sexta-feira, 9 de setembro de 2011

- VENAL ESTRAGO

- VENAL ESTRAGO

Quando do mal percebo esta presença
Na pútrida ilusão que ainda trago,
Assim ao perceber venal estrago,
Nem mesmo a lividez diz recompensa,

E quando mergulhara nesta crença
E dela com terror sorriso mago,
O pântano penetro e sem afago,
A morte não traduz sequer ofensa.

Espúria garatuja imunda resta
Adentra o tumular caminho em fresta
E torna mais corrupta a própria sorte,

Quem pode discernir paixão e luta
Agora ao ver o fim já nem reluta
E tem na podridão seu fim e norte.

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