A mocidade goza seu segredo!
Quem sabe não seria a minha conta...
Os ventos nunca deixam o arvoredo,
A lua embevecida anda tão tonta.
Futuro se escondendo traz o medo,
O rastro que deixou de novo aponta
A ponta mais feroz deste torpedo.
A vida se desnuda numa afronta
Lembrei dos velhos tempos de menino,
Sem saber encarava meu calvário...
As orquestras fingiam um novo hino
Espalhavam meus sonhos pelo mar...
Meu bisonho e decrépito fadário:
Aprender conjugar o verbo amar!
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