Altivos
Presumo o quanto resta deste sonho
Envolto nos meus próprios elementos
E sigo sem sentir meus pensamentos
Distantes do que tanto te proponho,
Vestindo o quanto resta mais bisonho
Entregue sem saber aos fortes ventos,
Ousando acreditar nos sentimentos
Que tanto desnudassem onde me ponho,
Ecléticas loucuras, ermos passos,
E os dias de alegria mais escassos
Os traços de um passado sempre vivos,
Nos erros costumeiros de quem ama
A vida se entranhando em corte e lama,
Os olhos mesmo assim seguem altivos.
Loures
Nenhum comentário:
Postar um comentário