terça-feira, 30 de agosto de 2011

Anastácia

Anastácia

O amor que renasceu nos braços teus
Depois de tantos anos; solitário,
Encontro o quanto eu tente, itinerário,
Sem medo de sequer um novo adeus,

Os olhos enfrentaram turvos breus,
Agora noutro instante, um relicário,
Vibrando neste sonho necessário,
Atinge de esperanças apogeus.

E sei do quanto possa ser assim
A vida quando outrora tão ruim,
Exige com certeza mais audácia

E tendo finalmente ressurgido
O amor que imaginara já perdido
Encontro a salvação em Anastácia...

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