Menina que me deu certa esperança
De ter na vida lume e ver saída...
Versando por verdades, sem vingança,
A lida vinda pede nova vida...
Renovo meus amores- contradança
Meu leme não se parte na partida...
Confio nos meus fios sem fiança,
A mão que acaricia; concebida...
Menina que me nina nunca pára,
Não pare de trazer nova jornada.
Jornal que nunca lido se compara,
distante das sarjeta; bela estrada,
Amor sem sofrimento é coisa rara,
É jóia que se fez bem lapidada.
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