Quando falo contigo, minha amada,
Parece que este lume me consome.
Viver é quase sempre uma cilada,
Amor por tantas vezes, simples nome...
Eu ouso muitas vezes murmurar
Falando desta febre que me queima.
Te busco neste raio de luar
Tentando te encontrar, coração teima...
E sinto no meu peito delirante
A febre de te amar que me alucina.
Eu quero um grande amor belo e constante.
Que trague teu sorriso de menina....
Não trague meu amor tanto martírio.
Só quero em nossa vida esse delírio!
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