Qual simples andorinha vou a esmo,
Em busca do descanso tão sonhado.
Desejo que bem sei, é sempre o mesmo,
Viver tão calmamente do teu lado.
Mas voas, borboleta, sem destino...
Revoas por caminhos tão distintos.
Te quero, meu amor, desde menino
Entranho sem pudor, os meus instintos...
E sinto as ilusões mais passageiras
Retratos do passado, primaveras...
Paixões que sempre foram verdadeiras
Dominam pensamentos, me temperas...
E corro te buscando pelo espaço,
Vagando, um novo rumo, louco, traço...
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