QUANTOS CAMINHOS?
Quantos caminhos tenho até chegar
A mansidão do colo de quem amo,
Passando por montanhas, vales, mar,
Vivendo qual cativo fujo d’amo
E busco a liberdade par em par
Com sonhos que já tive e sempre exclamo
Na fúria de poder não mais deixar
Que o tempo se assoberbe em cada ramo
Das matas ciliares do que penso,
E tramo toda noite em minha cama;
Vivendo em tal angústia; sempre tenso,
Aguardo que termine nossa história
Da forma que mais quero e que reclamo,
Louvando o nosso amor em plena glória...
MARCOS LOURES
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