segunda-feira, 2 de abril de 2018

SOL

Quando o rei sol a mando do seu brilho

Buscava pelo espaço, companheira,

Ao ver um simples astro no seu trilho.

Inerte, semi morta, numa beira.


Pensou como podia transformar

De tão simples beleza em algo mais,

Nos seus braços, deitou e fez luar,

De tal amor repleto em mansa paz...


A lua com seus raios que refletem

Os raios que lhe manda esse rei sol,

Amores sem igual que se repetem


Iluminando todo esse arrebol...

Amores como o nosso, neste astral,

Por vezes num eclipse assim total!

MARCOS LOURES

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