Estrelas que bebemos já perdidas
Encruzilhadas tantas; encontramos,
Esgotos demonstrando que as saídas
Distantes das que – loucos – desejamos.
Nos lodos enfrentados, nossas vidas
Envergam com os pesos destes ramos,
As perdas na verdade mal carpidas
Realçam o vazio que deixamos.
Mas amo cada fonte em sangradouro,
Tomando meus estúpidos venenos
Talvez inda me reste o teu tesouro,
Ancoradouro insano e insatisfeito,
Aguando com desejos mais serenos
Salvando de uma seca o velho peito..
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