LISSANDRA
Vivendo o quanto a sorte poderia
Trazer noutro momento aonde eu tente
Vencer este temível e inclemente
Cenário feito em rude fantasia,
Nas tramas que deveras eu traria
O olhar de quem se fez um penitente,
Ainda que deveras sempre alente
O canto se desnuda em tal magia,
Lissandra libertando cada passo,
No amor que mansamente sigo e traço
Sem medo do que venha no depois,
Jamais imaginasse ser assim,
O quanto se desenha dentro em mim
Depende tão somente de nós dois.
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