quarta-feira, 7 de setembro de 2011

FULGÊNCIA

FULGÊNCIA

Brilhando sobre a noite tenebrosa
A deusa dos meus sonhos com clemência
Expressa a maravilha em pura essência
E mostra a sua face majestosa,

Na vida que se mostre caprichosa
Encontro o raro amor vivo em Fulgência
E nada do que trame impertinência
Impeça o florescer da rara rosa,

O verso mais profícuo, a luz tão nobre,
O encanto de teus olhos já recobre
E molda no infinito fulgurante

Cenário que se possa resumir
No tanto que devesse repartir
E nisto cada encanto se garante...

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