Lembranças deste tempo onde não fomos
Senão um precipício de loucuras.
Roubando dos prazeres tantos gomos,
Bebendo em nossos corpos amarguras.
Vadias tempestades em torturas,
Carinhos delicados e ternuras,
As matas embrenhadas, mais escuras,
Delícias mais profanas como impuras...
Champagne derramada nos teus seios,
Nos rumos se perderam os juízos...
Emigro em nossas luas sem receio.
Sinônimos divinos, paraísos.
Não víamos sequer romper o dia,
Na vida tão orgástica, alegria...
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