Os velhos mercenários vão mudando
Esquemas em seqüência, nas seqüelas
Dos pobres infelizes, retomando
As fúrias gigantescas, fartas velas.
De todas as misérias usurpando
Vendendo o bom Judeu em ricas telas,
Nas tetas destas cruzes vão mamando,
Nas águas e na areia, sempre “belas”.
Hipócritas vestidos de saiote
Barbado na barbárie viciado.
Casando até burguês divorciado,
Até no pobre Cristo dando o bote.
Amiga não se engane, é o diabo,
Debaixo do saiote, esconde o rabo..
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