Por vezes tanto medo, solidão,
Pousando em pesadelos, noites frias,
E quando sem sentir não percebias
O quanto deste encanto fora em vão,
A chuva perpetua este verão
Em noites mais atrozes e sombrias,
Porém aos poucos sei que concebias
Os dias em que os passos se farão
Libertos do que seja tal corrente
E mesmo quando a dor do corte sente
Rupturas necessárias, liberdade...
O tempo cicatriza, a vida trama
O renascer sublime em outra trama
Do encanto traduzido em claridade...
Loures
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