Mergulhos entre enredos e sinais
Diversos dos que tanto poderia
Tramar nesta expressão de um novo dia
Vagando sobre os templos abissais,
No quanto deveria e nunca mais
A sorte se trouxesse em voz sombria
E o tempo se perdendo em sincronia
Bebendo dos temíveis temporais,
Atemporais vontades; beiro o mar,
E quando em areais vejo o passado,
Meu barco no vazio naufragado,
A vida sem sentido a se moldar,
O quanto prenuncia a sorte além
No fundo nada resta e nada tem...
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