quanto com certeza já suprime
O prazo sem igual em farpas, medo.

E assim cerzindo apenas o abandono
Um canto sem sentido apenas clono
E de tal forma morro quieto e ledo.

3

Ao gozo sem igual à lua plena
Adentra ao coração esta esperança
E nada do que outrora em noite mansa
Pudesse extasiar quando serena.

A morte noutro tanto que envenena
Gerando a sorte em rude confiança
Meu passo se perdendo tanto cansa
E nisto se moldasse a dura cena.

Percalços tão comuns de quem sequer
Tentara acreditar no que vier
Ou mesmo ronde o medo em tal tormento.

Meu verso se inundando do vazio
Apenas noutro passo o desafio
E nisto cada sonho agora invento.

ZAIDE

ZAIDE

No amor que me trouxera com firmeza
O passo muito além do que soubera
A vida quando dita em nova esfera
O tanto que se faça em fortaleza,

Zaíde se expressando mansamente
Encontra nos meus olhos a resposta
Da vida que de fato vejo exposta
No todo quando além já se apresente,

Resumos de outros fatos onde eu veja
Vagando sem destino, uma ilusão,
O canto se anuncia desde então
Na sorte mais audaz e benfazeja,

Não quero que se perca esta brandura,
Que tanto quanto deva se procura.

ZAIDA

ZAIDA

Zaída me mostrando a imensidão
Dos sonhos que engalam tal cenário,
O verso tantas vezes necessário
Os dias que deveras me trarão,

O encanto que pudesse desde então
Moldar o meu caminho e itinerário
Num sonho muito além do imaginário
Traçando o quanto possa em emoção,

Jamais imaginara este caminho
E quando nos teus braços eu me aninho
Encontro o que de fato tanto quis,

O sonho mais audaz se faz presente
E o tanto que deveras já se sente
Expressa o que me faça mais feliz.

ZAHARA

ZAHARA

Minha alma se anuncia em tal fortuna
Aonde o quanto pude se derrama
Ousando muito além da velha trama
O quanto se deseja ora nos una,

Zahara se permite além do encanto
Ao todo que se mostre em rara luz
E quanto mais seu passo me conduz
Maior a sensação do amor, garanto,

Vivendo sem temer o quanto venha
Ousando acreditar no ser feliz
Vibrando em consonância, o sonho eu fiz
Na sorte que deveras sei que tenha,

Amar e ter além este infinito
É tudo que deveras necessito.

ZAFIRA

ZAFIRA

Zafira traz consigo esta beleza
Que trama com total graciosidade
O sonho quando vivo em liberdade
Ditando da esperança uma certeza,

O quanto deste encanto diz nobreza
E a luz que com firmeza agora invade,
Marcando o quanto possa em claridade
Mantendo o dia a dia em tal clareza,

Não temo mais as rotas tão diversas
E quando neste intento também versas
Dispersas emoções não mais veria,

Somente o quanto pude desejar
E nisto o meu caminho a se mostrar
Derrama toda a sorte em harmonia.

ZADA

ZADA

Em Zada eu encontrei a boa sorte
Que tanto procurara no passado
Num tempo aonde o todo desenhado
Pudesse traduzir o que conforte,

O quanto se permite em raro aporte
E o verso noutro tom elaborado,
Mergulho neste anseio desejado
E sei do quanto possa e me comporte,

Não tenho mais temor do que viria
No amor que se traduza em sincronia
Vivendo em vibração contínua e clara,

A vida de tal forma me levasse
Além do quanto possa sem impasse
E o verso mansamente se declara.

YVONNE

YVONNE

Amar e ter certeza do que um dia
Pudesse me trazer nova esperança
O mundo que deveras já me alcança
No sonho mais audaz se expressaria,

O tanto quanto queira e poderia
Vivenciar a luta que não cansa
E nela com ternura a temperança
Marcando o quanto resta em alegria,

Yvonne sabe tanto destas tramas
E sei quando em verdade os sonhos clamas
Trazendo novo tempo em luz e glória

A vida assinalando cada passo
E nele o que pudesse sempre traço
Ousando acreditar numa vitória.

YVONE

YVONE

Yvone me mostrando a rara sorte
De quem se desenhara noutra senda
A vida que decerto se desvenda
Programa o tanto quanto nos aporte,

E sei da imensidão do novo norte
Que a luta noutro rumo já se estenda
Marcando o quanto possa e em paz se atenda
Vivendo o que deveras nos conforte,

Yvone traz nas mãos o raro amor
E sei do quanto possa em tal pendor
Singrar este oceano dito vida,

Não deixo para trás sequer a marca
Enquanto meu caminho em ti se embarca
E trama a sorte imensa e presumida.

YVETTE

YVETTE

Yvette traz nas mãos o meu futuro
E sei do quanto a vida ora desenha
Marcando o que de fato nos convenha
E nisto cada instante configuro,

O verso mais audaz, porto seguro,
A vida noutra face mais ferrenha
A luta se fazendo traz a lenha
E o fogo com ternura assim perduro,

Jamais me imaginasse tão feliz
Lançando o canto enquanto amor eu quis
Vencendo os meus diversos descaminhos,

Meus passos não serão jamais sozinhos
E sinto amanhecer em raro sonho
Do quanto mais anseio e te proponho.

YUMI

YUMI

Tanta beleza encontro agora
Nos olhos e na boca de quem clamo,
A vida se mostrando enquanto tramo
O passo que em verdade sempre ancora,

O mundo tão diverso do que fora
Traduz a imensidão do farto amor,
E nisto sei do quanto além eu for
A senda se mostrasse tentadora,

Yumi me trazendo esta fartura
Da exótica beleza mais sutil,
O tanto que deveras se previu
Gerando o quanto na alma ora perdura,

Vestindo esta esperança que se faz
Além do caminhar em plena paz.

YONÁ

YONÁ

Voando além da linha do horizonte,
O pensamento traz e desde já
O amor que traduzisse em Yoná
E nele todo o canto que desponte,

O verso me oriente e traga a fonte
Aonde cada passo moldará
O todo que desejo e se fará
No sonho mais audaz que amor aponte,

Não quero senão isto e nada mais,
Os dias solitários tão venais
Deixados nalgum canto da lembrança

E assim quando em momentos mais diversos
Meus sonhos não seriam mais dispersos
E a imensidão decerto a luz alcança.

YONE

YONE

Em cores tão diversas, tanto amor
Moldando em primavera esta esperança
Que tanto quanto possa nos alcança
E mostra o que pudera sem rancor,

A vida se mostrando como for,
O verso na sublime confiança
O tanto que se deva com pujança
Eclode um caminho tentador.

Yone mostra a senda benfazeja
Aonde o que pudesse se deseja
Desenhos entre sonhos, poesia,

Ao menos se tivesse em tal caminho
O quanto se anuncia e ali me alinho
Vivendo plenamente a fantasia.

YOLANDA

YOLANDA

Em árduas lutas vejo a nossa saga
E sei do quanto possa dia a dia
Vencer a mais temida alegoria
Ou mesmo quando a vida além já vaga,

O tempo sem temer em qualquer plaga
A sorte que deveras haveria
No tanto quando invade em sincronia
Encontra o caminhar onde divaga,

Amores que Yolanda me trouxera
A vida com certeza mais sincera
E a senda costumeira em luz e glória,

Destarte prosseguimos sem temor
Vivendo o quanto possa em raro amor
O renascer sublime desta história.

YOKO

YOKO

No olhar que positivo traz firmeza
E sabe muito bem o quanto anseia
A vida se mostrando ora incendeia
O todo com sublime fortaleza,

Nesta alma perfumada em tal beleza
A sorte se anuncia plena, cheia
E o quanto mais desejo nos rodeia
Grassando o quanto possa em correnteza,

Yoko quando seduz domina e rege,
O mundo que passara vil herege
Agora amortecido busca o sonho

E assim cada momento mais audaz
Traduz o quanto a vida quer e traz
No verso que decerto em paz componho.

YNES

YNES

Ynes com toda a sorte dita em luz
Transcorre dia a dia em raro tom,
E o mundo se mostrasse aonde o dom
Expressa o quanto amor, amor conduz,

Na pura sensação de liberdade
A forma mais sutil e mais tranquila
Minha alma se desenha e não vacila
E quanto mais além deveras brade,

Entoa a consonância de um desejo
Que vigorosamente dita a sorte
E tanto quanto possa e me conforte,
Comporta o que deveras quero e vejo,

No amor e na certeza do que um dia
A vida noutro encanto florescia.

YEVA

YEVA

O quanto deste encanto dita a vida
Por vezes esquecida nalgum canto
E sei deste cenário onde garanto
A sorte há muito tempo concebida,

E tendo esta expressão que não duvida
O sonho se traduz em raro encanto
E o mundo se aproxima sem quebranto
Na história que transcenda enaltecida,

Quando Yeva transformara este momento
No grande e mais suave amor que tento
Acalentando em verso esta emoção,

Reinando sobre a glória de um anseio
Vivendo com ternura em pleno enleio
Os dias que decerto inda virão.

YENTIL

YENTIL

Amor que gentilmente se tramasse
Vencendo os mais diversos desafetos
Os rumos entre tantos prediletos
A vida não traria algum impasse,

E o quanto de tal forma se mostrasse
Em ritos mais audazes e diletos,
Meus sonhos em teus sonhos são completos
Yentil em terna luz, suave face.

Amar e ter certeza do que eu possa,
Na sorte que se mostre toda nossa
O verso mais suave se apresenta,

No encanto sem limites de uma vida
Há tanto sem temores, resumida,
Vencendo mansamente uma tormenta.

YELENA

YELENA

Yelena traz no olhar o farto brilho
Que tanto poderia e mais anseio
Vivendo sem temer em devaneio
O quanto da esperança agora eu trilho,

E o verso a cada passo compartilho
Marcando cm ternura e sem receio
Sabendo da alegria quando veio,
Moldando o quanto quero e além palmilho,

Na fulgurosa senda aonde um dia
Meu mundo no teu mundo entranharia
Vagando sem destino e sem temores,

Assisto ao quanto pude num repente
Viver este momento onde se sente
A força mais sublime dos amores.

YEDA

YEDA

Cantando o quanto amor sempre pudera
Vencer as tempestades mais atrozes
Escuto da esperança vivas vozes
E sei da vida agora mais sincera,

O tempo com certeza ora pondera
E traça este caminho sem algozes
Tampouco rudes rumos tão ferozes
Na luta tantas vezes mais austera,

Yeda cantarolando esta esperança
Do amor que na verdade agora alcança
Marcando o quanto pude em tom diverso,

Gerando claramente o dia a dia
O mundo noutro passo mostraria
Aonde em calmaria sigo e verso.

YASMIN

YASMIN

Perfume que domina o pensamento
E rege a cada passo o quanto eu quis
De um tempo aonde pude ser feliz
Vivendo tão somente o quanto tento,

Sem medo do que seja sofrimento,
Viceja esta esperança e quando a fiz
Deixando no passado um céu tão gris
Encontro finalmente um raro alento,

Yasmin quando eu me entranho em tuas sendas
Os sonhos e desejos tu desvendas
E sei desta olorosa maravilha,

Num magistral cenário que se trama
Vagando muito além do quanto exclama
O amor que mansamente o sonho trilha.

XIMENA

XIMENA

Os tantos e diversos caminhares
Por mares e sobejas sendas trago
E nisto cada verso como afago
E nele tantas coisas mal notares,

A vida traz nas sortes seus altares
E quando sobre o tanto ora divago
Das emoções sublimes se me alago
Ximena traz a vida em novos ares,

Amantes deste encanto, somos isso
O quanto te desejo e te cobiço
Expressa a plenitude de um desejo

Mostrando o quanto a vida possa enfim
Trazer e renascer dentro de mim,
E nisto toda a sorte que ora almejo.

XERAZADE

XERAZADE

À noite quando a lua se desnuda
E mostra em sua prata maravilhas
Os sonhos que decerto ora palmilhas
A sorte mais audaz, porquanto aguda,

Em Xerazade o tanto que se quis
Viver sem medo ou mesmo ter a sorte
Que possa e com certeza nos conforte
Dos sonhos mais felizes, geratriz,

O passo produzindo o quanto pude
Singrar neste oceano dito amor,
Seguindo sem temor o quanto for
Trazendo neste olhar toda amplitude,

Não queira minha vida ser diversa
Do sonho aonde o encanto em amor versa.

XENIKA

XENIKA

Trazendo dentro da alma esta esperança
Que tanto nos fascina a cada dia,
O todo noutro encanto poderia
Tramar o quanto queira e amor nos lança,

O verso sem temor aonde alcança
Expressa o quanto em luzes tomaria
Cenário feito em paz e em harmonia
Na vida mais suave, e mesmo mansa,

Xenika transformando a sorte em branda
Tramando o quanto esta alma ora demanda
Marcando com blandícia este cenário,

E o verso mais suave possa além
Do quanto em emoções já nos convém
Num tempo muito mais que imaginário.

XENIA

XENIA

Em Xênia esta certeza de um momento
Em plena paz que tanto procurara
A sorte dominando esta seara
Traduz o que de fato queira e tento,

Um sonho mais sublime e quando atento
Percorro esta emoção diversa e rara,
E o fato noutro instante provocara
O senso aonde possa em pensamento,

Não temo o que viria e sendo assim,
Amor me dominando traz enfim
O tanto que se queira e muito mais,

Fortuna tão sublime quanto nobre
O passo com certeza se recobre
Ousando muito além dos vendavais.

XENA

XENA

Em terras tão distantes, a presença
De quem domina aos poucos que sinto,
Aonde antes pensara estar extinto
O amor na realidade me convença

Do quanto a cada instante recompensa
E nisto com certeza o mais distinto
Cenário enquanto viva e não desminto
Em Xena esta expressão suave e intensa

Vencendo os mais diversos dissabores
Seguindo cada passo aonde fores
Versando sobre amor que se confessa,

O sonho não pudera ser diverso
Do quanto a cada passo quero e verso,
Moldando com brandura esta promessa.

WONE

WONE

Das flores que se vejam nesta senda
O amor sempre apresenta o quanto possa
Nesta dicotomia toda nossa
O sonho que deveras se desvenda,

E o tanto quanto deva e nos atenda
No passo que tentasse e já se apossa
Da vida sem temor, que em luz endossa
O todo que se trama e em glória estenda.

Wone, por quantas vezes vi teu nome
Marcando cada passo rumo ao tanto,
E nisto com certeza o que garanto

Deveras noutro instante sempre some,
Ousando ter nas mãos este infinito
Do amor que tanto queira e necessito.

WLADIS

WLADIS

A quem se fez além do quanto um dia
A sorte poderia me trazer
Nas tramas mais audazes do prazer
Que a cada novo tempo se veria,

Wladis quando se faz, soberania,
Regendo a cada instante o bem querer
Pudesse noutro passo refazer
O tanto que deveras mais teria,

Amor quando entrelaça passos tais
E nisto velhos sonhos desiguais
Expressariam toda a força e a luz,

Cerzindo esta sobeja maravilha
Enquanto o grande amor quer e polvilha
O tanto que se anseia reproduz.

WINIFREDA

WINIFREDA

Após tantas batalhas vida afora
Depois das tempestades costumeiras
As sortes muitas vezes guerrilheiras
No quanto a poesia em paz aflora,

O vento se moldando e desde outrora
A marca quanto possa e mais tu queiras
Usando as expressões tão verdadeiras
E nelas este cenário em paz se ancora,

Winifreda mostrasse o quanto venha
A vida mesmo sendo tão ferrenha
A luta se anuncia em clara paz,

E assim neste momento se transforma
Marcando com ternura em bela forma
O quanto da esperança amor nos traz.

WILÁ

WILÁ


Nas noites e desejos mais profanos
Os termos onde a sorte poderia
Moldar o quanto resta em utopia
Deixando no passado os desenganos,

Os sonhos com certeza ditam planos
E neles mesmo quando em fantasia
O tanto que virá já se sabia
E nisto se perdessem velhos danos.

Ainda quando veja aqui ou lá
Noturna sensação que traga Wilá
E mostre ser possível ser feliz,

O passo ora preciso e mais diverso
Traduza com certeza este universo
Aonde o quanto possa em paz eu quis.

WILMARA

WILMARA

O muito se anuncia de tal sorte
Que nada mais pudera desde quando
O tempo noutro instante se moldando
Expressa o quanto possa e me conforte,

Ainda se mostrasse noutro norte
O tanto que se visse desabando
Num átimo deveras mergulhando,
O peso noutro tempo traz o aporte.

Wilmara traz do amor a plenitude
Que tantas vezes dita o quanto pude
Sem medo do que venha ou do que creia,

No tanto deste encanto sem temor,
Vagando pelas tramas desde amor,
Aonde este desejo em luz se anseia.

WILLIANA

WILLIANA

Williana tramando a cada passo
O tanto deste amor que ora se veja
Na senda mais suave e mais sobeja
Que em raro pensamento quero e traço,

O todo que vencesse o meu cansaço
E nisto outra verdade me paz poreja
Da sorte sendo agora benfazeja
No quanto a cada dia mais me enlaço,

Sem tempo de viver o quanto atroz
Um mundo se distando ora de nós
Vagando tão distante deste herege

Cenário aonde a sorte não se faça
O amor sem redenção vira fumaça,
Porém na fortaleza se protege.

WILHELMINA

WILHELMINA

Whilhelmina trazendo o quanto quero
De um tempo mais suave e mais feliz,
Vivendo o quanto possa e sempre quis
Num ato tantas vezes mais sincero,

O verso aonde o canto ainda espero,
O passo que se faça e tenha em bis
O sonho mais sublime quando o fiz,
No quanto com ternura ora o venero,

O amor não mais trouxera a solidão
E sigo o quanto reste em proteção
Retendo dentro da alma a fantasia,

Que possa traduzir o quanto invade
Marcando com ternura a realidade
Que o tempo junto a ti, sempre traria.

WILDA

WILDA

Vencendo os mais diversos temporais
Que a vida possa mesmo nos trazer,
Pousando o tanto amor que se faz ver
Em sonhos e caminhos magistrais

E Wilda me mostrasse o quanto ou mais
A vida desejada em tal prazer
Expressa o quanto possa em bem querer
Seguir além dos portos, velhos cais.

O amor que nos tomando ora de assalto
O quanto a cada dia em paz ressalto
Traduz esta vitória que me trazes,

No olhar que tanto possa transformar
A sorte quando a vejo ora sem par,
Momentos tão felizes quão audazes.

WHITNEY

WHITNEY


Das tantas emoções em noite clara
O verso se emoldura neste encanto
E o quanto poderia sem quebranto
No amor mais envolvente se declara,

A vida de tal forma se escancara
E o tempo que deveras agiganto
Marcando sem temor e sem espanto
A sólida expressão desta seara.

Whitney que transformando em poesia
O tanto quando em vida moldaria
Meu verso se transforma e me domina,

Traçando a direção de cada passo
E assim neste momento além eu traço
Na sorte que se faça cristalina.

WANDA

WANDA

Nos campos da emoção Wanda persiste
Tornando cada passo bem mais belo
E quando este caminho em paz revelo
Deixando o quanto outrora fora triste,

A vida neste amor que ora resiste
Vagando sem temor aonde atrelo
Destino quando em luz divina selo,
Viceja dentro da alma o bem que assiste,

Viver e ter somente esta certeza
Do quanto possa a vida sem surpresa
Vencer os descaminhos mais atrozes,

Floresce com ternura uma esperança
E o passo noutro instante enquanto avança
Deixasse no passado os vãos algozes.

WALTRODE

WALTRODE


Waltrode que deveras tanta vez
Distante dos meus sonhos não veria
Marcando cada passo em harmonia
E nisto o quanto amor agora vês,

A sorte se moldando em sensatez
O mundo rege o sonho em fantasia
E o tanto quanto além já se teria
Moldando o que decerto amor já fez,

Não quero e nem presumo que a distância
Trouxesse a sensação da discrepância
Do quanto existe e sei que inda virá,

E a vida se anuncia desde já
No encanto mais sublime deste amor
Aonde possa em paz ser o que eu for.

WALESCA

WALESCA

Walesca; a soberana que enaltece
O sonho mais audaz e mais feliz
No amor que se mostrando o quanto quis
Qual fosse muito além de uma benesse,

A vida quando ali se estabelece
E traça o quanto possa por um triz
Vestindo este infinito onde aprendiz,
O velho coração quer e merece,

Jamais se imaginasse outro caminho
E sei que solitário se é mesquinho,
Por isso na verdade quero tanto

O amor que me domando, tranquiliza,
Da antiga tempestade à doce brisa,
O quanto poderia e em paz garanto.

WALDA

WALDA

O amor como se fosse uma guerrilha
Que a cada novo instante nos tocaia
Expressa a sensação que quando traia
Noutro caminho insano segue e trilha,

Domina todo campo, prado e praia
E o sonho que deveras quando brilha
Expande muito além de uma armadilha,
Em Walda se anuncia e não se esvaia.

Assim deste momento ou mesmo após
A vida se mostrando em viva voz
Comanda a cada instante o que virá,

Sabendo deste fato, sou refém
Do quanto o claro amor rege e contém
Vivendo esta emoção, raro maná.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

22/09/2011

Nos braços do poder transformador
Não há quem não conceba a liberdade
E sei do quanto possa em humildade
Vencer o mais atroz cenário em dor.

A vida se desenha em tal ardor
E nisto cada passo sempre agrade
A quem deseja apenas claridade
E bebe cada gota em nobre amor.

A cota se expressando enquanto mude
O canto deixa além a juventude,
Mas nada se apresenta em temporais.

Os dias que virão decerto vejo
E sei do meu caminho neste ensejo
E os dias são decerto atemporais.


2


Deitando nas canções cada segundo
De um tempo que jamais retornará
Cerzindo este vazio aqui ou lá
Gerando o coração de um vagabundo.

E quando neste nada eu me aprofundo
Vestígio de outra farsa se fará
Terrivelmente busco o que virá
Marcando com terror o mundo imundo.

Não resta qualquer chance nem pudesse
Vencer o que talvez regesse a messe
De um hábito soturno e costumeiro;

Acalentando o sonho derradeiro
A luta sem sentido se obedece
Matando, na nascente algum ribeiro.

3


O coração de um velho camarada
Jogado sobre as pedras simplesmente
Marcando com horror o quanto mente
Deixando para trás a rude estrada.

Minha alma sem sentido e desgraçada
A luta se moldara ora inclemente
E o passo noutro engodo sempre tente
Vencer a solidão já demarcada.

Restando muito pouco para nós
A vida se aproxima e traz o algoz
Destituindo o sonho invés do passo,

E quando noutro rumo me anuncio
Bebendo o mais completo desvario
Apenas outro fim enfim eu traço.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

VIVIANE

VIVIANE

Singrando este oceano aonde um dia
Meu mundo noutro tom se emoldurando
Tramasse o que pudera desde quando
O amor em claridade se veria,

O tempo se mostrando em alegria
O verso mais audaz, agora brando,
O todo pouco a pouco me tomando
Gerando o quanto possa em fantasia,

E Viviane mostra o encanto mais vivaz
E nele cada instante já me traz
Um novo amanhecer bem mais tranquilo,

E quando me aproximo do que a vida
Expresse o quanto queira e se decida
Enquanto no teu sonho hoje desfilo.

VIVIANA

VIVIANA

A sorte se mostrando soberana
Sem nada que pudesse ter senão
Do encanto mais suave esta expressão
Trazida pelas mãos de Viviana,

O quanto a cada instante não se engana
Seguindo os dias claros que trarão
Vivacidade em toda dimensão,
E nisso esse caminho em luz se ufana,

Não quero e nem pudesse ser assim
O mundo se anuncia e dentro em mim
A senda mais sutil se desenhasse,

Marcando com ternura o que se queira
E nisto a minha história derradeira
Em teu olhar encontra o raro enlace.

VIVIAN

VIVIAN

No olhar se percebendo o quão vivaz
Meu mundo poderia junto ao teu
E nisto se desenha em apogeu
O quanto a cada passo a vida traz

Em Vívian esta certeza mais audaz
Mostrando o quanto agora se verteu
No sonho que deveras percebeu
O quanto a cada passo ora se faz,

A vencedora forma que transporta
O todo que imagino além da porta
Que o tempo não consegue mais vedar,

Ainda que pudesse ser diverso
Meu mundo noutro instante em paz eu verso
No quanto possa enfim viver e amar.

VITÓRIA

VITÓRIA

Traduzes o que tanto quero e mais
Vagando no infinito de um momento,
A vida segue o rumo aonde tento
Seguir cenários raros magistrais

E sei dos teus encantos sem jamais
Tentar outro cenário ou pensamento,
Deixando no passado o sofrimento,
Os sonhos não seriam mais banais,

Vitória traz nos olhos o horizonte
Do amor que na verdade já desponte
E gere a eternidade num anseio

Que possa transformar o meu caminho
Que outrora se fizera tão sozinho
E agora noutro encanto sei que veio.

VITALINA

VITALINA

Em Vitalina vejo esta firmeza
Que possa me trazer em flóreo espaço
O quanto em maravilhas hoje eu traço
E viva a cada dia esta beleza

O mundo se anuncia e sei que acesa
A sorte se moldando enquanto a faço
E nisto a cada instante um mundo eu grasso,
Vencendo qualquer força em correnteza.

No amor que nos unisse, a previsão,
Dos dias mais sublimes que virão
Trazendo enfim total vitalidade,

Meu mundo sem temer o que teria
Expressa com brandura a fantasia
E nisto novo encanto a vida invade.

VIRNA

VIRNA

Guerreira que jamais teme o que venha
E sabe muito bem cada momento
E nele o que deveras alimento
Na sorte tanto firme quão ferrenha,

E quando esta esperança me contenha
O sonho se espalhando pelo vento
Traduz da poesia o sentimento
Que toda esta expressão em luz convenha,

Em Virna o franco amor se traça em luz
E o quanto deste encanto me conduz
Ao todo que pudesse ser diverso,

Regendo cada passo aonde a vida
Expressa o que moldasse uma saída
Regendo com certeza cada verso.

VIRIDIANA

VIRIDIANA

Floresce dentro da alma esta verdade
Que possa traduzir amor e glória
A vida tantas vezes merencória
Agora noutro tom decerto agrade,

Viridiana trama em realidade
O quanto poderia em clara história
Moldando no que trago na memória
A vida com superna claridade,

Nos templos florescentes da esperança
O passo sem temor algum avança
E traz o quanto pude noutra instante,

Assim o meu momento se anuncia
Nas tramas do que possa em fantasia
E o sonho se mostrasse radiante.

VIRGÍNIA

VIRGÍNIA

Na clara sensação do quanto a vida
Expresse a dimensão do raro amor
A sorte se desenha e como for
No encanto se aproxima uma saída,

A luta pouco a pouco construída
E o tempo na verdade a se propor
Desfia com ternura o que compor
Na imagem pouco a pouco presumida,

Virgínia tem no olhar esta pureza
Que possa traduzir e com certeza
Adentra o mais sublime pensamento,

E sei do quanto a vida se transforma
Marcando a cada dia em nova forma
O todo que deveras alimento.

VIRGÍLIA

VIRGÍLIA

Na luz que me irradias, a verdade
Trazendo noutro passo aonde eu pude
Vencer a mais diversa magnitude
Do quanto deveria e se degrade

Amor se traduzindo em claridade
E nisto cada sonho onde se ilude
Traduzindo a sorte em plenitude
O tanto quanto dite em liberdade,

Nada mais na verdade poderia
No caminho que é feito em fantasia
Ou no quanto decerto a vida traz,

Vendo a sorte que trague uma vitória
Virgília muda toda a velha história
Neste cenário que possa mais audaz.
21/09/2011


Alegra; do começo até o fim,
O gênero diverso do que pude
Marcando com terror o quanto ilude
Talvez seja somente este festim,

O verso se traduz e vejo enfim
O quanto na verdade nada mude
Ainda que se veja em atitude
Diversa o que versa sempre em mim,

Conheço cada palmo deste chão
E sei do quanto a vida segue em vão
Trazendo a mesma face dolorosa,

A luta sem sentido que antegoza
O fato mais dorido em noite escura,
Apenas atormenta e me amargura...


2



A festa que fizeste sem saber
Do quanto em minha vida nada resta
Senão a mesma face mais funesta
Marcada e modulada em tal sofrer,

O passo quando muito possa ver
Ousando penetrar em cada fresta
A sorte que buscara mais honesta
A luta noutro tom a se verter.

Não quero qualquer tom e nada sei
Somente desejasse a mansa lei
Que possa permitir uma esperança.

Mas quando sem sentido a vida segue
Ainda que deveras se renegue
O passo em privilégio audaz avança.

3


A sorte se propõe em todo instante
Gerando o meu anseio sem igual
E neste fato enquanto casual
O medo com certeza não garante,

A vida que pudera doravante
Vestir este cenário sensual,
Porém aonde a quis segue venal
E nada do que eu tente ora adiante;

Meu passo se perdendo em dor e tédio
Ainda quando busco algum remédio
Meu verso nada sente nem desnuda.

Monólogo onde eu mais quis a dialógica
A sorte contraria mesmo a lógica
A farsa se desenha mais aguda.

VIOLET

VIOLET

Violet me trazendo em tantas cores
O sonho mais audaz e mais sublime
Enquanto cada passo além se estime
Seguira meu amor por onde fores,

E sei das tantas tramas e louvores
E nisto cada instante ora se exprime
No tanto que pudesse e me redime
Dos ermos do passado em rudes dores,

Vagando pelas tramas de um momento
Aonde o quanto queira sempre tento
Ousando nos meus dias mais felizes,

Seguindo passo a passo chego a ti,
Amor que tantas vezes persegui
E sei quando em verdade ora me dizes.

VIOLANTE

VIOLANTE

Violante se mostrando em tom supremo
Vivendo esta harmonia aonde eu pude
Singrar com tal ternura a juventude
E sei que na verdade nada temo,

Meu mundo se anuncia em tal extremo
E quanto mais o tempo seja rude,
Maior o nosso amor e nada mude
O passo aonde possa e em paz me algemo,

Ouvindo tais acordes, serenatas,
Ao quanto neste encanto tu retratas
Vestindo a lua plena dentro da alma,

Ponteio esta esperança que nos ate,
No amor que tantas vezes me arrebate
O todo que desejo e mais me acalma.

VILMA

VILMA

Meu tempo traduzindo o que viria
No encanto que se faça em novo rumo,
E quando com certeza em paz me aprumo
Encontro em teu olhar a fantasia

A vida sendo assim tanto gloria
Quem sabe do que queira e sem resumo,
Vivendo intensamente todo o sumo
Eclode num momento em harmonia,

Amar e ter em Vilma este horizonte
Aonde o meu olhar agora aponte
Sem ter sequer receios, sigo em frente,

Bebendo nesta boca o mais sublime
Cenário que deveras me redime
Do quanto sem temor já se apresente.

VIDYA

VIDYA

Vidya que me traduz sabedoria
No amor quando domina cada passo,
E sei do meu anseio quando o traço
Vagando além do quanto poderia,

A sorte se resume em harmonia
Ousando acreditar no que ora faço,
Vivendo a plenitude sem cansaço
Do amor que rege a paz em alegria,

O mundo mais sensato em ato e festa,
O canto que deveras sempre gesta
Tal sorte quando além se desenhasse,

No encanto desenhado a cada instante
O sonho vislumbrado, alucinante,
Não deixa no passado algum impasse.

VICTÓRIA

VICTÓRIA

Victória tantas vezes traz no olhar
O quanto minha vida traduzisse
Além do que pudesse em tal mesmice
Além do quanto pude imaginar,

Nas tramas tão diversas a buscar
O todo que deveras permitisse
Tramar o quanto em sonhos já se visse
Na sobeja emoção que possa amar,

Ousando sem temer o quanto reste,
A vida mesmo quando fora agreste
Trouxesse uma esperança plenamente,

E o tempo de tal forma consumido
Marcando o quanto possa e amor lapido
Gerando o que decerto esta alma sente.

VICTORINE

VICTORINE

E quando neste amor que possa além
Pousando em Victorine esta certeza
Marcando com ternura e tal beleza
O todo que decerto ainda vem,

Meu mundo se anuncia e sei que tem
No todo como forma de nobreza
A sorte que se mostre sem surpresa
Deixando no passado algum desdém,

E sei da senda em paz vitoriosa
Do amor que em plena luz já se antegoza
Do quanto poderia em novo espaço.

Vivendo sem temer o quanto pude
Traduzes este sonho em plenitude
Enquanto dia a dia em ti eu traço.

VICKI

VICKI

Vitoriosamente a vida traz
O quanto em novo rumo eu poderia
Viver a mais sublime fantasia
Num passo com certeza mais tenaz

A sorte que pudesse contumaz
O verso que deveras se faria
E o tanto resumindo em alegria
Deixando o sofrimento bem atrás

Em Vicki todo amor se traduzindo
No sonho mais sutil e mesmo infindo
Marcando o quanto venha e se aproxime.

Vitórias entre guerras e tormentas,
Porém com tanto amor já me apascentas
Num ato tão divino quão sublime.

VESTA

VESTA

Divina esta expressão que nos comporte
Mudando a direção do dia a dia
E nesta mais sublime fantasia
O quanto se apresente e me conforte

Vivendo esta expressão audaz e forte,
Meu tempo no teu canto entranharia
E vendo tão somente a poesia
Nos sonhos resumindo nosso norte,

A vida se traduz em rara festa
E sigo cada passo aonde Vesta
Tramasse este infinito que nos traz

O encanto aonde aguço esta vontade
Do quanto se desenha em claridade
E nisto o pensamento é mais tenaz.

VERÔNICA

VERÔNICA

Imagem verdadeira do que sinto
Nesta eclosão de luzes e de sonhos,
Momentos mais audazes e risonhos
Num ato tão sublime quão distinto,

Vencendo o que se faça em medo e tédio,
Arvoro-me deveras ao futuro
Trazendo o que deveras configuro
Na sorte quando traz um raro assédio,

Meu mundo a cada passo se fazendo
Diverso do que há tanto eu concebera
A sorte quando além eu percebera
Tramasse na esperança um raro adendo,

O amor em forma clara e sempre harmônica
Traduz o quanto vejo em ti, Verônica.

VERIDIANA

VERIDIANA

Na verdadeira face que se expressa
A sensação do amor quando domina
O tanto quanto possa e me fascina
Vagando muito além de uma promessa,

O verso se apresenta e recomeça
A vida noutro tanto e em cristalina
Verdade o quanto adentre e me alucina
O anseio noutro passo se endereça,

Veridiana traz esta certeza
Do quanto a vida possa ser leal
E quando se mostrando em ritual

A lúdica e sobeja natureza
Do amor que nos invade em tais fulgores
Deixando no passado, medos, dores...

VERGÍNIA

VERGÍNIA


Imagem que se mostra em tal pureza
Na casta sensação do amor que tramas
E nisto o quanto possam nossas chamas
Traçando cada passo com firmeza,

A vida se apresenta sem surpresa,
Supera na verdade velhos dramas
E quando com firmeza tanto clamas
A vida prosseguindo em paz e ilesa,

Vergínia traz o sonho em cada passo,
E neste desenhar o quanto traço
Expressa uma verdade que me doma,

No amor que insuperável já se fez
Tocando com ternura a sensatez
Nisto dividindo sempre soma...

VERENA

VERENA

A protetora sorte que nos traz
O mundo que desejo e tanta vez
No quanto se pudera e ali se fez
Marcando o passo firme e mais audaz,

O sonho que se faça contumaz
A luta no que tanto agora crês
Tomando totalmente a lucidez
Gerando claramente a vida em paz,

No todo que de fato me serena,
Encontro o meu caminho em ti, Verena,
E sei de cada instante e sigo além,

Sem ter sequer lembranças de um passado
Há tanto pelo tempo abandonado
Vivendo tão somente o que hoje vem.

VERA

VERA

A verdadeira fonte deste encanto
Que traz felicidade e me marcasse
Ousando presumir além do impasse
O verso que deveras te garanto,

Não quero que se perca em rude canto
O mundo sem sentido em torpe face,
Se em Vera este cenário se mostrasse
Vivendo em harmonia e sem quebranto,

Jamais o amor se fez tão forte e intenso
E quanto mais no encanto em ti eu penso
Vagando pelas noites como queiras,

E sinto estas palavras que me dizes
E nelas com certeza os mais felizes
Anseios de uma senda verdadeira.

VENÍLIA

VENÍLIA

A ninfa que trazendo em tal beleza
A sorte mais audaz que eu poderia
Singrar além de toda a fantasia
E nisto sem saber, ora sou presa,

O amor que se emoldura na certeza
Do quanto noutro tom decerto havia
Marcando com ternura a fantasia
Vencendo qualquer rude correnteza,

Venília me mostrando o quanto a vida
Deveras noutra sorte decidida
Expressa o quanto pude acreditar,

Nas ânsias deste encanto mais sutil,
Meu mundo neste amor já ressurgiu
E nele posso agora divagar.

VENTURADA

VENTURADA

Na venturosa sorte que pudesse
Trazer a cada passo Venturada,
A sorte quando fora anunciada
Gerando o que se traça em tal benesse,

O verso como fosse alguma prece,
A luta noutra face desenhada,
E o quanto o coração deveras brada
No amor que tantas vezes me entorpece.

Meu mundo se aproxima do teu mundo
E quando neste encanto ora me inundo
Vagando sem temer o que viria,

Meu sonho se entranhando no que possa
Viver e ter certeza sempre nossa
A vida em raros tons, farta alegria...

VENERANDA

VENERANDA

O amor que me trouxesse Veneranda
Ao se entregar sem medo e sem descanso
Ao quanto neste instante ora me lanço
A vida noutra face não desanda,

O tempo que pudesse, a sorte branda,
E quando sem temor algum avanço
O mundo se depara co’o remanso
E nele se presume esta demanda,

Viver o quanto pude e não viera
A sensação sublime em primavera
Na espera de algum sonho mais audaz,

Nas tramas que enredasse o farto amor,
O sonho se mostrando em tal louvor
Que tanto quanto possa satisfaz.

VELMA

VELMA

Expressas a total delicadeza
Em rara sensação do quanto eu pude
Viver embora seja às vezes rude
O encanto deste amor em tal nobreza

Das tramas e dos sonhos com leveza
Que possa se expressar numa atitude
Gerando a cada dia o que transmude
Mostrando este cenário com destreza,

Velma que se anuncia em fino trato
Expressa o que deveras já constato
Numa vontade além do quanto sinto,

O mundo mais sublime em perfeição
As tramas emolduram desde então
O quanto antes julgara quase extinto.

VASTI

VASTI

A bela criatura que domina
Enfim meus pensamentos num momento
E sei do quanto possa enquanto tento
Singrar esta visão diamantina,

O tempo noutro instante me alucina
E sei do quanto deva em raro alento
Liberto sigo em paz o pensamento
E assim amor decerto determina,

Vasti, sabendo além do que se espera,
A vida numa eterna primavera
Transcende em flórea senda o que resuma,

Minha alma sem temor e sem degredo,
E o sonho com certeza ora concedo,
E as dores do passado? Mais nenhuma...

VANUSA

VANUSA

Uma esperança traz a cada instante
O verso mais audaz e mais suave
E quando na verdade nada agrave
O passo se mostrara mais constante,

E sei do quanto venha doravante
E nisto sem temer o quanto entrave
O canto noutro instante feito uma ave
Vagando no infinito me agigante,

Vanusa, tens nas mãos este poder
Do quanto deveria em tal prazer
Tramar a sorte além da que se via,

E nesta sensação sublime e rara,
A vida de tal forma se prepara
Em toda e mais sublime fantasia.

VANIA

VANIA

Nas verdejantes sendas de onde eu vim,
O sonho se mostrando mais distante,
Mas quando este momento se adiante
Traduz o quanto vive em meu jardim,

Em Vania esta certeza se mostrasse
Vencendo o que esta vida possa e traz
Num ato mais sublime enquanto audaz
Não deixando sequer algum impasse,

Meu verso poderia ter em ti
O amor que se anuncia sem temor
E vivo este cenário em esplendor
Enquanto neste todo percebi,

O encanto mais sublime que me expressa
A vida muito além de uma promessa.

VANESSA

VANESSA

Em liberdade sigo as tuas tramas
E vejo o quanto possa e sendo assim
O tanto se apodera enfim de mim
E nisto com certeza tu me clamas,

O sonho se mostrara em força plena
No encanto que nos traga o quanto possa
Da vida que se molde inteira nossa
E a cada novo instante me serena,

Metamorfoseando a vida quando
Encontro nos teus braços meu alento,
E solto o coração ao próprio vento,
Vanessa vem deveras me mostrando,

O quanto poderia e agora almejo
Marcando o quanto traga meu desejo.

VANDA

VANDA

Vagando pelos ermos de um cenário
Aonde o que pudesse eu quero além
O amor quando se mostra e nos convém
Vencendo o quanto fora temerário,

Meu sonho tantas vezes necessário,
O verso se desenha e sem desdém
O passo noutro rumo sempre tem
Um ar que se aproxima, solidário,

Em Vanda concebendo esta certeza
Da sorte que tramando com surpresa
A cada novo passo um horizonte

Aonde a vida mostre o meu caminho
E quando nestas sendas eu me aninho,
Meu rumo o teu olhar, amada, aponte.

VALÊNCIA

VALÊNCIA

O amor que em fortaleza traz a sorte
Sem medo do que venha ou mesmo após
Ousando no fazer valer a voz
De quem tanto deseja e seja forte,

Valência traz no olhar o que comporte
O rumo mesmo quando mais atroz
E nisto se tramando em firmes nós
O verso sem temor em luz aporte,

O sonho se transforma em realidade
E vivo deste encanto o que me agrade
Vencendo qualquer grade e sem galés,

O todo se anuncia de tal forma
Que a própria persistência nos transforma
E vivo meu amor por quem tu és.

VALÉRIA

VALÉRIA


O quanto deste sonho traduzisse
Além do que esta vida me daria
O mundo se desenha em fantasia
Vivendo o quanto possa sem mesmice.

O passo quando a sorte o contradisse
O verso noutro tom ecoaria
E o senso dominando o que viria
Tramasse o quanto amor inda se visse.

Valéria, em tuas mãos o meu caminho,
E quando nos teus braços eu me aninho
Encontro esta certeza mais sublime

Do encanto sem limites que traduzes
Moldando em meu caminho tantas luzes
No quanto em plenitude amor exprime.

VALQUÍRIA

VALQUÍRIA

O amor que nos permite o sonho em luz
Deveras tantas vezes traz a luta
E quem deseja tanto não reluta,
Enquanto em raro tom quer e seduz,

Meu mundo no teu mundo se entranhando,
Vencemos quaisquer medos e terrores
Seguindo mansamente aonde fores
O mundo se anuncia e dita o quando,

Valquíria; possa a vida nos trazer
O quanto se deseja em farto brilho,
Nas sendas que decerto ora palmilho
A certeza absoluta do prazer

Que possa a cada instante em todo verso
Tramar desta emoção, raro universo.

VALESCA

VALESCA

A soberana face deste instante
Marcando com o verso em voz macia
O todo que deveras moldaria
O raro e grande amor que me agigante,

Vivendo este cenário deslumbrante
E nisto o quanto possa e deveria
Traçar em plena luz a sincronia
Que um nobre amanhecer em paz garante,

Valesca se mostrando em plena glória
Mudando com certeza a minha história
Trazendo o quanto queira em cada passo,

Assim vivenciando este momento
Aonde sem temor algum eu tento
Singrar esta emoção que em ti eu traço.

VALERIE

VALERIE

Em tuas mãos percebo o quanto a vida
Expressa poderosa e plenamente
E nisto em cada passo se apresente
A sorte com certeza decidida,

No quanto mesmo o tempo ora duvida
E o sonho noutro engodo mais premente
Adentra o quanto encanto o peito sente,
E sabe da verdade presumida,

Não quero acreditar no que talvez
O mundo sem amor enfim desfez
E Valerie transcende ao quanto eu pude,

Vivendo sem temer felicidade
Encanto traz o quanto nos agrade
No amor que se mostrara em atitude.

VALERIANA

VALERIANA

Valeriana em raro prumo, eu vejo,
Vencendo as artimanhas de uma vida
Há tanto pelo tempo consumida,
Moldada com o anseio de um desejo,

E assim prevendo o quanto neste ensejo
A sorte traz a luta decidida,
E o passo na vereda construída
Nas tramas mais sublimes que ora almejo.

Meu mundo se anuncia aonde eu possa
Trazer esta expressão que sendo nossa
Expressa o grande amor que a vida expressa,

Sem medo do que possa ainda vir,
O tanto que devesse resumir
Mostrando esta emoção, rara promessa.

VALENTINA

VALENTINA

Na força que se emana de teus braços
Nos passos sem temer o que viria,
A vida se transcende em harmonia,
Vencendo os dias rudes, tolos, lassos,

O amor tomando assim estes espaços
Grassando sobre a rara fantasia
No quanto sempre molde e deveria
Vencer sem mais temor velhos cansaços.

E Valentina traz o quanto queira
A sorte mais audaz e verdadeira
Vencendo as intempéries com louvor,

Ascendo ao mais sublime patamar
Sabendo desde sempre o que encontrar
Nas tramas mais audazes deste amor.

VALDA

VALDA

Guiando os meus caminhos rumo ao quanto
Pudesse ser diverso e ter além
Do mundo que deveras quando vem
Expressa este momento onde o garanto,

A vida prosseguindo sem espanto
O amor que nos fizera seu refém
E o todo noutro instante sempre tem
Em Valda esta expressão que se faz tanto.

Audaciosamente nada temo,
E chego ao mais divino, amor supremo,
Ousando nas entranhas destas sortes

Que tanto poderiam ser diversas
E nisto com ternura também versas
E enquanto ora orientas, me confortes.

VACUNA

VACUNA

A vida tem em si tanta avidez
E traz a cada passo a divindade
Que possa me mostrar a imensidade
Do amor quando em amor, o sonho fez,

Vacuna quantas vezes tu me vês
Tentando demonstrar que a liberdade
Expresse mais que a plena claridade
Tramando o quanto possa em lucidez,

O verso te tocando mansamente,
O quanto deste encanto ora se sente
Presume alguma sorte mais sublime.

Meu mundo no teu mundo se entranhando
Num sonho bem mais claro, imenso e brando,
Aonde toda a dor em paz suprime.

URSULA

URSULA

Em Úrsula a beleza toma a cena
E rege cada passo aonde eu veja
A sorte tantas vezes benfazeja
No quanto esta esperança em paz acena,

A vida se anuncia sendo plena
E o tempo se permite o que se almeja
Vencendo qualquer forma de peleja
Buscando uma palavra mais amena,

Meu canto se mostrando mais diverso
Vivendo do que possa além eu verso
Vagando sobre estrelas no infinito,

E sei do quanto amor já se apresente
Num ato contumaz e enfim frequente
Que tanto a cada instante eu necessito.

ÚLIMA

ÚLIMA

Úlima que me trazendo o quanto expressa
Na face mais gentil, sabedoria,
O quanto com certeza me traria
Ao sonho mais além já recomeça,

O amor não se faria uma promessa
Apenas sem sentido ou já teria
No olhar a imensidão desta alegria
Que tanto quanto possa se confessa.

Mergulho nos anseios de um desejo
E o tanto que se queira logo vejo
Nas redes deste encanto sem igual,

Vivendo o quanto pude no passado,
O mundo neste instante desenhado,
Expressa o mais sublime ritual.

URÂNIA

URÂNIA

Celestial anseio que procura
A sorte mais audaz e que pudesse
Tramar além de toda esta benesse
O quanto diz da vida esta ternura,

Deixando o quanto fosse em amargura
Um novo encantamento ora se tece
Urânia que em farto sonho dita e merece
O brilho aonde o sonho em luz perdura,

Jamais a solidão que tanto entranha
Tomando com certeza a vaga sanha
De quem se fez poeta e nada traz,

Somente possa além do quanto tenho,
Vivendo com firmeza em raro empenho
Buscando ter no amor a imensa paz.

ULA

ULA

A dona dos meus tantos sentimentos
Que tanto traduzisse no horizonte
O quanto deste amor raro desponte
Vencendo com blandícia os desalentos,

Meus olhos procurando, mais atentos,
Do grande e raro instante a bela fonte
E nela cada passo aonde aponte
Deixando no passado os sofrimentos,

Em Ula esta certeza que transforma
Tomando a redentora e rara forma
Do amor incomparável, sem temores,

Assim a vida traça em meus canteiros
Momentos mais sobejos e altaneiros
Numa eclosão sublime: flores, cores...

UDA

UDA

O amor que trague enfim prosperidade
A quem por tantas vezes procurasse
Ter o melhor caminho em desenlace
Ainda quando a senda desagrade,

Não conhecendo além algema e grade
No quanto em rara força se mostrasse
Marcando o que deveras demonstrasse
No sonho feito em liberdade

Em Uda se observando com clareza
O quanto se tramando sem surpresa
A vida pode ser próspera e calma,

Domínios entre medos e quimeras
Nos sonhos que deveras queiras, geras,
A força penetrando mansa, na alma...

terça-feira, 20 de setembro de 2011

TURMALINA

TURMALINA

Trazendo o teu olhar que me fascina
E toma este horizonte em raro brilho,
Enquanto nesta senda hoje palmilho
O amor me leva ao sonho em Turmalina

A vida se mostrara e me alucina
O verso mais tranquilo que hoje trilho
E bebo da esperança em estribilho
No tanto que se possa e me domina,

Amar e ter nas mãos felicidade,
Viceja o quanto na alma em luz invade
Grassando a preciosa e rara senda,

Aonde o que se faça mais presente
Deveras traduzisse o quanto sente
O que esta alma decerto em paz atenda...

TULIA

TULIA

Pacífica presença deste encanto
Que possa traduzir felicidade
No quanto este desenho tanto agrade
Um passo para além hoje eu garanto,

Em Túlia esta certeza dita o quanto
Meu mundo noutro tom em claridade
Esboça o quanto possa na verdade
Cerzir o raro anseio e me agiganto,

Nos versos e nos termos onde um dia
Amor a cada passo refloria
Trazendo a mais sublime primavera

E nisto se anuncia o quanto a sorte
Transcende ao que deveras me conforte
E nisto o raro encanto em paz se espera.
20/09/11

1

Não quero acreditar no que não sinto
E nem soubera farta a dimensão
Do verso se tornando em negação
Meu mundo no cenário agora extinto,

Cerzindo o quanto pude ver distinto
Dos ermos onde voga o coração
E nesta maior queda o mundo cão
Expressa muito além do mero instinto.

A senda se cultua e me sepulta
A vida traz em si tal catapulta
Lançando-me decerto no não ser.

Dialógica esperança não viera,
A sólida expressão agora austera
Matando em nascedouro algum querer.

2

Cortantes ventos tocam a janela
E sei das nossas noites do passado
O verso noutro tom já desenhado
A vida noutro ocaso se revela.

Somente o que pudesse agora sela
Deixando a solidão como um legado,
E quando no vazio em vão invado
Meu barco segue abrindo cada vela,

E possa mesmo após o quanto apossa
A sorte renegando a velha troça
Destroços de minha alma em desventura,

No transitar insano de quem busca
Vencer a solidão na tarde brusca
Marcando o que deveras me amargura.

03

Sabendo do que veio e não pudesse
Tramar noutro sentido e dimensão
O verso se anuncia e neste vão
Apenas o caminho já se esquece.

O tanto quanto é rude e mata a prece
Dos ermos mais fugazes da emoção
A vida traz em fases floração
Negando uma clemência em rude messe.

O prazo determina o fim do jogo
E quando me entranhasse em pleno fogo
Das noites do passado, mera frágua.

A luta se anuncia noutro instante
A vida noutro caos nada garante
Enquanto a solidão em ti deságua.

TOMÁSIA

TOMÁSIA


Olhando para frente a vida traça
O quanto poderia e mais anseio
E sei deste caminho em devaneio
E nele com certeza toda a Graça,

O tempo sem remédio, sempre passa,
E toma da esperança inteiro o veio,
E sigo sem saber qualquer receio
Vagando em cada rua, beco ou praça,

Tomásia se anuncia enquanto eu pude
Traçar com mais vontade esta amplitude
Do verso que se mostre mais suave,

E o quanto na verdade se anuncia
Eclode no que possa a fantasia
Sem nada que decerto ainda a agrave.

TIRSA

TIRSA


A vida traz delírios e delícias
E neles entremeio cada verso
Ousando caminhar onde é diverso
O mundo feito em dores e carícias

De Tirsa procurando por notícias
Tramando o que de fato do universo
Um rumo mais atroz enfim disperso
E deixo para trás torpes sevícias,

No amor que se anuncia no horizonte
O quanto se traduz e já desponte
Mudando assim o rumo de uma vida,

Há tanto sem saber do que viria
Vibrando em consonante fantasia
Na sorte a cada instante sendo urdida.

TICIANA

TICIANA

Na venerável sorte que alimento
Do amor que em raro amor se transformasse
Mostrando com ternura a clara face
Do quanto possa além o pensamento,

Em Ticiana vejo este momento
E nele o mais sublime desenlace
Aonde toda a sorte se mostrasse
Tocada mansamente pelo vento,

Avento esta certeza que pudesse
Trazer neste horizonte uma benesse
Vagando pelos ermos de um caminho

Enquanto tantas vezes poderia
Viver com toda glória a sincronia
Aonde com certeza ora me alinho.

THARA

THARA

Em rara fortaleza o que se dera
Mostrando a imensidão do pleno amor
E nele com certeza este louvor
Trazendo ao meu olhar a primavera,

A sorte noutro encanto em paz tempera
Moldando o quanto possa em esplendor,
Vivendo a plenitude aonde for
Na sorte que se mostre em rara esfera,

E Thara me trazendo em confiança
O quanto a cada instante a vida alcança
Deixando sem temores o passado,

Vibrando em consonante maravilha,
O olhar que no infinito tenta e trilha
Expressa o coração enamorado.

TEREZINHA

TEREZINHA

Meu mundo se desenha em tal cenário
Quarando uma esperança a cada instante
E vejo neste olhar o deslumbrante
Momento tão audaz e necessário,

O tempo se fizera temerário,
Porém em raro alento já garante
O todo que se mostre radiante
Mudando todo o tolo itinerário,

Em Terezinha vejo o quanto possa
A vida sendo além imensa e nossa
Trazendo o que pudera acalentar

Nas teias deste enredo que se forma,
O amor que na verdade não tem norma
Tramasse sem temor céu, lua e mar...

THALASSA

THALASSA

Dos mares mais diversos pude ver
Esta presença rara e triunfal
Do amor que se mostrando sem igual
Traduza muito além de algum prazer,

Thalassa na verdade eu pude ver
Marcando com firmeza o ritual
Deveras tantas vezes sensual
Tramando o quanto possa o bem querer,

E sigo cada rastro que deixaste,
Na vida que se mostre em tal contraste
Vivendo plenamente o quanto pude

Buscando o quanto a vida se apresente
No canto tão suave e mais frequente
Vencendo o meu passado, amargo e rude.

Marlene

Marlene

Ousar e ter nas mãos este infinito
Que possa nos diversos sonhos tantos
Traçar com mais ternura tais encantos
E neles o que busco e necessito,

Do quanto ora pudesse em claro rito
Tramando este momento sem quebrantos
E tendo esta certeza, trago os cantos,
No todo que desenho e ora acredito,

Nos mares lusitanos, na esperança,
E sei da minha sorte que ora avança
Vencendo a mais diversa tempestade,

E quando esta certeza em paz acene,
Encontro na presença de Marlene
A bela fantasia que ora invade...

TEREZA

TEREZA

A vida traz nos olhos o que faça
Do sonho ser além de mera luz
E assim ao quanto possa e nos conduz
O encanto se transforma em presa, em caça.

Tereza se mostrando enquanto traça
A sorte que deveras reproduz
O verso mais sublime que compus
E nisto uma incerteza se esfumaça,

Apenas possa crer no quanto tenha
A vida que deveras mais convenha
Ao sonhador que agora tenta a sorte

Diversa da que outrora dominasse
Grassando o quanto veja em raro enlace
Trazendo todo amor que me conforte.

TERCIA

TERCIA

Tércia com suas mãos tão adoradas
Trazendo a mansidão que tanto quero,
Num ato mais sublime e sei sincero
Aonde com ternura tanto bradas,

Tramando as mais sublimes alvoradas
No verso que deveras tanto espero
Ousando num momento que tempero
Com todas as certezas ansiadas,

Não quero acreditar nos ermos traços
Dos dias mais doridos ou escassos
E os versos que reneguem cada sonho,

O todo se anuncia de tal forma
Que o passo com ternura se transforma
No quanto em raro encanto- amor – componho.

TEOLINDA

TEOLINDA

Nesta adorada fonte aonde o passo
Traduza muito além de um bem querer
Vivendo o quanto possa sempre ser
O rumo do teu lado quero e traço,

Vencendo com ternura este cansaço
O mundo num momento passo a ver
E sei da imensidão deste prazer
Que a cada novo instante em paz enlaço,

Teolinda quando amor nos dominasse
Sem medo sem temor e sem impasse
Gerando o quanto possa no infinito,

Deveras nada trago senão isto,
E sei que em tanto amor agora insisto,
Cerzindo o que deveras necessito.

TEODORA

TEODORA

Na divindade feita em rara glória
No encanto que desvendo em teu olhar
A sorte de poder decerto amar
Mudando com certeza a minha história

Outrora tão somente merencória
Agora noutro tom a se mostrar
O encanto se traçando a imaginar
Vivendo com certeza esta vitória,

Teodora me mostrasse o quanto a vida
Deveras noutra face resumida
Mostrasse em tanto alento o que mais quero,

Seguindo sem temer o que viria,
Trajando dentro da alma a poesia,
Num ato mais audaz, porém sincero.

TEMIS

TEMIS

Na justa e clara forma aonde um dia
Pudesse ser bem mais que mero ocaso,
O tempo sem sentido não atraso
E o verso noutro tom se emoldaria,

A sorte que pudesse ser vazia,
O mundo que deveras mais aprazo,
O tempo não se faça por acaso,
Vivendo dentro da alma a poesia,

Temis que se mostrara em lei eterna
Enquanto a cada instante o amor externa
Eclode e crisalida esta esperança,

Meu passo rumo ao quanto possa crer
Trazendo o quanto deve amanhecer,
No todo que se queira logo avança.

TELMA

TELMA

Na força que nos une e nos permite
Vencer o quanto venha noutra face,
O mundo sem temor já se mostrasse
Ousando ultrapassar qualquer limite,

E assim o caminhar quando acredite
Na vida como um raro desenlace,
O tanto que decerto ora moldasse
O quanto deste encanto necessite,

Em Telma o grande amor se desenhando
Vontade soberana desde quando
O tempo se mostrasse sempre assim,

Regendo cada passo que pudesse
Trazer com tal ventura uma benesse
Mostrando o quanto existe dentro em mim.

TAÍS

TAÍS

O quanto se admirasse e se completa
A vida nestes olhos raros, belos,
Quais fossem de esperanças os castelos
Tocando o coração deste poeta,

A luta se anuncia enquanto vejo
O tempo mais audaz e mais sublime,
O verso que deveras já redime
O quanto se mostrara noutro ensejo

Taís mostrando em glória o quanto a vida
Mudando a nossa história diz do sonho
Que tanto neste canto ora proponho
Na sorte a cada dia sendo urdida,

Vencer os meus diversos medos, quando
Meu mundo no teu mundo se entranhando.

TAÍGETE

TAÍGETE

Taígete mostrara tão somente
O quanto possa haver a cada instante
No todo que deveras agitante
Marcando o quanto deva e amor se sente,

O verso mais audaz, raro e presente,
Um dia sem igual, tão fascinante,
Moldando o quanto deva doravante
Trazer desta esperança uma semente

Erguendo este horizonte aonde um dia
Vivera o quanto em sorte se procura
Nas tramas mais diversas de um alento

Aonde se expressando o quanto tento
Ecoas dentro da alma cada verso,
E geras deste amor raro universo.

TAYLA

TAYLA

Seguindo cada passo rumo ao quanto
Desenhas com ternura e mais firmeza
A vida se anuncia sem surpresa
E o todo noutro passo enfim garanto,

Tayla ao se mostrar deveras tanto
Expressa a cada instante esta certeza
E nisto se moldando a fortaleza
Que a cada amanhecer eu adianto,

Lidera com total supremacia
O muito desde quando em ousadia
O sonho se anuncia em verso e luz,

Cenário ora moldado na esperança
Que tanto quanto possa nos alcança
E o máximo de encanto reproduz.

TAYARA

TAYARA

O amor nos dando as asas necessárias
Que possam adentrar neste horizonte
Aonde o coração decerto aponte
Seguindo qual falena, as luminárias,

As sortes tantas vezes temerárias
O sonho que traduza a rara fonte
Marcando o quanto possa e já desponte
Vencendo as tramas vagas, porém várias.

No quanto se anuncia o que se creia
O tanto que deveras devaneia
Ousando nesta sorte que pudesse

Trazer linda Tayara em liberdade
Alçando muito além do quanto invade
A sorte desenhada em tal benesse.

TAYANE

TAYANE


A lua dita os raios sobre nós
Na noite mais sublime que se veja
E sei do quanto possa em benfazeja
Verdade que traduz do amor, a voz,

O tanto que já fora mais atroz
A vida anunciando esta peleja
O canto noutro tom já se deseja
Moldando o quanto possa haver em foz,

Tayane mostraria com certeza
O rumo aonde siga a correnteza
Na enluarada sorte que nos toma,

O mundo se traduz além do quanto
Pudesse desenhar e assim garanto,
O quanto deste sonho em paz se assoma.

TATIANE

TATIANE

O quanto deste mundo fora nosso
E o tanto que se mostre quando além
O verso na verdade já contém
O todo que decerto enfim me aposso,

O mundo a cada passo agora endosso
Deixando no passado algum desdém
E vago sem temer o quanto vem
O amor já não seria algum destroço,

Tatiane demonstrando o que se queira
A vida nesta face derradeira
Mostrasse uma esperança aonde um dia

Vivendo sem temer o que deveras
Exponha o coração e enfrente as feras
Moldando o quanto tenho e mais queria.

TATIANA

TATIANA

O amor tem destas coisas, disto eu sei,
O fato que pudesse ser constante
Em outro se mostrando doravante
Marcando a mais diversa e bela grei,

O quanto deste sonho eu esperei
O sol que se mostrara radiante
E o quanto da esperança se garante
Tomada como fosse clara lei,

E Tatiana traz no seu olhar
Um mundo que pudesse imaginar
Tocado pela essência de uma vida

Há tanto noutro tom já se mostrando
Um dia mais suave e mesmo brando
Equânime cenário se decida.

TARSILA

TARSILA

Ousando sem temer o que virá
No tempo quando o vejo mais atroz
Escuto de Tarsila a mansa voz
E sei desta esperança desde já,

O mundo de tal forma mostrará
O quanto ora se anseia dentro em nós
E mesmo que pareça mais feroz,
A sorte noutro passo se fará,

Amar e ter nas mãos este infinito
É tudo quanto eu quero e necessito
Vencendo os meus temores contumazes,

Na senda mais sutil e mais completa
Minha alma se pudesse ser poeta
Cantasse o quanto amor enfim me trazes.

TANJA

TANJA

Amar e ter certeza do que um dia
Pudesse ser diverso do que há tanto
A sorte que deveras eu garanto
No encanto mais suave se veria,

Meu mundo se desenha em harmonia
E deixa no passado medo e pranto,
Seguindo esta expressão de raro canto
Mostrasse o tom suave da alegria.

E Tanja se transforma em raro arrimo
E sinto que em verdade o quanto estimo
Expressaria em verso a dimensão,

Do amor que nos tomando em luz e glória
Revela o quanto possa nova história
Trazendo dias claros desde então.

TANIA

TANIA

Tânia que me trazendo esta certeza
De um tempo mais audaz e mais sublime
Aonde cada passo enfim redime
O todo que levara a correnteza,

Meu mundo se anuncia e sem surpresa
O tanto que deveras mais estime
Ainda quando o sonho não suprime
Expressa o quanto possa com clareza.

Vencer os mais diversos e temíveis
Anseios que tramassem noutros níveis
Ausência e impertinência quando eu tente

Olhar com placidez o claro amor
Que possa num momento em tal fulgor
Gerar o quanto veja em tom clemente.

TAMMY

TAMMY


No quanto ora irradias, plena Graça,
O amor me transportando ao quanto veja
Da vida que deveras sempre seja
O todo quanto a vida em paz alcança,

Meu mundo se mostrando com pujança
A vida não seria uma peleja,
A sorte se mostrando benfazeja
Expressa o quanto possa em confiança

Em Tammy esta certeza se desnuda
E a sorte que pudesse mais aguda
Anseia novo rumo, mais tranquilo,

Sem medo do que venha, estou contigo,
E sei deste cenário onde prossigo
E sem pestanejar, sequer vacilo.

TAMIRES

TAMIRES

Tamires que decerto fora a guia
Dos sonhos mais diversos e felizes,
Enquanto a própria vida traz em crises
O quanto noutro passo poderia,

Porquanto a vida seja mais sombria,
O todo que desejas e me dizes
Deixando no passado cicatrizes
Transcende ao quanto deva em novo dia.

Meu mundo se apresenta de tal forma
Que o todo noutro instante se transforma
Moldado pelos ermos de um momento,

Aonde o que se expresse dita o mundo
E nele com ternura eu me aprofundo,
Noutro cenário em brilho enfim me alento.

TAMARA

TAMARA

Tâmara me trazendo esta certeza
De um tempo aonde eu possa ter a mais
Os sonhos mais audazes sem jamais
Perder o quanto possa a correnteza,

O amor quando se faz em tal nobreza
Mal importando velhos temporais
O tanto que deveras dita iguais
Anseios nesta vida em tal beleza,

No amor tão docemente desenhado,
O verso que pudera e sempre brado
Ousando noutro canto mais audaz,

A sorte se emoldura num momento
E sei do quanto possa e mesmo tento
O quanto o sonho atento ora me traz.

TALITA

TALITA

Ousando além do quanto imaginasse
O mundo se apresenta de tal sorte
Que tendo esta expressão que me conforte
Amor se pressupondo em raro enlace,

E o quanto deste todo emoldurasse
A face mais sublime além do corte
Que possa traduzir o claro aporte
Do tanto que pudesse e me tocasse,

Talita traz no olhar esta esperança
Que quando com firmeza nos alcança
Refaz nosso caminho rumo ao todo,

Vencendo com certeza algum engodo,
E sei do que este encanto traz em luz,
E o tanto que deveras reproduz.