domingo, 30 de outubro de 2011

Sou triste

Sou triste

Pavores e tristezas vão dançando.
Morrendo pouco a pouco no poente,
O sol que um dia esteve iluminando,
Afasta-se e no frio se pressente

A noite que virá me maltratando,
Até que a morte chegue de repente,
Sem avisar nem mesmo aonde e quando,
Levando o que sobrou, quase indigente.

Assim persegue em vida, o meu Calvário,
Sou triste, isso jamais eu escondi.
O tempo de viver é temporário,
Felicidade nunca esteve aqui.

Apenas solidão em dura prece
Cativa, inda resiste e me obedece...

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