VELHAS ILUSÕES
As velhas ilusões que alimentamos
De um tempo aonde o mundo fosse além
Do nada que de fato inda contém,
Matando este arvoredo, os podres ramos.
Aonde sem escravos, donos e amos,
Um novo horizonte feito em raro bem,
Um canto sem tormento e sem porém,
Apenas decepções; colecionamos.
Pressinto noutro vento o mesmo engodo,
Amostras denegrindo enfim o todo
Neste inerente enredo apocalíptico,
Será que o problema é só político?
Talvez a face que de fato se degrade
Expresse em tons fiéis: humanidade...
Marcos Loures
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