TRAGO ORA COMIGO
O novo mata o antigo
E discrimina o fato
Do quanto não constato
E trago ora comigo,
A sorte aonde abrigo
Mudando eu já retrato
No canto enquanto abstrato
Não traz qualquer perigo,
E assim em barbarismo
O quanto além eu cismo
Matando o que é senil,
Destarte nada levo
Jamais sendo longevo
Jamais se repartiu.
MARCOS LOURES
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