Me pego perguntando aonde vais
Bem sei que não possuo esse direito.
De tanto que tentei um novo cais,
Inquieto, em tempestade, insatisfeito...
As noites que escapava, na surdina,
Tramando uma esperança que não vinha...
Rompendo a madrugada, dura sina.
A sorte se mostrava má vizinha.
Marcado pelo medo da saudade,
Em volta com a dura solidão.
O medo de perder a liberdade,
Envolto na penumbra da paixão...
Só resta no meu peito esta certeza,
Saber que tanto amei a ti, princesa...
Nenhum comentário:
Postar um comentário