Levando a vida ao fim
Depois da tempestade
O quanto desagrade
O prazo gesta enfim
O todo noutro sim
E sem a liberdade
A morta ansiedade
Traduz o nada em mim,
Escuto a voz do vento
E quando busco e tento
Saber de nova fonte
Apenas a semente
Morrendo se apresente
Aonde desaponte.
MARCOS LOURES
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