Fiona
Os céus em limpidez; raro azulejo,
E o sol tomando a Terra neste instante
No quanto a vida fosse fascinante
Marcando com ternura o que desejo,
O verso se transforma a cada ensejo
E vibro nesta senda consonante
Ousando num momento deslumbrante
Vagar sem ter sequer temor ou pejo,
E tanto quanto a sorte ora me abona
No amor que se moldasse em ti, Fiona,
A luta não cessasse e sendo assim,
O mundo se denota em verso e luz
Enquanto a cada passo reproduz
O quanto inda resiste dentro em mim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário