O vento balançando, ouvindo meu clamor...
As noites vão morrendo, espero um novo dia...
Não quero mais saber deste teu “grande” amor...
A vida se demora em cada sinfonia...
Os beijos que negaste, estranha fantasia,
Não deixam nem recado, expressam teu rancor.
A morte vai chegar, cessando essa folia...
Não pude perceber, frio se fez calor...
O medo que travaste, em versos se perdeu.
A lua que chegava, a sombra derreteu.
Amores mais sutis, cinzas do meu passado...
Um sino vai dobrando avisa que já fui...
Não quero mais saber. Preciso, o teu recado...
Castelo que encantado, amor depressa rui.
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