EMOÇÃO
Esplêndida emoção em verso e brisa
Chegando mansamente, traz o beijo
De quem há tanto tempo eu já desejo
Perfume que este céu aromatiza.
O vento se aproxima e assim me avisa
De toda esta alegria que eu prevejo,
Mostrando um Eldorado em que me vejo
Contigo na manhã que o sonho frisa.
Um sono mais tranqüilo, o vento traz,
Decerto não terei mais pesadelos,
O vento emaranhando os teus cabelos
Delícia de carinho mais audaz,
Apascentando um velho coração,
O vento tão suave da paixão...
MARCOS LOURES
PARA TANTOS, PRINCIPALMENTE MARCOS GABRIEL, MARCOS DIMITRI E MARCOS VINÍCIUS. MINHA ESPERANÇA. RITA PACIÊNCIA PELA LUTA.
sábado, 9 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
LA INMENSIDAD DEL NADA
LA
INMENSIDAD DEL NADA
Percibo
en tu ausencia la expresión
De viejas
novedades sin promesas,
Vacios
represados dentro en alma,
Sombríos
días dicen de mis sueños.
Me he
perdido sin defesas, un demente,
Un mundo
imaginario en paz, lejano.
La
locura dominando en viejo amor,
Deseos
sin sentido, sin provechos,
Amargas
ilusiones, versos tristes,
Dibujos
sin siquiera una certeza,
La insensata
procura, sin respuestas.
Una paliza
envuelve la ternura,
Y, increíblemente
me calma.
Pero
cuando esas verdades se denudan
La inmensidad
del nada toma mi alma…
MARCOS
LOURES
EM PLENA FESTA
Em brisas, maciez, em plena festa
O canto que enaltece em poesia
O tanto que pudesse e se faria
Enquanto a mesma prece a paz atesta,
Restando do passado a menor fresta
Que gera a mais sublime fantasia,
O verso noutro tom mergulharia
Marcando com ternura o que me resta.
Mecânicas diversas deste encanto
No amor que desde sempre em luz garanto
Vestindo a melhor face da esperança.
No tempo aonde possa perceber
Beleza neste raro amanhecer
Aonde o meu caminho em brilho avança.
MARCOS LOURES
O canto que enaltece em poesia
O tanto que pudesse e se faria
Enquanto a mesma prece a paz atesta,
Restando do passado a menor fresta
Que gera a mais sublime fantasia,
O verso noutro tom mergulharia
Marcando com ternura o que me resta.
Mecânicas diversas deste encanto
No amor que desde sempre em luz garanto
Vestindo a melhor face da esperança.
No tempo aonde possa perceber
Beleza neste raro amanhecer
Aonde o meu caminho em brilho avança.
MARCOS LOURES
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
ANTIGUA SENSACIÓN
Antigua
Sensación
La
antigua sensación de soledad,
Dibujos
de otros tiempos que aun percibo
Viviendo
entre tantas sensaciones
Sutiles
sensaciones confluyentes.
Despacio,
un caminero en noche fría,
Sombrías
calles, puertos lejanos.
Luciérnagas
en estrellares ensueños,
Boceo
entre las cenizas de un pasado inocuo,
Estúpido
soñador que se ha perdido
Entre
las orillas de esos riachuelos ha tanto sequíos.
La misma
sensación de soledad.
La vieja
compañera, hermana constante singlando
Todo
eso camino, de la cuna hasta el fin…
MARCOS
LOURES
UMA ESTRELA
Uma estrela acendendo no meu sonho
Brilhando imensamente toma o céu
E sei do meu caminho em carrossel
Gerando o quanto quero e mais proponho,
O verso que pudesse ser risonho,
O tempo se transforma em raro mel
E o vento de um passado enfim cruel
Expressa o quanto eu quis e ora componho.
Vestindo o grande amor, mera ilusão?
A sorte se ultrapassa em dimensão
E gera novo ser já renascendo
Após o quanto outrora se esvaísse
No tanto que fugisse da mesmice
Deixando para trás o céu horrendo.
MARCOS LOURES
Brilhando imensamente toma o céu
E sei do meu caminho em carrossel
Gerando o quanto quero e mais proponho,
O verso que pudesse ser risonho,
O tempo se transforma em raro mel
E o vento de um passado enfim cruel
Expressa o quanto eu quis e ora componho.
Vestindo o grande amor, mera ilusão?
A sorte se ultrapassa em dimensão
E gera novo ser já renascendo
Após o quanto outrora se esvaísse
No tanto que fugisse da mesmice
Deixando para trás o céu horrendo.
MARCOS LOURES
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
UM NOVO PASSO
Ensaiando um novo passo
Rumo ao quanto eu poderia
No momento onde se cria
A verdade eu não desfaço.
O que possa e sempre traço
No meu sonho em utopia
Traz a velha fantasia
Superando algum cansaço;
Resumindo o quanto tenha
Meu caminho sabe a senha
Da emoção que nos complete,
Adormeço em esperança
Quando o sonho sempre avança
E este amor, a paz, reflete.
MARCOS LOURES
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
LAISSANT DERRIÈRE
Laissant derrière
Un éclairage de l'étoile dans mon rêve
Lumineux. immensément prendre le ciel
Et je sais que mon chemin carrousel
Générant
voulez et combien plus je propose,
Le
verset qui seraient riant,
Le temps
devient rare miel
Et le
vent d'un passé plus cruel
Exprimer
combien je voulais et maintenant composer.
Porter
le grand amour, illusion?
Le
lot est dépassée en taille
Et
crée de nouvelles renaître
Après
beaucoup disparu une fois
Dans
les deux fuir la monotonie
Laissant
derrière lui le ciel horrible.
MARCOS
LOURES
BRUMAS
BRUMAS
Las brumas envolviendo mis sentidos,
Un horizonte gris sin paz o mismo
La dicha deseada por quien busca
Momento que jamás conocería,
La fuente más suave, la palabra
Marcando con dulzura donde otrora
Viviera solamente mis errores,
Las ventanas cerradas, el vacío.
Las brumas envolviendo todo verso,
Disperso entre diversas ilusiones
Las heridas profundas, desalientos,
La piel marcada en fuego, en carne viva.
Carnicerías y buitres más feroces,
Las fieras entre risas, carcajadas,
Y el corazón expuesto entre crocitares
Cuchillos y puñales,
Porras y fracturas, nada más.
Tan solo la expresión contumaz
Como fuera una canción antigua,
Singlando desde la niñez hasta el final…
MARCOS LOURES
ENTRE NAUFRÁGIOS
ENTRE
NAUFRÁGIOS
La brisa
más sencilla, rara fiesta,
Un canto
que se haciendo en poesía
Pudiera
cambiar en alegría
Lo cuanto
de tristezas aun se atesta,
Del pasado
la noche tan funesta
Ahora
se desnuda en alegría
Volviendo
más tranquilla, fantasía,
La suerte
redentora, una respuesta,
Mecánicas
diversas, todo encanto,
La vida
transcurriendo en riso y llanto,
Cubierta
con la faz de una esperanza,
El tiempo
donde pude percibir
Lo cuanto
es necesario nuestra danza
Que pueda
entre naufragios, resurgir…
MARCOS
LOURES
sábado, 26 de outubro de 2013
INESTABLE AMOR
INESTABLE
AMOR
Una expresión
de amor inestable y frágil
Trasciendo
dentro en alma otra verdad
En la
diversidad ruda o sutil
Viviendo
por vivir todo momento.
Envuelto
por tus brazos, tus tentáculos
Percibo
una fatal iniquidad.
Vacancias
en tinieblas, lejanías,
Volviendo
hasta el nada que has tramado.
Boceo
entre rudas olas
Cuando
percibo en mis manos
Señales
de otros tantos desatinos.
Huellas
dejadas entrañadas
En la
carnicería más feroce,
Ensueño
se cambiando en tempestad,
Dibujos
espectrales de la esperanza…
MARCOS LOURES
SANGRIENTAS ILUSIONES
Sangrientas
ilusiones
El tiempo
de vivir ya no presume
Preguntas
entre tantas decepciones
Prosigo
en tormentosas noches vanas
Bebiendo
las ilusiones sangrientas.
Riesgos
en abismales deseares,
Tenaces
penetrando todo el ser.
Arcando
con terrores ya vividos,
Olvidándome
de una caliente expresión
Jugada
sobre los cantos de mi hogar,
Viejo
nido desplazado y lejano.
Restaría
alguna suerte más tranquilla,
Pero
solamente camino entre las piedras contumaces
Hasta
llegar el fin de eso engodo,
Cambiado
en una historia sin sentido o porvenir.
El epilogo
se acerca. Lo último escenario
Hasta
bajarse el telón…
MARCOS LOURES
BOQUETE
BOQUETE
Esperanza
– boquete entre dolores,
Nuevas
y antiguas porras marcando la piel
Con sus
cicatrices profundas y profanas.
Amores
y temblores, arcángeles y demonios.
Son mis
laureles, mis caminos, las ramblas y callejuelas
Aceros
penetrando mis ojos, transfigurando las ilusiones
Muertas
imágenes renacidas entre los tormentos descaminos…
Pero
creo en un nuevo tiempo que jamás volverá.
Fomentando
la espuria esperanza,
Un boceto
de nueva vida, abortada en su esencia…
DIMITRI
REIS
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
O QUANTO ME CONDENAS
O QUANTO ME CONDENAS
Não mais se apresentando o sentimento
Aonde o meu caminho fora apenas
O tanto que deveras me condenas
Enquanto novo dia sempre tento,
Vestindo o quanto é rude este lamento
Bramindo quando em vão tu me envenenas
As frases entre as quais não mais serenas
Nem mesmo apaziguasse o imenso vento.
Mecânicas diversas desta sorte
Sem ter quanto pudera e me conforte
O marco se transforma em ironia,
E brindo cada passo que pudera
Trazer de novo viva primavera
Embora na verdade nada havia.
MARCOS LOURES
Não mais se apresentando o sentimento
Aonde o meu caminho fora apenas
O tanto que deveras me condenas
Enquanto novo dia sempre tento,
Vestindo o quanto é rude este lamento
Bramindo quando em vão tu me envenenas
As frases entre as quais não mais serenas
Nem mesmo apaziguasse o imenso vento.
Mecânicas diversas desta sorte
Sem ter quanto pudera e me conforte
O marco se transforma em ironia,
E brindo cada passo que pudera
Trazer de novo viva primavera
Embora na verdade nada havia.
MARCOS LOURES
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
NÃO É PROIBIDO PENSAR
Como não é proibido pensar, uma coisa me chama a atenção e
me preocupa muito, tanto quanto cidadão como também profissional da saúde.
Vivemos uma situação crônica, porém grave de ausência de
atendimento primário de saúde pública no país. Isso é quase uma unanimidade
entre os que lidam diretamente ou indiretamente com essa realidade.
A situação é de caos absoluto em mais de 700 cidades do
país, ou seja, mais de 10% dos municípios.
Há uma reclamação com relação à falta de investimento
público e essa é uma realidade, porém quando o governo resolve atender às
justas reivindicações da sociedade,
conclamando a classe médica brasileira a diminuir esse caos pagando
cerca de 15 salários mínimos, a resposta do CFM e da classe médica é de, além
da negativa de aceitação da proposta, uma “revolta” orquestrada politicamente
contra a própria população carente.
A situação é caótica e isso só não vê quem não tem olhos
nem sensibilidade ou um mínimo de bom senso.
Acho muito interessante quando se publicam imagens de
miseráveis famintos na África que são tocantes e realmente assustadoras.
A realidade das cidades sem atendimento primário de saúde
se aproxima dessa realidade, com o agravante de termos recursos e número de
profissionais que poderiam minimizar ou mesmo exterminar essa terrível face da
injustiça social.
A vinda de médicos estrangeiros quando na negativa dos médicos
brasileiros de participarem de uma melhora do atendimento básico de saúde é de
vital importância para que essa realidade se modifique.
Mas, a reação da classe médica agredindo os que se
dispõem a cumprir esse dever social que ela se nega a cumprir me faz pensar
que, numa situação de emergência e essa é a realidade de 700 municípios
brasileiros, como seriam recebidos os Médicos Sem Fronteiras e a Cruz Vermelha
Internacional.
A morte de crianças e de doentes crônicos pela simples
falta de assistência primária é calamitosa, e tão grave quanto a realidade dos
famintos africanos.
Será que é esse o país que queremos?
Será que é esse o mundo que queremos?
HUMANITARISMO é isso?
Convido a quem não conhece, dar um pulinho e morar numa
dessas cidades durante alguns meses para sentirem essa realidade mais de perto,
antes de agredirem quem pode, na negativa da classe médica brasileira, dirimir
esse sofrimento.
Será que pediremos REVALIDA aos médicos sem fronteira e à
Cruz Vermelha?
A situação é de emergência amigos.
Somente isso...
Assinar:
Postagens (Atom)