SAYDE
Sayde se assenhora dos meus dias
E nisto se reveste uma esperança
De um tempo mais audaz em confiança
Vivendo cada passo que trarias,
Nas tantas e diversas ironias,
O mundo no vazio às vezes lança
Matando o quanto houvera em temperança
Deixando noites rudes e sombrias,
Os olhos procurando quem alente
O amor que nos transforme ora envolvente
Expressa a maravilha do que pude
Tentar noutro cenário mansamente
O tanto que pudera e já se sente
No renovar da minha juventude.
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