Pensara na verdade num cordel,
Talvez fosse melhor, mas sem ter tempo
Nem medo de castigo lá do céu,
Neste soneto vou sem contratempo
Falar de um fato insólito que eu soube
Que um dia aconteceu com meu cunhado.
Apenas, meu amigo, a mim já coube
Dizer o que deveras foi contado.
Um dia passeando em noite cheia
Clarão no qual a mata se incendeia
Ouvindo um tal relincho em noite fria.
Correndo e sem cabeça. Viu jumento
Armado com terrível instrumento.
A culpa? Desta tal pedofilia...
Nenhum comentário:
Postar um comentário