- SEM FRONTEIRAS
A minha mão desliza mansamente
E encontra sem fronteiras as vontades
E sinto-te deveras quando invades
Com tua imensidade e já se sente
A vida com ternura iridescente
Porquanto mais desejo, sintas, brades
Percebo em ti sobejas claridades
E nelas tanto amor que enfim frequente
Uma alma muitas vezes solitária
E tendo esta expressão divina e rara
Um sonho realizado se declara
Embora a vida seja procelária
Certezas de outros dias mais felizes,
Deixando para trás quedas, deslizes...
Nenhum comentário:
Postar um comentário