VELHAS CRISES
A encontrarei tão calma na alvorada
Dos dias que serei bem mais feliz.
A sua alma serena, iluminada,
Uma cor radiante em seu matiz.
Pois você tem tal dom locomotriz
Que não permite medo nem parada,
É de todas as forças, a raiz,
É início e rumo desta estrada.
Como posso viver sem a ternura
Que emana de você, que a paz procura,
Dos sonhos e desejos raro fulcro
As feridas; com calma, cicatrizes,
Deixando no passado velhas crises
Das dores, sofrimentos, o sepulcro...
LOURES
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