domingo, 25 de março de 2012

Os velhos mercenários vão mudando

Os velhos mercenários vão mudando
Esquemas em seqüência, nas seqüelas
Dos pobres infelizes, retomando
As fúrias gigantescas, fartas velas.
De todas as misérias usurpando
Vendendo o bom Judeu em ricas telas,
Nas tetas destas cruzes vão mamando,
Nas águas e na areia, sempre “belas”.
Hipócritas vestidos de saiote
Barbado na barbárie viciado.
Casando até burguês divorciado,
Até no pobre Cristo dando o bote.
Amiga não se engane, é o diabo,
Debaixo do saiote, esconde o rabo..

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