sexta-feira, 9 de setembro de 2011

- RARO CAIS

Seguimos lentamente sem destino
Vagando em noite intensa, claridade
E quando este delírio nos invade
Decerto sendo teu eu me alucino,
E bebo deste encanto cristalino
Enquanto discernindo a realidade
Presente em meu olhar a imensidade
O sol de uma esperança eu vejo a pino.
E quanta vez eu tive degradado
O sonho noutros dias, triste enfado,
Resisto aos mais diversos temporais
Sabendo que deveras junto a ti,
Encontro o que sonhara e já perdi,
Depois das tempestades, raro cais.

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