Embebo meu desejo no teu vinho,
Que em todos os momentos inebria.
Na música suave dum arminho,
Teu vinho me sacia e me vicia...
Momentos sem temor, pudor tão vago;
Nos tragos que me fazem delirar...
Nos lagos resultantes dos afagos,
Sem medo, sem segredos, mergulhar...
A noite em fanatismo se procria
E cria nossos versos em dueto.
De tanto que eu desejo desvaria.
Aos loucos pensamentos, me remeto...
E quero teu amor, manso e dolente.
Na noite que traçamos, envolvente...
Nenhum comentário:
Postar um comentário