EXPONDO A DOR
Na lividez da face expondo a dor
De quem por vezes tive uma certeza
O amor ao exigir tanta destreza
E nela novamente recompor
Na lividez da face expondo a dor
De quem por vezes tive uma certeza
O amor ao exigir tanta destreza
E nela novamente recompor
O quanto poderia em nova cor,
Vencendo com furor a correnteza,
Aonde se tornando vaga a mesa
Realidade nega este favor.
Eflúvios do passado me rondando,
Afãs diversos quando em contrabando
As sortes se evadiram; nada resta.
A podridão gerada pela vida
Herdando com terror a fria ermida,
Irônico estribilho dita a festa.
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