Edmara
Edmara me trouxera o mais perfeito
Caminho aonde tanto em paz decido
Vencendo o delirar e nisto olvido
O sonho mais atroz em ledo pleito,
Ainda quando muito o quanto aceito
Expresso neste enredo decidido
E todo o meu anseio presumido
Encontra na verdade o vago leito,
Os rios afluências, medos foz.
E o tanto que pudera haver em nós
Ao menos me traria algum alento,
Mas vejo tão distante deste olhar
O quanto poderia imaginar,
Porém sem mais defesas, tanto eu tento...
PARA TANTOS, PRINCIPALMENTE MARCOS GABRIEL, MARCOS DIMITRI E MARCOS VINÍCIUS. MINHA ESPERANÇA. RITA PACIÊNCIA PELA LUTA.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Emmanuelle
Emmanuelle
Enquanto este desejo se revele
Nas tramas mais ousadas da esperança
O verso noutro instante além alcança
E bebe deste sonho, Emanuelle,
O verso noutro tom enquanto atrele
A vida em mais diversa confiança
O mundo se transcende e ora se lança
Enquanto a sorte imensa a vida sele,
Não temo o que virá, porém vivo,
Além do que pudesse um lenitivo
Num êxtase supremo, claridade,
E o mundo sem temores e vagares
Enquanto noutro instante demonstrares
Permite o que deveras tanto agrade.
Enquanto este desejo se revele
Nas tramas mais ousadas da esperança
O verso noutro instante além alcança
E bebe deste sonho, Emanuelle,
O verso noutro tom enquanto atrele
A vida em mais diversa confiança
O mundo se transcende e ora se lança
Enquanto a sorte imensa a vida sele,
Não temo o que virá, porém vivo,
Além do que pudesse um lenitivo
Num êxtase supremo, claridade,
E o mundo sem temores e vagares
Enquanto noutro instante demonstrares
Permite o que deveras tanto agrade.
Eleonor
Eleonor
Aonde se quis tanto e nada veio
Somente a mesma farsa que se estende
Enquanto o quanto pude não se entende
Senão como se fosse algum receio,
E bebo deste encanto e sigo alheio
Ao quanto poderia e não se atende,
Vagando sem sentido o nada rende
Ausenta-se decerto em devaneio,
O amor que tantas vezes enaltece
Também por outro lado em leda messe
Expressa o sofrimento e gera a dor,
Mas nada disso importa quando vejo,
Marcando com ternura o meu desejo
Sublime maravilha: Eleonor...
Aonde se quis tanto e nada veio
Somente a mesma farsa que se estende
Enquanto o quanto pude não se entende
Senão como se fosse algum receio,
E bebo deste encanto e sigo alheio
Ao quanto poderia e não se atende,
Vagando sem sentido o nada rende
Ausenta-se decerto em devaneio,
O amor que tantas vezes enaltece
Também por outro lado em leda messe
Expressa o sofrimento e gera a dor,
Mas nada disso importa quando vejo,
Marcando com ternura o meu desejo
Sublime maravilha: Eleonor...
Eurídice
Eurídice
Já tanto desusada uma expressão
Que trace no caminho a insegurança
E quando noutro instante a sorte avança
Tornando mais precisa a direção,
Os olhos envolvendo desde então
Apontam para a sorte que se amansa
E vaga noutro tom em confiança
Marcando os sonhos claros que virão
E tendo esta versão bem desenhada
Na farsa há tanto tempo desvendada
O amor se transformasse no que se visse,
Os olhos sem saber de um horizonte
Apenas outro rumo a vida aponte
Traçando desde já o olhar de Eurídice...
Já tanto desusada uma expressão
Que trace no caminho a insegurança
E quando noutro instante a sorte avança
Tornando mais precisa a direção,
Os olhos envolvendo desde então
Apontam para a sorte que se amansa
E vaga noutro tom em confiança
Marcando os sonhos claros que virão
E tendo esta versão bem desenhada
Na farsa há tanto tempo desvendada
O amor se transformasse no que se visse,
Os olhos sem saber de um horizonte
Apenas outro rumo a vida aponte
Traçando desde já o olhar de Eurídice...
Erondina
Erondina
Amor que traduzisse a migração
Dos sonhos mais diversos noutro rumo,
E quando esta expressão em paz consumo
Vibrando em consonância o coração,
Vagando na suave arribação
O tanto que pudera em novo prumo,
Meus erros contumazes sempre assumo,
Porém não sei dos dias que virão,
Marcando com anseio cada verso
Presumo o quanto possa este universo
Trazer no grande amor que me domina,
Os olhos te procuram nestes céus,
E vendo os azulejos, raros véus,
Encontra o quanto trazes Erondina...
Amor que traduzisse a migração
Dos sonhos mais diversos noutro rumo,
E quando esta expressão em paz consumo
Vibrando em consonância o coração,
Vagando na suave arribação
O tanto que pudera em novo prumo,
Meus erros contumazes sempre assumo,
Porém não sei dos dias que virão,
Marcando com anseio cada verso
Presumo o quanto possa este universo
Trazer no grande amor que me domina,
Os olhos te procuram nestes céus,
E vendo os azulejos, raros véus,
Encontra o quanto trazes Erondina...
Enedina
Enedina
O quanto se fizer benevolente
O amor que nos transcende e me permite
Ultrapassando assim qualquer limite
Traçando o quanto a vida se apresente,
E vivo cada passo e se pressente
O todo que deveras necessite
E mesmo que no ocaso eu acredite,
O mundo se transforma plenamente,
Enquanto nos meus braços Enedina,
Traduz o que deveras me fascina
E trama noutro instante o raro amor,
A vida por si só me acalentando
E o verso se mostrando bem mais brando,
Desta alma com certeza um refletor...
O quanto se fizer benevolente
O amor que nos transcende e me permite
Ultrapassando assim qualquer limite
Traçando o quanto a vida se apresente,
E vivo cada passo e se pressente
O todo que deveras necessite
E mesmo que no ocaso eu acredite,
O mundo se transforma plenamente,
Enquanto nos meus braços Enedina,
Traduz o que deveras me fascina
E trama noutro instante o raro amor,
A vida por si só me acalentando
E o verso se mostrando bem mais brando,
Desta alma com certeza um refletor...
Emily
Emily
Tentando na esperança ter o quanto
Meu verso eclodiria em noite mansa,
O sonho que de fato além alcança
E o medo se anuncia em tal quebranto,
Às vezes, solitário enfim me espanto,
E o tempo com certeza adentra e cansa,
Marcando com terror a temperança
Rasgando em cada instante o claro manto,
Engenhos tão diversos de um amor
Em Emily traduzo e sem temor,
Avanço noite afora, mansamente,
Em caudalosa senda se anuncia
Encanto feito em luz e em harmonia
Que uma alma delicada agora sente...
Tentando na esperança ter o quanto
Meu verso eclodiria em noite mansa,
O sonho que de fato além alcança
E o medo se anuncia em tal quebranto,
Às vezes, solitário enfim me espanto,
E o tempo com certeza adentra e cansa,
Marcando com terror a temperança
Rasgando em cada instante o claro manto,
Engenhos tão diversos de um amor
Em Emily traduzo e sem temor,
Avanço noite afora, mansamente,
Em caudalosa senda se anuncia
Encanto feito em luz e em harmonia
Que uma alma delicada agora sente...
Emereciana
Emereciana
Quando Emereciana trouxe em si
O tanto que pudesse iluminar
O sonho permitindo o tanto amar
E nisto com certeza o que previ,
Presumo noutro instante em frenesi,
A senda mais diversa a se mostrar
E bebo cada raio de um luar
Que sei quanto em verdade eu mereci,
Apenas aproveito neste instante
Um fato tão sublime e fascinante
Do amor que se transforma em plenitude,
Presumo na verdade o que teria
O sonho muito além da fantasia
E nele todo anseio que ora pude...
Quando Emereciana trouxe em si
O tanto que pudesse iluminar
O sonho permitindo o tanto amar
E nisto com certeza o que previ,
Presumo noutro instante em frenesi,
A senda mais diversa a se mostrar
E bebo cada raio de um luar
Que sei quanto em verdade eu mereci,
Apenas aproveito neste instante
Um fato tão sublime e fascinante
Do amor que se transforma em plenitude,
Presumo na verdade o que teria
O sonho muito além da fantasia
E nele todo anseio que ora pude...
Elzira
Elzira
Na sorte mais sublime que me tramas
A vida entoa versos mais suaves
E mesmo quando os dias sejam graves
Ousando noutro instante em belas chamas,
Silenciando o sonho em velhos dramas
Usando para tal sublimes naves
E quando superasse tais entraves
Os olhos noutro tom, divinas gamas,
Os cantos que se escutem mais além
No quanto tanto amor queira e convém
A quem se fez tranquilo e não retira
Sequer um só momento em liberdade,
Vagando enquanto a vida em paz me invade,
Trazendo dentro da alma a amada Elzira...
Na sorte mais sublime que me tramas
A vida entoa versos mais suaves
E mesmo quando os dias sejam graves
Ousando noutro instante em belas chamas,
Silenciando o sonho em velhos dramas
Usando para tal sublimes naves
E quando superasse tais entraves
Os olhos noutro tom, divinas gamas,
Os cantos que se escutem mais além
No quanto tanto amor queira e convém
A quem se fez tranquilo e não retira
Sequer um só momento em liberdade,
Vagando enquanto a vida em paz me invade,
Trazendo dentro da alma a amada Elzira...
Eloina
Eloina
Encontro em Eloína o quanto outrora
Desejos mais diversos; poderia,
Vivendo o quanto a sorte além traria
E o medo na verdade desancora
Retrato do que possa e se devora
Na vasta imensidão da fantasia
E nesta rara luta em ousadia
O cântico deveras se assenhora,
Vagando por estradas mais diversas
E nelas quando além tanto dispersas
Os ermos de quem fora e não viera,
O mundo se anuncia de tal forma
Gerando o quanto a vida nos transforma
No amor, palavra em ti, sempre sincera.
Encontro em Eloína o quanto outrora
Desejos mais diversos; poderia,
Vivendo o quanto a sorte além traria
E o medo na verdade desancora
Retrato do que possa e se devora
Na vasta imensidão da fantasia
E nesta rara luta em ousadia
O cântico deveras se assenhora,
Vagando por estradas mais diversas
E nelas quando além tanto dispersas
Os ermos de quem fora e não viera,
O mundo se anuncia de tal forma
Gerando o quanto a vida nos transforma
No amor, palavra em ti, sempre sincera.
Elba
Elba
Enfrento tempestades, virações,
Ousando acreditar no que viria
E tanto se resume em fantasia
O todo que decerto agora expões
A vida traz em si tantas lições
E marca com temor em heresia
O quanto na verdade me traria
E mostra as mais diversas dimensões
Expresso com ternura o sonho enquanto
Tentando o grande amor ora garanto
Em Elba esta certeza mais sublime,
E o verso se aproxima do que tento
Trazer sem mais rancor ou sofrimento
No amor que tantas vezes me suprime...
Enfrento tempestades, virações,
Ousando acreditar no que viria
E tanto se resume em fantasia
O todo que decerto agora expões
A vida traz em si tantas lições
E marca com temor em heresia
O quanto na verdade me traria
E mostra as mais diversas dimensões
Expresso com ternura o sonho enquanto
Tentando o grande amor ora garanto
Em Elba esta certeza mais sublime,
E o verso se aproxima do que tento
Trazer sem mais rancor ou sofrimento
No amor que tantas vezes me suprime...
Eglantina
Eglantina
Dos sonhos e dos sóis quando arremeto
Meu verso noutro enredo e busco tanto
O mundo se anuncia e neste encanto
O quanto mais anseio eu te prometo,
E sei do quanto possa num soneto
Ou mesmo quando invade uma alma o canto
Expresse o que de fato ora quebranto
Grassando muito aquém do que cometo,
O verso mais audaz, a noite é nossa,
E o tempo que deveras já se apossa
Em Eglantina traça a eternidade,
De um dia mais suave e mesmo nobre
Que toda esta emoção em paz recobre,
Trazendo o quanto mostre e tanto brade...
Dos sonhos e dos sóis quando arremeto
Meu verso noutro enredo e busco tanto
O mundo se anuncia e neste encanto
O quanto mais anseio eu te prometo,
E sei do quanto possa num soneto
Ou mesmo quando invade uma alma o canto
Expresse o que de fato ora quebranto
Grassando muito aquém do que cometo,
O verso mais audaz, a noite é nossa,
E o tempo que deveras já se apossa
Em Eglantina traça a eternidade,
De um dia mais suave e mesmo nobre
Que toda esta emoção em paz recobre,
Trazendo o quanto mostre e tanto brade...
Edênica
Edênica
Tanta felicidade enfim me trazes
E vejo em teu olhar que também sentes
Em dias mais tranquilos e frequentes
A vida se transborda em várias fases.
O mundo se anuncia em tão tenazes
Caminhos onde possam evidentes
Cenários mais suaves e me apresentes
Os olhos em anseios contumazes.
Amar e ser amado, quem me dera...
A vida quando Edênica é sincera
Eclode e me liberta em plenitude,
Mas quando solitário navegante
Vagando pelo mundo em ledo instante,
O todo noutra face se transmude...
Tanta felicidade enfim me trazes
E vejo em teu olhar que também sentes
Em dias mais tranquilos e frequentes
A vida se transborda em várias fases.
O mundo se anuncia em tão tenazes
Caminhos onde possam evidentes
Cenários mais suaves e me apresentes
Os olhos em anseios contumazes.
Amar e ser amado, quem me dera...
A vida quando Edênica é sincera
Eclode e me liberta em plenitude,
Mas quando solitário navegante
Vagando pelo mundo em ledo instante,
O todo noutra face se transmude...
Edésia
Edésia
Meu mundo aonde outrora em rebeldia
O sonho se perdera sem encanto
Matando o quanto reste em cada canto,
E nisto noutro tanto não veria,
A sorte se traduz em alegria
E vendo este cenário enfim me espanto
Vagando sem sentido aonde há tanto
Meu mundo noutro rumo não viria,
Ao ter esta versão que me pudesse
Tramar o que se tente em leda messe
O verso se mostrara sempre em vão,
Mas quando se percebe outro caminho,
Com Edésia jamais serei sozinho
E os dias em ternura e paz virão.
Meu mundo aonde outrora em rebeldia
O sonho se perdera sem encanto
Matando o quanto reste em cada canto,
E nisto noutro tanto não veria,
A sorte se traduz em alegria
E vendo este cenário enfim me espanto
Vagando sem sentido aonde há tanto
Meu mundo noutro rumo não viria,
Ao ter esta versão que me pudesse
Tramar o que se tente em leda messe
O verso se mostrara sempre em vão,
Mas quando se percebe outro caminho,
Com Edésia jamais serei sozinho
E os dias em ternura e paz virão.
Edwina
Edwina
Edwina traz nas mãos o que pudesse
Traçar novo futuro em claridade
E sei do quanto deva e já me invade
A sorte traduzida em tal benesse,
E quando esta verdade o tempo tece
E molda o que se fez felicidade,
Vagando muito além em liberdade,
O mundo se transforma e a dor esquece,
Encontro a cada instante o que pudera
Vencer a solidão temível fera
E ter noutro momento o mais divino
Cenário que se mostre a cada instante
E nisso o quanto quero e se garante
Demonstra o amor enquanto me fascino.
Edwina traz nas mãos o que pudesse
Traçar novo futuro em claridade
E sei do quanto deva e já me invade
A sorte traduzida em tal benesse,
E quando esta verdade o tempo tece
E molda o que se fez felicidade,
Vagando muito além em liberdade,
O mundo se transforma e a dor esquece,
Encontro a cada instante o que pudera
Vencer a solidão temível fera
E ter noutro momento o mais divino
Cenário que se mostre a cada instante
E nisso o quanto quero e se garante
Demonstra o amor enquanto me fascino.
Ednalva
Ednalva
Estrela que domina este horizonte
Irradiante fonte, inspiração,
Meu verso se transforma – inundação-
Que tanto noutra face em paz me aponte,
E quando se percebe o que desponte
Nos céus em mais sobeja imensidão
Meus olhos percebendo que virão
Momentos onde a sorte em luz apronte,
Minha alma se entregando sem ressalva
Encontra seu caminho que em Ednalva
Formasse muito mais que a imensa estrela
Em constelar cenário se desenha
A sorte que ditosa traz ferrenha
Vontade de segui-la e de vivê-la.
Estrela que domina este horizonte
Irradiante fonte, inspiração,
Meu verso se transforma – inundação-
Que tanto noutra face em paz me aponte,
E quando se percebe o que desponte
Nos céus em mais sobeja imensidão
Meus olhos percebendo que virão
Momentos onde a sorte em luz apronte,
Minha alma se entregando sem ressalva
Encontra seu caminho que em Ednalva
Formasse muito mais que a imensa estrela
Em constelar cenário se desenha
A sorte que ditosa traz ferrenha
Vontade de segui-la e de vivê-la.
Edelmira
Edelmira
O tempo se anuncia e determina
As tramas mais diversas de um amor
Que tanto possa ser o refletor
Ou mesmo quem deveras me domina,
A sorte se anuncia e quando a sina
Expressa o que pudera redentor
Encontro na esperança cada flor
E o tempo se transforma e me fascina,
E quando esta vontade ora interfira
Trazendo ao meu olhar, bela Edelmira,
O tanto que se possa em himeneu
Transcende ao mais supremo e raro passo
E nisto com certeza em paz eu traço
O sonho aonde o encanto se verteu.
O tempo se anuncia e determina
As tramas mais diversas de um amor
Que tanto possa ser o refletor
Ou mesmo quem deveras me domina,
A sorte se anuncia e quando a sina
Expressa o que pudera redentor
Encontro na esperança cada flor
E o tempo se transforma e me fascina,
E quando esta vontade ora interfira
Trazendo ao meu olhar, bela Edelmira,
O tanto que se possa em himeneu
Transcende ao mais supremo e raro passo
E nisto com certeza em paz eu traço
O sonho aonde o encanto se verteu.
Edeline
Edeline
Do Paraíso em vida esta presença
Que tanto me seduz, enamorado,
Vivendo o quanto tente e sigo e brado
No mundo que deveras recompensa,
A sorte se fazendo agora imensa,
O manto noutro instante consagrado,
O verso com cuidado elaborado
Deixando esta impressão demais intensa,
E o canto mais suave se traduz
Erguendo o meu olhar na rara luz
Aonde em Edeline saiba amor,
Os sonhos dos meus dias tão fugazes
Transformam tantos versos que me trazes
Neste caminho em paz, meu redentor.
Do Paraíso em vida esta presença
Que tanto me seduz, enamorado,
Vivendo o quanto tente e sigo e brado
No mundo que deveras recompensa,
A sorte se fazendo agora imensa,
O manto noutro instante consagrado,
O verso com cuidado elaborado
Deixando esta impressão demais intensa,
E o canto mais suave se traduz
Erguendo o meu olhar na rara luz
Aonde em Edeline saiba amor,
Os sonhos dos meus dias tão fugazes
Transformam tantos versos que me trazes
Neste caminho em paz, meu redentor.
Edana
Edana
O muito que se tente após a queda
Nos ermos de um caminho mais sutil
O verso noutro infausto se previu
E a vida de tal forma se envereda
Ainda quando vejo o quanto enreda
O tempo noutro engodo e o tempo vil
Preconizando o quanto repartiu
Marcando o que deveras tanto seda,
Não tendo esta sublime fantasia
Do amor que se renove e me traria
Nas ânsias de uma sorte mais sublime.
E o tanto que se possa e não me engana
Edana, com a força soberana,
Deveras novo passo em paz se estime...
O muito que se tente após a queda
Nos ermos de um caminho mais sutil
O verso noutro infausto se previu
E a vida de tal forma se envereda
Ainda quando vejo o quanto enreda
O tempo noutro engodo e o tempo vil
Preconizando o quanto repartiu
Marcando o que deveras tanto seda,
Não tendo esta sublime fantasia
Do amor que se renove e me traria
Nas ânsias de uma sorte mais sublime.
E o tanto que se possa e não me engana
Edana, com a força soberana,
Deveras novo passo em paz se estime...
Eda
Eda
Tomando em suas mãos o que domina
E trama noutro passo o ser além
Do todo que deveras quando vem
O passo noutro rumo determina,
A vida que pudera em nova sina,
Vertente tão airosa que tão bem
Desenha o meu anseio sem desdém
E nisto a luta volve e me alucina,
Mas quando em Eda sito o meu caminho,
As tramas onde então em paz me alinho,
Vagando sobre os ermos de um passado,
Vestindo a sensação que sempre quis
E nela o que pudera e a cicatriz
Expressa o quanto amor deveras brado.
Tomando em suas mãos o que domina
E trama noutro passo o ser além
Do todo que deveras quando vem
O passo noutro rumo determina,
A vida que pudera em nova sina,
Vertente tão airosa que tão bem
Desenha o meu anseio sem desdém
E nisto a luta volve e me alucina,
Mas quando em Eda sito o meu caminho,
As tramas onde então em paz me alinho,
Vagando sobre os ermos de um passado,
Vestindo a sensação que sempre quis
E nela o que pudera e a cicatriz
Expressa o quanto amor deveras brado.
Edir
Edir
Reinando sobre o quanto eu desejei
Princesa mais sublime e mais gentil
O tanto que este sonho em paz previu,
Desenha a maravilha desta grei,
O amor que se fizera regra e lei
No tanto quanto possa e já sentiu
O verso mais suave se esculpiu
E nele com certeza eu mergulhei,
E possa sempre ter no meu porvir
O sonho mais suave em luz, Edir,
Audaciosamente tendo em mim
O tanto que eu quisera e agora quero
Trazendo este momento onde sincero
Percebo nesta história o amor sem fim.
Reinando sobre o quanto eu desejei
Princesa mais sublime e mais gentil
O tanto que este sonho em paz previu,
Desenha a maravilha desta grei,
O amor que se fizera regra e lei
No tanto quanto possa e já sentiu
O verso mais suave se esculpiu
E nele com certeza eu mergulhei,
E possa sempre ter no meu porvir
O sonho mais suave em luz, Edir,
Audaciosamente tendo em mim
O tanto que eu quisera e agora quero
Trazendo este momento onde sincero
Percebo nesta história o amor sem fim.
Darci
Darci
Viceja dentro da alma esta certeza
Que possa me trazer além do medo
A sorte que se moldam onde concedo
O sonho mais audaz em tal nobreza,
A vida se transforma e sigo presa
Das próprias armadilhas deste enredo,
E quando navegante ora procedo
Deixando para trás qualquer surpresa.
A senda mais sutil que se permite
Encontra no infinito o seu limite,
E trama todo amor em frenesi,
De todas as mulheres que teria
Apenas se eclodindo em poesia
O amor que me trouxeste em luz, Darci...
Viceja dentro da alma esta certeza
Que possa me trazer além do medo
A sorte que se moldam onde concedo
O sonho mais audaz em tal nobreza,
A vida se transforma e sigo presa
Das próprias armadilhas deste enredo,
E quando navegante ora procedo
Deixando para trás qualquer surpresa.
A senda mais sutil que se permite
Encontra no infinito o seu limite,
E trama todo amor em frenesi,
De todas as mulheres que teria
Apenas se eclodindo em poesia
O amor que me trouxeste em luz, Darci...
Esperança
Esperança
A vida traz dolosas armadilhas
E molda sem destino o quanto tento
Vencer com alegria o sofrimento
Enquanto se apresentem novas trilhas
E tanto que deveras além brilhas
Marcando o que pudera o pensamento
Gerando este cenário em raro alento,
As dores são temíveis, vis matilhas,
Mas Esperança traz no mesmo instante
O quando em nova senda se garante
Num fascinante encanto sem temores,
E sigo com certeza além o rastro,
E nesta imensidão também me alastro
E encontro invés de dores, seus amores.
A vida traz dolosas armadilhas
E molda sem destino o quanto tento
Vencer com alegria o sofrimento
Enquanto se apresentem novas trilhas
E tanto que deveras além brilhas
Marcando o que pudera o pensamento
Gerando este cenário em raro alento,
As dores são temíveis, vis matilhas,
Mas Esperança traz no mesmo instante
O quando em nova senda se garante
Num fascinante encanto sem temores,
E sigo com certeza além o rastro,
E nesta imensidão também me alastro
E encontro invés de dores, seus amores.
Esperanza
Esperanza
A vida tantas vezes nos prepara
Diversas ilusões e quando trama
O quanto poderia ser a chama
E nisto a sorte traça a senda rara,
O verso noutro infausto se antepara
Nos ermos do que veja em rude drama
E tanto quanto eu tente não se exclama
A luta desairosa nos separa.
Porém quando se veja noutro instante
Amor que em Esperanza se garante,
O sonho se transforma e posso ter,
Enfim este cenário mais sublime
Que tantas vezes doma e nos redime
Da vida sem sentido e sem prazer...
A vida tantas vezes nos prepara
Diversas ilusões e quando trama
O quanto poderia ser a chama
E nisto a sorte traça a senda rara,
O verso noutro infausto se antepara
Nos ermos do que veja em rude drama
E tanto quanto eu tente não se exclama
A luta desairosa nos separa.
Porém quando se veja noutro instante
Amor que em Esperanza se garante,
O sonho se transforma e posso ter,
Enfim este cenário mais sublime
Que tantas vezes doma e nos redime
Da vida sem sentido e sem prazer...
Evangelina
Evangelina
Trazendo em suas mãos a boa nova
Que possa me levar ao quanto queira
A sorte mais amiga e verdadeira
Que a cada novo instante se comprova.
Eu sei do quanto a vida se renova
E teimo na esperança qual bandeira
Ousando acreditar na companheira
Usando em artimanha verso e trova,
O tanto que pudera e me fascina,
Traduzes neste olhar, Evangelina,
E ditas com tua alma em tom supremo,
Vivendo esta verdade que se expressa
Além do quanto houvera na promessa
Contigo, na verdade, eu nada temo.
Trazendo em suas mãos a boa nova
Que possa me levar ao quanto queira
A sorte mais amiga e verdadeira
Que a cada novo instante se comprova.
Eu sei do quanto a vida se renova
E teimo na esperança qual bandeira
Ousando acreditar na companheira
Usando em artimanha verso e trova,
O tanto que pudera e me fascina,
Traduzes neste olhar, Evangelina,
E ditas com tua alma em tom supremo,
Vivendo esta verdade que se expressa
Além do quanto houvera na promessa
Contigo, na verdade, eu nada temo.
Emma
Emma
O amor se desenhasse a cada passo
Trazendo o quanto pude imaginar
E vejo neste instante o que ao sonhar
Somente na emoção suprema eu traço,
A vida se prepara e nada faço
Sem ter sequer nem mesmo algum lugar
Aonde possa apenas desenhar
Enquanto no passado, este cansaço.
Avento o que pudesse traduzir
O amor quando se molda a presumir
O fausto de uma vida em opulência
Em Emma o que percebo e me domina,
Realidade mansa e cristalina,
Gerando a mais suave convivência...
O amor se desenhasse a cada passo
Trazendo o quanto pude imaginar
E vejo neste instante o que ao sonhar
Somente na emoção suprema eu traço,
A vida se prepara e nada faço
Sem ter sequer nem mesmo algum lugar
Aonde possa apenas desenhar
Enquanto no passado, este cansaço.
Avento o que pudesse traduzir
O amor quando se molda a presumir
O fausto de uma vida em opulência
Em Emma o que percebo e me domina,
Realidade mansa e cristalina,
Gerando a mais suave convivência...
Estrella
Estrella
Olhando o quanto possa em teu olhar
Na força que se mostre muito além
E quando esta certeza agora vem,
Meu sonho se mostrara constelar
Vagando noite afora sem parar
O tempo se transforma e sem desdém
Vacante coração procura um bem
Que possa simplesmente tanto amar,
A lua se desnuda e traz na prata
A força da emoção que me arrebata,
Porém ao ver-te, Estrella, em raro brilho,
Meu mundo num instante se transforma
E bebo desta sorte em rara forma,
Em teus caminhos hoje eu quero e trilho...
Olhando o quanto possa em teu olhar
Na força que se mostre muito além
E quando esta certeza agora vem,
Meu sonho se mostrara constelar
Vagando noite afora sem parar
O tempo se transforma e sem desdém
Vacante coração procura um bem
Que possa simplesmente tanto amar,
A lua se desnuda e traz na prata
A força da emoção que me arrebata,
Porém ao ver-te, Estrella, em raro brilho,
Meu mundo num instante se transforma
E bebo desta sorte em rara forma,
Em teus caminhos hoje eu quero e trilho...
Esmeralda
Esmeralda
Os olhos de Esmeralda, uma esperança,
Vergéis entre diversas claridades
E moldas noutros tons conforme invades
O sonho quando a vida além se lança.
O passo sem temor algum avança
E gera dentro da alma claridades
Outrora se perdendo em rudes grades,
Agora a vida traça a sorte mansa,
Reveses são comuns e disto eu sei,
No amor que tantas vezes desejei
O tempo se anuncia num clarão
E tramo neste anseio o quanto pude,
Vencer a solidão em plenitude
Trazendo dentro da alma este verão.
Os olhos de Esmeralda, uma esperança,
Vergéis entre diversas claridades
E moldas noutros tons conforme invades
O sonho quando a vida além se lança.
O passo sem temor algum avança
E gera dentro da alma claridades
Outrora se perdendo em rudes grades,
Agora a vida traça a sorte mansa,
Reveses são comuns e disto eu sei,
No amor que tantas vezes desejei
O tempo se anuncia num clarão
E tramo neste anseio o quanto pude,
Vencer a solidão em plenitude
Trazendo dentro da alma este verão.
Eulália
Eulália
Pudesse ter nas mãos o meu futuro
Decerto não perdesse mais o prumo
E quando a cada instante ora resumo,
O tanto que deveras configuro
Aonde se fizera mais seguro
O passo noutro encanto e me acostumo
Trazendo da esperança o suprassumo
Tramando a claridade em pleno escuro,
O verso se pudesse noutro traço
Trazer com eloquência quem se faz
E nisto poderia ser audaz
Enquanto o meu anseio tento e faço
Marcando em consonância a clara sorte
Que tanto com ternura em paz aporte...
Pudesse ter nas mãos o meu futuro
Decerto não perdesse mais o prumo
E quando a cada instante ora resumo,
O tanto que deveras configuro
Aonde se fizera mais seguro
O passo noutro encanto e me acostumo
Trazendo da esperança o suprassumo
Tramando a claridade em pleno escuro,
O verso se pudesse noutro traço
Trazer com eloquência quem se faz
E nisto poderia ser audaz
Enquanto o meu anseio tento e faço
Marcando em consonância a clara sorte
Que tanto com ternura em paz aporte...
Etelvina
Etelvina
Fiel ao quanto quero e não renego
O mundo se transforma, mas persisto
No amor que se desenha e sei que nisto
O canto mergulhasse onde navego,
Sem teu olhar, amada, eu sigo cego,
E quantas vezes possa e não desisto,
Vagando sem temor além insisto
Na imensidão do sonho que carrego,
A vida se apresenta ora divina
E vendo em tuas mãos cara Etelvina
Fortuna sem igual do amor sublime,
Meu verso se entranhando em claridade
O todo que persista e em paz invade,
Dos erros do passado me redime.
Fiel ao quanto quero e não renego
O mundo se transforma, mas persisto
No amor que se desenha e sei que nisto
O canto mergulhasse onde navego,
Sem teu olhar, amada, eu sigo cego,
E quantas vezes possa e não desisto,
Vagando sem temor além insisto
Na imensidão do sonho que carrego,
A vida se apresenta ora divina
E vendo em tuas mãos cara Etelvina
Fortuna sem igual do amor sublime,
Meu verso se entranhando em claridade
O todo que persista e em paz invade,
Dos erros do passado me redime.
Evelyn
Evelyn
Ao traduzir a vida em magnitude
Que possa me trazer felicidade
O tanto quanto a sorte agora agrade
E o verso noutro tom já não me ilude,
Vagando muito além do que ora pude,
O sonho se transforma em realidade
E o vento traz encanto e a liberdade,
Grassando este cenário outrora rude,
Efervescente sonho em noite imensa
Enquanto a própria sorte me convença
Da imensa claridade feita em sonho,
Em Evelyn decerto vejo além
Do quanto a fantasia me provém
E um mundo mais tranquilo e em paz componho...
Ao traduzir a vida em magnitude
Que possa me trazer felicidade
O tanto quanto a sorte agora agrade
E o verso noutro tom já não me ilude,
Vagando muito além do que ora pude,
O sonho se transforma em realidade
E o vento traz encanto e a liberdade,
Grassando este cenário outrora rude,
Efervescente sonho em noite imensa
Enquanto a própria sorte me convença
Da imensa claridade feita em sonho,
Em Evelyn decerto vejo além
Do quanto a fantasia me provém
E um mundo mais tranquilo e em paz componho...
Elvira
Elvira
Apresentando o sonho que procure
Nas tramas mais diversas onde eu possa
Viver o quanto a vida sendo nossa
Ao mesmo tempo fira e mesmo cure,
O passo que em verdade configure
A luta quando aos poucos já se apossa
Da sorte superando qualquer fossa,
No tanto que pudesse e me assegure,
Elvira traz nas mãos este infinito
Que é tudo quanto eu quero e necessito
Na essência de um amor inigualável,
Vagando qual cometa em ledo espaço,
Enquanto solitário fora lasso,
Vivendo o franco amor, insuperável.
Apresentando o sonho que procure
Nas tramas mais diversas onde eu possa
Viver o quanto a vida sendo nossa
Ao mesmo tempo fira e mesmo cure,
O passo que em verdade configure
A luta quando aos poucos já se apossa
Da sorte superando qualquer fossa,
No tanto que pudesse e me assegure,
Elvira traz nas mãos este infinito
Que é tudo quanto eu quero e necessito
Na essência de um amor inigualável,
Vagando qual cometa em ledo espaço,
Enquanto solitário fora lasso,
Vivendo o franco amor, insuperável.
Elvia
Elvia
Tocando os teus cabelos, belo sol,
Expressa a mais diversa maravilha
E tanto se tramando compartilha
O sonho que domina este arrebol,
Ousando acreditar neste farol
Que iluminasse em paz a rara trilha
O vento na verdade ora palmilha
E bebo da alegria em raro escol,
Arcando com meus erros contumazes,
Tentando adivinhar o quanto trazes
Nas mãos e no sorriso, a sorte invade,
Elvia, quanto desejo o teu desejo,
E sei deste momento enquanto o vejo
Sublime delirar: felicidade.
Tocando os teus cabelos, belo sol,
Expressa a mais diversa maravilha
E tanto se tramando compartilha
O sonho que domina este arrebol,
Ousando acreditar neste farol
Que iluminasse em paz a rara trilha
O vento na verdade ora palmilha
E bebo da alegria em raro escol,
Arcando com meus erros contumazes,
Tentando adivinhar o quanto trazes
Nas mãos e no sorriso, a sorte invade,
Elvia, quanto desejo o teu desejo,
E sei deste momento enquanto o vejo
Sublime delirar: felicidade.
Elsa
Elsa
Amor se desenhando a cada instante
E nisto possa crer no que viria
Marcando cada passo em harmonia
E o verso que tentasse fascinante,
O vento ultrapassando se adiante
E toque em diversa sincronia
O todo que pudera a cada dia
E nisto meu anseio amor garante,
Em Elsa esta verdade se apresenta
E mesmo sendo a vida virulenta
Encontro nos seus braços tanto apoio,
E a dor que se aproxima logo esconde
Enquanto esta alegria me responde
Ousando em esperanças um comboio...
Amor se desenhando a cada instante
E nisto possa crer no que viria
Marcando cada passo em harmonia
E o verso que tentasse fascinante,
O vento ultrapassando se adiante
E toque em diversa sincronia
O todo que pudera a cada dia
E nisto meu anseio amor garante,
Em Elsa esta verdade se apresenta
E mesmo sendo a vida virulenta
Encontro nos seus braços tanto apoio,
E a dor que se aproxima logo esconde
Enquanto esta alegria me responde
Ousando em esperanças um comboio...
Elida
Elida
Em Elida a beleza inesquecível
Que possa me trazer o mais suave
Cenário aonde nada agora agrave
O tempo que me fez ora invencível,
Vestindo esta expressão que noutro nível
Impede qualquer sonho que inda entrave
Usando da esperança, mansa nave,
Que leve onde pensara inconcebível,
Apresentando enfim o que se queira
Marcando a sorte em luz tão verdadeira
Que guie cada passo rumo ao tanto,
Vagando sem temor a vida trilha
Suavemente exposta à maravilha
Que em versos, mesmo rudes, ora eu canto.
Em Elida a beleza inesquecível
Que possa me trazer o mais suave
Cenário aonde nada agora agrave
O tempo que me fez ora invencível,
Vestindo esta expressão que noutro nível
Impede qualquer sonho que inda entrave
Usando da esperança, mansa nave,
Que leve onde pensara inconcebível,
Apresentando enfim o que se queira
Marcando a sorte em luz tão verdadeira
Que guie cada passo rumo ao tanto,
Vagando sem temor a vida trilha
Suavemente exposta à maravilha
Que em versos, mesmo rudes, ora eu canto.
Elia
Elia
Reinando sobre o céu em azulejo
Brilhando etereamente vejo além
Aquela que deveras quando vem
Transforma meu viver, raro desejo,
E sei do quanto expresse enquanto almejo
Raiando dentro da alma o farto bem
E nesta imensidão quanto contém
Traduza o que decerto em luz eu vejo,
O mundo se apresenta de tal forma
Enquanto noutro instante se transforma
Em Elia esta presença que irradia
O tanto que se possa em raro sol,
Vivendo o grande amor, nosso farol,
Superna e mais sublime fantasia...
Reinando sobre o céu em azulejo
Brilhando etereamente vejo além
Aquela que deveras quando vem
Transforma meu viver, raro desejo,
E sei do quanto expresse enquanto almejo
Raiando dentro da alma o farto bem
E nesta imensidão quanto contém
Traduza o que decerto em luz eu vejo,
O mundo se apresenta de tal forma
Enquanto noutro instante se transforma
Em Elia esta presença que irradia
O tanto que se possa em raro sol,
Vivendo o grande amor, nosso farol,
Superna e mais sublime fantasia...
Eleonora
Eleonora
Olhando para trás vejo o que um dia
A sorte preparara em desengano,
E quanto mais deveras eu me dano,
Mais forte o grande amor se fantasia,
E o verso que pudesse em harmonia
Mudar com mais firmeza cada plano,
Deixando de puir o velho pano,
Traçando no final uma alegria,
Eleonora traz em seu semblante
O quanto de emoção o amor garante
E gera com ternura a melhor sorte
Que possa me trazer além do brilho
A senda tão imensa que palmilho
Buscando quem de fato me conforte...
Olhando para trás vejo o que um dia
A sorte preparara em desengano,
E quanto mais deveras eu me dano,
Mais forte o grande amor se fantasia,
E o verso que pudesse em harmonia
Mudar com mais firmeza cada plano,
Deixando de puir o velho pano,
Traçando no final uma alegria,
Eleonora traz em seu semblante
O quanto de emoção o amor garante
E gera com ternura a melhor sorte
Que possa me trazer além do brilho
A senda tão imensa que palmilho
Buscando quem de fato me conforte...
Electra
Electra
Electra dominando cada instante
Enquanto pude mesmo me entregar
Aos sonhos sem temor a divagar
No quanto a própria senda em paz garante
O verso que deveras me adiante
O mundo que desejo ora sem par,
Vagando sem temer o que encontrar
Ainda quando o veja torturante.
O canto se anuncia em tal promessa
E a vida após o todo recomeça
No sol que iluminasse teus cabelos,
Deixando no passado a noite insana,
O amor que na verdade a vida ufana
Supera os meus temores, pesadelos...
Electra dominando cada instante
Enquanto pude mesmo me entregar
Aos sonhos sem temor a divagar
No quanto a própria senda em paz garante
O verso que deveras me adiante
O mundo que desejo ora sem par,
Vagando sem temer o que encontrar
Ainda quando o veja torturante.
O canto se anuncia em tal promessa
E a vida após o todo recomeça
No sol que iluminasse teus cabelos,
Deixando no passado a noite insana,
O amor que na verdade a vida ufana
Supera os meus temores, pesadelos...
Emiliana
Emiliana
O verso que se molda e se aproxima
Do tanto quanto possa acreditar
No encanto que desejo ao me entregar
Além de meramente nova rima,
A vida se cultiva em farta estima
E bebo desta sorte a me rondar
E possa sem temor noutro vagar
Trazer esta esperança que em paz prima.
A sorte se desenha e não se engana
E vendo o quanto possa Emiliana
A sorte se anuncia em verso e luz,
De fato o que ora expresse a maravilha
Da vida quando além de tudo brilha,
E o meu anseio em paz se reproduz...
O verso que se molda e se aproxima
Do tanto quanto possa acreditar
No encanto que desejo ao me entregar
Além de meramente nova rima,
A vida se cultiva em farta estima
E bebo desta sorte a me rondar
E possa sem temor noutro vagar
Trazer esta esperança que em paz prima.
A sorte se desenha e não se engana
E vendo o quanto possa Emiliana
A sorte se anuncia em verso e luz,
De fato o que ora expresse a maravilha
Da vida quando além de tudo brilha,
E o meu anseio em paz se reproduz...
Emília
Emília
Num gracioso passo rumo ao tanto
Que possa me trazer felicidade
Enquanto noutro encanto, a vida invade,
O mundo se desenha em raro canto,
E vejo e na verdade até me espanto
Na ausência do que possa a liberdade
E nisto se perder tranquilidade
Errático cenário em vão quebranto.
Meu verso se aproxima de teus passos
E quando mergulhando, mesmo escassos,
Aurífero cenário se vislumbra,
Emília traz nas mãos o tom mais grácil
Tornando a minha vida bem mais fácil
Iluminando em paz qualquer penumbra...
Num gracioso passo rumo ao tanto
Que possa me trazer felicidade
Enquanto noutro encanto, a vida invade,
O mundo se desenha em raro canto,
E vejo e na verdade até me espanto
Na ausência do que possa a liberdade
E nisto se perder tranquilidade
Errático cenário em vão quebranto.
Meu verso se aproxima de teus passos
E quando mergulhando, mesmo escassos,
Aurífero cenário se vislumbra,
Emília traz nas mãos o tom mais grácil
Tornando a minha vida bem mais fácil
Iluminando em paz qualquer penumbra...
Encarnación
Encarnación
Procuro o quanto possa me mostrar
O verso mais audaz que inda componha
A sorte mesmo quando ora enfadonha
Promete novo rumo a se moldar,
Enveredando as noites de luar,
O tanto que de fato se proponha,
Marcando a minha vida antes medonha
No quanto possa mesmo delirar.
Encarnación produz esta sublime
E rara maravilha que suprime
As perdas que eu tivera no caminho,
E sei da minha luta em manso passo,
E quanto deste encanto agora eu traço,
Já não me encontro mais vago e sozinho.
Procuro o quanto possa me mostrar
O verso mais audaz que inda componha
A sorte mesmo quando ora enfadonha
Promete novo rumo a se moldar,
Enveredando as noites de luar,
O tanto que de fato se proponha,
Marcando a minha vida antes medonha
No quanto possa mesmo delirar.
Encarnación produz esta sublime
E rara maravilha que suprime
As perdas que eu tivera no caminho,
E sei da minha luta em manso passo,
E quanto deste encanto agora eu traço,
Já não me encontro mais vago e sozinho.
Engracia
Engracia
Engracia transformando o rude fado
Trazendo uma esperança a cada olhar,
No quanto além pudesse imaginar
O verso se anuncia em alto brado,
Enveredando o sonho em tanto agrado,
A luta noutro ponto a se mostrar
Desenha o mais que tente desenhar
E nisto o meu anseio em luz invado,
Ousando ter nas mãos felicidade
O quanto ainda reste e tanto agrade
A quem se fez além do que já fora,
Vivendo esta certeza que produza
A luz aonde outrora foi confusa
A vida sem sentido, sofredora...
Engracia transformando o rude fado
Trazendo uma esperança a cada olhar,
No quanto além pudesse imaginar
O verso se anuncia em alto brado,
Enveredando o sonho em tanto agrado,
A luta noutro ponto a se mostrar
Desenha o mais que tente desenhar
E nisto o meu anseio em luz invado,
Ousando ter nas mãos felicidade
O quanto ainda reste e tanto agrade
A quem se fez além do que já fora,
Vivendo esta certeza que produza
A luz aonde outrora foi confusa
A vida sem sentido, sofredora...
Enriqueta
Enriqueta
A senda mais audaz que se proponha
Ao tanto quanto queira e mesmo busque
Enquanto a solidão decerto ofusque
O caminhar que gera a dor medonha,
E quando meu anseio além se sente
E traça esta ventura mais sutil,
Vereda aonde o tanto que se viu
Pudesse na verdade ser frequente,
O mundo noutro passo se envereda
E sei do que pudesse em luz suave,
O tempo que deveras não agrave
Evita com certeza nova queda.
O amor que na esperança me arremeta
Encontro nos anseio de Enriqueta.
A senda mais audaz que se proponha
Ao tanto quanto queira e mesmo busque
Enquanto a solidão decerto ofusque
O caminhar que gera a dor medonha,
E quando meu anseio além se sente
E traça esta ventura mais sutil,
Vereda aonde o tanto que se viu
Pudesse na verdade ser frequente,
O mundo noutro passo se envereda
E sei do que pudesse em luz suave,
O tempo que deveras não agrave
Evita com certeza nova queda.
O amor que na esperança me arremeta
Encontro nos anseio de Enriqueta.
Ernestina
Ernestina
Amores entre fugas insensatas
Na ausência da esperança o que me resta?
A velha solidão enquanto atesta
O quanto do vazio ora constatas,
E sei das emoções rudes e ingratas
Enquanto no passado houvera festa,
O sol adentra manso pela fresta
E nisto outro cenário ora retratas,
No quanto o raro amor doma e fascina
Trazendo ao dia a dia, cara Ernestina,
Desenho este infinito a cada instante
E o todo noutro rumo se apresenta
E venço com ternura est tormenta
E o passo que este amor quer e garante...
Amores entre fugas insensatas
Na ausência da esperança o que me resta?
A velha solidão enquanto atesta
O quanto do vazio ora constatas,
E sei das emoções rudes e ingratas
Enquanto no passado houvera festa,
O sol adentra manso pela fresta
E nisto outro cenário ora retratas,
No quanto o raro amor doma e fascina
Trazendo ao dia a dia, cara Ernestina,
Desenho este infinito a cada instante
E o todo noutro rumo se apresenta
E venço com ternura est tormenta
E o passo que este amor quer e garante...
Edith
Edith
O mundo se anuncia de tal sorte
Que nada mais permita novo encanto
E quando se desenha noutro canto
A vida com certeza perde o norte,
Ainda que deveras já se aporte
Nos sonhos entre tantos, riso e pranto,
E nisto o que pudesse e não garanto
Expressa o quanto a vida mal comporte,
Relembro de um momento mais feliz,
E nele todo encanto aonde eu quis
Apenas um caminho mais tranquilo,
Edith que tantas vezes desejei
Agora brilha além em nova grei,
Enquanto a solidão; aqui, desfilo...
O mundo se anuncia de tal sorte
Que nada mais permita novo encanto
E quando se desenha noutro canto
A vida com certeza perde o norte,
Ainda que deveras já se aporte
Nos sonhos entre tantos, riso e pranto,
E nisto o que pudesse e não garanto
Expressa o quanto a vida mal comporte,
Relembro de um momento mais feliz,
E nele todo encanto aonde eu quis
Apenas um caminho mais tranquilo,
Edith que tantas vezes desejei
Agora brilha além em nova grei,
Enquanto a solidão; aqui, desfilo...
Eva
Eva
A vida que da vida se refaz
Expressa o grande amor que sigo e tanto
Desejo muito além e quando o canto
Encontro finalmente a rara paz,
O mundo tantas vezes mais mordaz,
O passo num temor em desencanto,
E a cada novo engodo outro quebranto,
Mudá-lo; eu deveria ser capaz.
Somente num amor que redimisse
Além do dia a dia em vã mesmice
Uma esperança a mais o sonho ceva,
De ter em minhas mãos o quanto seja
Maior do que se expresse em tal peleja
Na vida mais sublime, no amor de Eva...
A vida que da vida se refaz
Expressa o grande amor que sigo e tanto
Desejo muito além e quando o canto
Encontro finalmente a rara paz,
O mundo tantas vezes mais mordaz,
O passo num temor em desencanto,
E a cada novo engodo outro quebranto,
Mudá-lo; eu deveria ser capaz.
Somente num amor que redimisse
Além do dia a dia em vã mesmice
Uma esperança a mais o sonho ceva,
De ter em minhas mãos o quanto seja
Maior do que se expresse em tal peleja
Na vida mais sublime, no amor de Eva...
Eunice
Eunice
O quanto amor Eunice me traria
Na sorte mais audaz e mesmo até
Vivendo sem temer qualquer galé
No mundo feito em paz, rara magia,
O sonho se mostrasse a cada dia
Erguendo este cenário feito em fé
E sei do quanto possa e por quem é
O amor que na esperança ora irradia,
O vento mais suave, a mansidão,
O olhar que já se atreve em direção
Ao sol neste horizonte incomparável,
O mundo se transforma plenamente
E vejo quanto a vida se apresente
Num ato sem temor, suave e amável...
O quanto amor Eunice me traria
Na sorte mais audaz e mesmo até
Vivendo sem temer qualquer galé
No mundo feito em paz, rara magia,
O sonho se mostrasse a cada dia
Erguendo este cenário feito em fé
E sei do quanto possa e por quem é
O amor que na esperança ora irradia,
O vento mais suave, a mansidão,
O olhar que já se atreve em direção
Ao sol neste horizonte incomparável,
O mundo se transforma plenamente
E vejo quanto a vida se apresente
Num ato sem temor, suave e amável...
Eugênia
Eugênia
Vivendo por viver em desenganos
Marcando com angústia o que se veja
E nisto toda a sorte que a vida almeja
Transforma com certeza os velhos planos,
Coleto a cada instante tantos danos
Enquanto a solidão corta e lateja,
Tornando sem defesas a peleja
E os erros são, de fato, desumanos.
Meu tempo se perdera neste espaço,
E quando algum alento em sonhos traço,
Apenas os resquícios de um passado,
Aonde com Eugênia eu fui feliz
E a vida traz mais viva cicatriz
Do amor já dentro da alma tatuado...
Vivendo por viver em desenganos
Marcando com angústia o que se veja
E nisto toda a sorte que a vida almeja
Transforma com certeza os velhos planos,
Coleto a cada instante tantos danos
Enquanto a solidão corta e lateja,
Tornando sem defesas a peleja
E os erros são, de fato, desumanos.
Meu tempo se perdera neste espaço,
E quando algum alento em sonhos traço,
Apenas os resquícios de um passado,
Aonde com Eugênia eu fui feliz
E a vida traz mais viva cicatriz
Do amor já dentro da alma tatuado...
Ester
Ester
Olhando para os céus eu vejo aquela
Que tantas vezes busco em pensamento,
E bebo na verdade o que ora tento
E sei desta expressão diversa e bela,
O encanto que deveras se revela
E nisto se encontrasse o raro alento,
Entregue o coração ao sentimento,
Que agora no infinito, amores sela.
O sonho se aproxima da verdade
Enquanto noutro instante a vida brade
E o tempo se mostrasse de tal forma,
Que Ester trazendo em si este delírio,
Supera com ternura algum martírio
E a vida em mansidão já se transforma...
Olhando para os céus eu vejo aquela
Que tantas vezes busco em pensamento,
E bebo na verdade o que ora tento
E sei desta expressão diversa e bela,
O encanto que deveras se revela
E nisto se encontrasse o raro alento,
Entregue o coração ao sentimento,
Que agora no infinito, amores sela.
O sonho se aproxima da verdade
Enquanto noutro instante a vida brade
E o tempo se mostrasse de tal forma,
Que Ester trazendo em si este delírio,
Supera com ternura algum martírio
E a vida em mansidão já se transforma...
Estela
Estela
Brilhando nestes céus, formosa estrela,
Domina constelar todo este astral,
E o sonho se anuncia sem igual
Na fonte tão sublime e em paz bebê-la,
Pousando aonde possa enfim revê-la
O todo se mostrasse magistral
O verso noutro tom se mostre tal
Que tanto possa mesmo concebê-la.
Meu mundo sem te ter nada valia,
Apenas uma farsa em heresia.
O amor em plenitude se revela
Nas tantas e diversas emoções
Que teces e deveras tu me expões
Reinando muito além, sublime Estela.
Brilhando nestes céus, formosa estrela,
Domina constelar todo este astral,
E o sonho se anuncia sem igual
Na fonte tão sublime e em paz bebê-la,
Pousando aonde possa enfim revê-la
O todo se mostrasse magistral
O verso noutro tom se mostre tal
Que tanto possa mesmo concebê-la.
Meu mundo sem te ter nada valia,
Apenas uma farsa em heresia.
O amor em plenitude se revela
Nas tantas e diversas emoções
Que teces e deveras tu me expões
Reinando muito além, sublime Estela.
Estefânia
Estefânia
Reinando sobre os sonhos e os meus dias
Apresentando além do quanto pude
Viver a cada instante em plenitude
E nisto perceber o que trarias,
As horas entre encantos, ousadias,
O verso que se faça menos rude,
A minha já dispersa juventude
O sonho modifica com os dias,
Em Estefânia vejo a realeza
Que traça com seus olhos de nobreza
O rumo que se queira mais airoso,
E vejo em seu olhar o raro amor
E nele com certeza este pendor
Num ato mais sublime e majestoso.
Reinando sobre os sonhos e os meus dias
Apresentando além do quanto pude
Viver a cada instante em plenitude
E nisto perceber o que trarias,
As horas entre encantos, ousadias,
O verso que se faça menos rude,
A minha já dispersa juventude
O sonho modifica com os dias,
Em Estefânia vejo a realeza
Que traça com seus olhos de nobreza
O rumo que se queira mais airoso,
E vejo em seu olhar o raro amor
E nele com certeza este pendor
Num ato mais sublime e majestoso.
Érica
Érica
Ao ter em tuas mãos tanto poder
Dominas meu caminho e o pensamento
E quando noutra senda às vezes tento
Percebo o quanto possa me perder,
No fundo a vida traz algum prazer
E mesmo que me mostre algum alento,
Vencendo o mais temível sofrimento,
O quanto se deseja é o bem querer.
Ascendo ao elevado cimo quando
O tanto noutra face se moldando
Expressa esta beleza majestosa,
Em Érica a certeza de uma sorte
Que tanto me comporte e me suporte,
Nas mãos de uma mulher tão poderosa...
Ao ter em tuas mãos tanto poder
Dominas meu caminho e o pensamento
E quando noutra senda às vezes tento
Percebo o quanto possa me perder,
No fundo a vida traz algum prazer
E mesmo que me mostre algum alento,
Vencendo o mais temível sofrimento,
O quanto se deseja é o bem querer.
Ascendo ao elevado cimo quando
O tanto noutra face se moldando
Expressa esta beleza majestosa,
Em Érica a certeza de uma sorte
Que tanto me comporte e me suporte,
Nas mãos de uma mulher tão poderosa...
Ercília
Ercília
Presumo alguma luz e nela imerso
Prossigo o quanto possa e mais anseia
Uma alma que deveras se incendeia
Vagando pelas redes do universo,
E quando noutro instante sigo e verso,
A sorte se transforma em firme teia
E a luta se transcende e me rodeia,
Enquanto em nova senda me disperso.
O quanto desejara em tal prazer
De um sonho que pudesse amanhecer
Nos braços de quem amo, tão somente,
Ercília me trazendo esta certeza
Da vida com ternura e com leveza
Recende o que minha alma em paz pressente...
Presumo alguma luz e nela imerso
Prossigo o quanto possa e mais anseia
Uma alma que deveras se incendeia
Vagando pelas redes do universo,
E quando noutro instante sigo e verso,
A sorte se transforma em firme teia
E a luta se transcende e me rodeia,
Enquanto em nova senda me disperso.
O quanto desejara em tal prazer
De um sonho que pudesse amanhecer
Nos braços de quem amo, tão somente,
Ercília me trazendo esta certeza
Da vida com ternura e com leveza
Recende o que minha alma em paz pressente...
Elza
Elza
As ânsias me levassem para o mar
Buscando outro caminho em meio às ondas
E sei quando deveras mais te escondas,
Maior uma esperança de encontrar,
Vencendo as tempestades, navegar,
E quantas vezes tento e me respondas
E nisto com certeza sei que sondas
Estradas onde possa trafegar,
Eu tenho dentro da alma esta presença
Que tanto me conquiste e me convença
Do sonho mais profícuo em rara luz,
Em Elza esta esperança consumida,
Da sorte com desejo construída
E o encanto que deveras me conduz.
As ânsias me levassem para o mar
Buscando outro caminho em meio às ondas
E sei quando deveras mais te escondas,
Maior uma esperança de encontrar,
Vencendo as tempestades, navegar,
E quantas vezes tento e me respondas
E nisto com certeza sei que sondas
Estradas onde possa trafegar,
Eu tenho dentro da alma esta presença
Que tanto me conquiste e me convença
Do sonho mais profícuo em rara luz,
Em Elza esta esperança consumida,
Da sorte com desejo construída
E o encanto que deveras me conduz.
Eloísa
Eloísa
Meu mundo noutra face se desnuda
E sei do quanto pude e mesmo tento
Vencer o mais amargo sofrimento
E a dor que se anuncia forte e aguda,
A sorte neste instante tudo muda
E sei do meu anseio mais atento
Vibrando em consonância bebo o vento
E nele toda a sorte se amiúda,
O verso mais tenaz, olhar à frente,
O todo mais sublime que se sente
Meu sonho na esperança se matiza
E vivo a cada passo o ser além
Trazendo neste encanto o que contém
O amor que me inebria em Eloísa...
Meu mundo noutra face se desnuda
E sei do quanto pude e mesmo tento
Vencer o mais amargo sofrimento
E a dor que se anuncia forte e aguda,
A sorte neste instante tudo muda
E sei do meu anseio mais atento
Vibrando em consonância bebo o vento
E nele toda a sorte se amiúda,
O verso mais tenaz, olhar à frente,
O todo mais sublime que se sente
Meu sonho na esperança se matiza
E vivo a cada passo o ser além
Trazendo neste encanto o que contém
O amor que me inebria em Eloísa...
Elisa
Elisa
Relembro meus momentos mais felizes
E sei da minha vida entre quintais
E nisto com certeza o que bem mais
Expressa o quanto molde em tais matizes,
Ousando mesmo enquanto lembro as crises
E os erros tão espúrios quão banais,
Vencendo os meus diversos temporais
Ainda quando vens e cedo avises.
Os olhos no passado, a mão cansada,
A sorte nunca sendo a desejada
Até que num momento em mansa brisa,
O quanto fora outrora em tempestade
Aos poucos a bonança vem e invade
Anunciando a vinda – amor- Elisa...
Relembro meus momentos mais felizes
E sei da minha vida entre quintais
E nisto com certeza o que bem mais
Expressa o quanto molde em tais matizes,
Ousando mesmo enquanto lembro as crises
E os erros tão espúrios quão banais,
Vencendo os meus diversos temporais
Ainda quando vens e cedo avises.
Os olhos no passado, a mão cansada,
A sorte nunca sendo a desejada
Até que num momento em mansa brisa,
O quanto fora outrora em tempestade
Aos poucos a bonança vem e invade
Anunciando a vinda – amor- Elisa...
Elizabeth
Elizabeth
Amar e ter além de meramente
O quanto se ansiava a vida inteira,
E nisto todo o encanto ainda queira
Rondar o mais sublime em minha mente,
E sei que na verdade o que se sente
Expressa a sorte amiga e companheira
Enquanto a solidão além se esgueira
O mundo mais tranquilo se pressente.
Os rastros de uma história sem temores,
A vida que seguindo aonde fores
Expressa a divindade em tom tão claro,
Amar e ter nas mãos a eternidade,
Vagando sem temer o que me invade,
No encanto onde o desejo em paz declaro.
Amar e ter além de meramente
O quanto se ansiava a vida inteira,
E nisto todo o encanto ainda queira
Rondar o mais sublime em minha mente,
E sei que na verdade o que se sente
Expressa a sorte amiga e companheira
Enquanto a solidão além se esgueira
O mundo mais tranquilo se pressente.
Os rastros de uma história sem temores,
A vida que seguindo aonde fores
Expressa a divindade em tom tão claro,
Amar e ter nas mãos a eternidade,
Vagando sem temer o que me invade,
No encanto onde o desejo em paz declaro.
Elisabete
Elisabete
O sonho consagrado em luz e glória
Tramando o quanto eu possa ser feliz
Expressa o que deveras tanto eu quis
Marcando com ternura esta vitória,
A vida se reflete em mansa história
E tanto quanto possa, um aprendiz,
Tentando finalmente ou por um triz
Vencer esta expressão mais merencória,
O mundo se anuncia e se reflete
Nas redes deste olhar de Elisabete
Que tanto me inebria e me hipnotiza,
Mudando o meu caminho vejo enfim
O mundo renascendo dentro em mim,
No quanto em divindade amor matiza.
O sonho consagrado em luz e glória
Tramando o quanto eu possa ser feliz
Expressa o que deveras tanto eu quis
Marcando com ternura esta vitória,
A vida se reflete em mansa história
E tanto quanto possa, um aprendiz,
Tentando finalmente ou por um triz
Vencer esta expressão mais merencória,
O mundo se anuncia e se reflete
Nas redes deste olhar de Elisabete
Que tanto me inebria e me hipnotiza,
Mudando o meu caminho vejo enfim
O mundo renascendo dentro em mim,
No quanto em divindade amor matiza.
Eliane
Eliane
Toda a ternura vindo deste olhar
Que toca mansamente o quanto eu creia
Traçando num instante a lua cheia
E o verso mais suave a se moldar,
Na imagem que se mostre constelar
O tanto que desejo e a vida anseia,
O mundo num momento se incendeia
E sinto o quanto possa mergulhar,
Nos ermos de minha alma sonhadora,
O quanto da esperança já se fora
Buscando algum cenário mais além,
E o sonho se resume em raro encanto
Traçando em Eliane o quanto eu canto
Nas tramas que decerto no amor têm.
Toda a ternura vindo deste olhar
Que toca mansamente o quanto eu creia
Traçando num instante a lua cheia
E o verso mais suave a se moldar,
Na imagem que se mostre constelar
O tanto que desejo e a vida anseia,
O mundo num momento se incendeia
E sinto o quanto possa mergulhar,
Nos ermos de minha alma sonhadora,
O quanto da esperança já se fora
Buscando algum cenário mais além,
E o sonho se resume em raro encanto
Traçando em Eliane o quanto eu canto
Nas tramas que decerto no amor têm.
Eliana
Eliana
O sol tomando a cena num momento
Expressa este desejo mais audaz
Do quanto em rara essência a vida traz
E nisto esta vontade ora fomento,
O sonho se espalhando em forte vento
E tanto que se queira em luz e paz
Vagando pelo encanto contumaz
Traçando com ternura o pensamento,
Amanhecer que possa transformar
Nas teias deste encanto, o bem solar,
Imagem da mulher que, soberana,
Adentrando as retinas traz a vida
Que há tanto imaginara já perdida
E vejo renascida em Eliana...
O sol tomando a cena num momento
Expressa este desejo mais audaz
Do quanto em rara essência a vida traz
E nisto esta vontade ora fomento,
O sonho se espalhando em forte vento
E tanto que se queira em luz e paz
Vagando pelo encanto contumaz
Traçando com ternura o pensamento,
Amanhecer que possa transformar
Nas teias deste encanto, o bem solar,
Imagem da mulher que, soberana,
Adentrando as retinas traz a vida
Que há tanto imaginara já perdida
E vejo renascida em Eliana...
Elena
Elena
Ao menos poderia noutra fase
Da vida, eu me mostrar bem mais feliz,
Enquanto a própria lida contradiz
No tempo que deveras se defase,
O quanto noutra farsa em fúria abrase
Ou gere este vazio em céu mais gris
Ou trace em pesadelos cicatriz.
Ainda quando possa e sempre atrase.
O mundo sem sentido e sem razões
E nele enquanto sonhos decompões
A sorte mais atroz vem e condena.
Lembro-me de um passado aonde havia
Além de toda a glória uma alegria
Trazida com ternura por Elena...
Ao menos poderia noutra fase
Da vida, eu me mostrar bem mais feliz,
Enquanto a própria lida contradiz
No tempo que deveras se defase,
O quanto noutra farsa em fúria abrase
Ou gere este vazio em céu mais gris
Ou trace em pesadelos cicatriz.
Ainda quando possa e sempre atrase.
O mundo sem sentido e sem razões
E nele enquanto sonhos decompões
A sorte mais atroz vem e condena.
Lembro-me de um passado aonde havia
Além de toda a glória uma alegria
Trazida com ternura por Elena...
Elaine
Elaine
Ousando noutro instante procurar
Alguma força aonde não havia
Vivendo o quanto reste em fantasia
Não tendo nem sequer qualquer lugar,
O verso que pudesse desenhar
Marcando em claridade a poesia,
Vagando aonde o tanto poderia
Trazer onde deveras ancorar,
Não tento acreditar no que não veja
Somente vendo em fúria tal peleja
O tanto se anuncia em tom suave,
Mas vendo o quanto sou, mero retrato,
De um sonho em desafeto que se agrave,
No amor de Elaine apenas me resgato.
Ousando noutro instante procurar
Alguma força aonde não havia
Vivendo o quanto reste em fantasia
Não tendo nem sequer qualquer lugar,
O verso que pudesse desenhar
Marcando em claridade a poesia,
Vagando aonde o tanto poderia
Trazer onde deveras ancorar,
Não tento acreditar no que não veja
Somente vendo em fúria tal peleja
O tanto se anuncia em tom suave,
Mas vendo o quanto sou, mero retrato,
De um sonho em desafeto que se agrave,
No amor de Elaine apenas me resgato.
Edna
Edna
O rejuvenescer do pensamento
Trazendo uma alegria incomparável,
Moldando este momento inigualável
E nele esta esperança que fomento,
Enquanto o mundo siga desatento,
Apenas procurando o que é rentável,
No amor há tanto além quando incontável
Anseio no que busco em manso alento.
Nas tramas que existência gera e traz
O sonho que se faça mais tenaz
Eclode em temperança, em plena festa,
Em Edna todo encanto feito em luz,
Ao auge num instante me conduz
E todo este cenário em paz se atesta.
O rejuvenescer do pensamento
Trazendo uma alegria incomparável,
Moldando este momento inigualável
E nele esta esperança que fomento,
Enquanto o mundo siga desatento,
Apenas procurando o que é rentável,
No amor há tanto além quando incontável
Anseio no que busco em manso alento.
Nas tramas que existência gera e traz
O sonho que se faça mais tenaz
Eclode em temperança, em plena festa,
Em Edna todo encanto feito em luz,
Ao auge num instante me conduz
E todo este cenário em paz se atesta.
06/09/2011
Marcando com veneno cada fato
Ainda quando vejo e me maltrato
Já nada mais pudesse convencer
Além do que se molde em desprazer
E nisto tão somente ora constato
O prazo que deveras não resgato
E nem pudesse mesmo revolver
O tanto deste mundo a se perder.
Caindo noutro engano novamente
O sonho na verdade se apresente
Diverso do que outrora desejei
Cenário se anuncia em dura grei
E tanto quanto reste desta farsa
Pudera ser na sorte que se esgarça
E dita o meu futuro em ledo porto,
O verso se anuncia num aborto
E a voz já sem sentido algum disfarça
Tornando este caminho bem mais torto.
2
Quero o tanto deste enredo
Traduzindo o que concedo
E no fundo não viria
Nem sequer a fantasia.
O meu mundo sem segredo
O caminho atroz e ledo
Renovando a cada dia
Minha sorte mais sombria,
Posso crer na liberdade
E se tento enquanto invade
O momento não se faz
Mesmo quando busco a paz,
Tão diversa tempestade
Deixa tudo para trás.
3
Esperando atrás da porta
A verdade não se importa
E não deixa qualquer pista
Tão somente o que se avista
A palavra me transporta
Onde o todo não aporta
E sequer pudesse. Insista
Mesmo quando amor despista.
Não controlo o rude passo
E se possa e me desfaço
Do cenário em tal vertente
A verdade se apresente
No caminho onde este espaço
Traduzisse impertinente.
4
Quero a sorte mais sutil
E o momento tão suave
Resumindo o quanto viu
A palavra amor é chave
O canário que se ouviu
Mesmo quando o sonho agrave
Um caminho mais gentil
Na verdade nunca entrave.
O meu canto em desalento
Tantas vezes poderia
Traduzir o que ora eu tento
Sendo atenta a fantasia
Espalhando a cada vento
Este sonho que eu vivia.
5
Bebo a sorte que não veio
E não possa mesmo enquanto
O meu mundo em tal receio
No final não acalanto,
Bebo a sorte sendo alheio
Ao que tento e já me espanto
No cenário que rodeio
Mergulhando noutro encanto.
Reunindo cada prova
Do que tanto se comprova
Sortilégio e nada além.
O meu passo sempre vem
E minha alma se renova,
Deste sonho eu sou refém.
Marcando com veneno cada fato
Ainda quando vejo e me maltrato
Já nada mais pudesse convencer
Além do que se molde em desprazer
E nisto tão somente ora constato
O prazo que deveras não resgato
E nem pudesse mesmo revolver
O tanto deste mundo a se perder.
Caindo noutro engano novamente
O sonho na verdade se apresente
Diverso do que outrora desejei
Cenário se anuncia em dura grei
E tanto quanto reste desta farsa
Pudera ser na sorte que se esgarça
E dita o meu futuro em ledo porto,
O verso se anuncia num aborto
E a voz já sem sentido algum disfarça
Tornando este caminho bem mais torto.
2
Quero o tanto deste enredo
Traduzindo o que concedo
E no fundo não viria
Nem sequer a fantasia.
O meu mundo sem segredo
O caminho atroz e ledo
Renovando a cada dia
Minha sorte mais sombria,
Posso crer na liberdade
E se tento enquanto invade
O momento não se faz
Mesmo quando busco a paz,
Tão diversa tempestade
Deixa tudo para trás.
3
Esperando atrás da porta
A verdade não se importa
E não deixa qualquer pista
Tão somente o que se avista
A palavra me transporta
Onde o todo não aporta
E sequer pudesse. Insista
Mesmo quando amor despista.
Não controlo o rude passo
E se possa e me desfaço
Do cenário em tal vertente
A verdade se apresente
No caminho onde este espaço
Traduzisse impertinente.
4
Quero a sorte mais sutil
E o momento tão suave
Resumindo o quanto viu
A palavra amor é chave
O canário que se ouviu
Mesmo quando o sonho agrave
Um caminho mais gentil
Na verdade nunca entrave.
O meu canto em desalento
Tantas vezes poderia
Traduzir o que ora eu tento
Sendo atenta a fantasia
Espalhando a cada vento
Este sonho que eu vivia.
5
Bebo a sorte que não veio
E não possa mesmo enquanto
O meu mundo em tal receio
No final não acalanto,
Bebo a sorte sendo alheio
Ao que tento e já me espanto
No cenário que rodeio
Mergulhando noutro encanto.
Reunindo cada prova
Do que tanto se comprova
Sortilégio e nada além.
O meu passo sempre vem
E minha alma se renova,
Deste sonho eu sou refém.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
COLHESSE A PRIMAVERA
Colhesse a primavera invés do ocaso
E visse na eclosão de um novo sonho
O tanto que pudesse ser medonho
E o mundo noutro enfado em vão descaso,
A cada novo instante mais me atraso
E sei enquanto em vago tom me enfronho,
Vestindo este momento onde bisonho,
Meu verso se anuncia em rude atraso,
Esqueço o que o bom senso representa
E bebo desta tarde virulenta
Apenas o que resta dentro da alma,
E sei da solidão que tanto possa
Tramar além da dor a rude fossa
E nada, nem o sonho ora me acalma.
E visse na eclosão de um novo sonho
O tanto que pudesse ser medonho
E o mundo noutro enfado em vão descaso,
A cada novo instante mais me atraso
E sei enquanto em vago tom me enfronho,
Vestindo este momento onde bisonho,
Meu verso se anuncia em rude atraso,
Esqueço o que o bom senso representa
E bebo desta tarde virulenta
Apenas o que resta dentro da alma,
E sei da solidão que tanto possa
Tramar além da dor a rude fossa
E nada, nem o sonho ora me acalma.
O PREÇO A SE PAGAR
O preço a se pagar a cada passo
Não trama o quanto possa resistir
E vejo o que deveras pressentir
Tramando desde sempre este cansaço,
E quando noutro fato eu me desfaço
Ainda que pudesse presumir
O fato sem sentido a me impedir
O quanto se ocupasse em cada espaço,
Não quero acreditar neste momento
Exposto ao que deveras mais fomento
E tento de tal forma transmudar,
Meu medo sem sentido nem razões
Ousando na verdade enquanto expões
Transcende ao quanto possa navegar.
Não trama o quanto possa resistir
E vejo o que deveras pressentir
Tramando desde sempre este cansaço,
E quando noutro fato eu me desfaço
Ainda que pudesse presumir
O fato sem sentido a me impedir
O quanto se ocupasse em cada espaço,
Não quero acreditar neste momento
Exposto ao que deveras mais fomento
E tento de tal forma transmudar,
Meu medo sem sentido nem razões
Ousando na verdade enquanto expões
Transcende ao quanto possa navegar.
CORAÇÃO - DUETO COM SOL FIGUEIREDO
Compraste meu coração de graça,
Eu sou tua, mesmo em outra praça,
Seja lá qual for sua cor ou raça,
Meu amor já é seu, ninguém traça!
Sol Figueiredo
A tenra e mais sublime sensação
Que possa nos trazer além do sonho
O quanto a cada passo ora componho
E vejo nisto a rara dimensão
Do amor tomando além esta amplidão
E nisto o que se mostre mais risonho
Adentra o quanto possa e te proponho
Viver cada momento desde então,
Ousando ser feliz em meio às trevas
Tramando o quanto sei que tanto cevas
E mesmo neste instante agora lavras,
Amores na verdade são bem mais
Que meros sonhos tão banais,
Ou vagas e decerto vãs palavras...
Eu sou tua, mesmo em outra praça,
Seja lá qual for sua cor ou raça,
Meu amor já é seu, ninguém traça!
Sol Figueiredo
A tenra e mais sublime sensação
Que possa nos trazer além do sonho
O quanto a cada passo ora componho
E vejo nisto a rara dimensão
Do amor tomando além esta amplidão
E nisto o que se mostre mais risonho
Adentra o quanto possa e te proponho
Viver cada momento desde então,
Ousando ser feliz em meio às trevas
Tramando o quanto sei que tanto cevas
E mesmo neste instante agora lavras,
Amores na verdade são bem mais
Que meros sonhos tão banais,
Ou vagas e decerto vãs palavras...
RUDES VERSOS
Por vezes vendo a vida em variantes
Vislumbro o ledo exemplo aonde afasto
Meu passo já deveras tanto gasto
E busco aonde em luzes me garantes,
Talvez errôneo sonho quando instantes
Após se mostraria o tom nefasto
De um velho caminheiro que em repasto
Encontra as suas sortes degradantes,
Não quero ser tampouco o que trafega
Nas ânsias do que tente e já se apega
Ousando nestes ermos mais dispersos,
Na tétrica presença do que há tempos
Exposto nos diversos contratempos
Gerasse com certeza os rudes versos.
Vislumbro o ledo exemplo aonde afasto
Meu passo já deveras tanto gasto
E busco aonde em luzes me garantes,
Talvez errôneo sonho quando instantes
Após se mostraria o tom nefasto
De um velho caminheiro que em repasto
Encontra as suas sortes degradantes,
Não quero ser tampouco o que trafega
Nas ânsias do que tente e já se apega
Ousando nestes ermos mais dispersos,
Na tétrica presença do que há tempos
Exposto nos diversos contratempos
Gerasse com certeza os rudes versos.
- DEGRADAÇÃO
Fazer da poesia algo bem mais
Que simples verso e crer nesta verdade
Ao menos, ao trazer tranqüilidade
Mostrasse meus caminhos desiguais,
As súcias que eu freqüento em vendavais
Herético delírio me degrade
Apenas no enfadonho a saciedade
As dores tão sutis quanto ancestrais.
Herdando apenas isto; um ilusório
Caminho aonde mostre merencório
Delírio de um poeta em turbulência,
Assim ao me mostrar leda excrescência
Desnudo-me e deveras me anuncio
Um turvo fardo em vida; em vão, sombrio...
Que simples verso e crer nesta verdade
Ao menos, ao trazer tranqüilidade
Mostrasse meus caminhos desiguais,
As súcias que eu freqüento em vendavais
Herético delírio me degrade
Apenas no enfadonho a saciedade
As dores tão sutis quanto ancestrais.
Herdando apenas isto; um ilusório
Caminho aonde mostre merencório
Delírio de um poeta em turbulência,
Assim ao me mostrar leda excrescência
Desnudo-me e deveras me anuncio
Um turvo fardo em vida; em vão, sombrio...
O CERCO
Jargões que a vida traz e que repito
Enquanto não pudesse ver além
Do tanto que inda resta e assim contém
Apenas o caminho ora finito,
E quando de outro tanto eu necessito
Nevascas que enfrentasse e tudo bem,
O preço a se pagar já não convém
A quem se se aquém do mero grito,
Escassamente encontro o que cevara
A vida se perdendo em tal seara
No estio que eterniza o quanto perco,
A vida se estendendo ao ermo fardo,
Marcando cada instante onde retardo
O passo me entregando ao forte cerco.
Enquanto não pudesse ver além
Do tanto que inda resta e assim contém
Apenas o caminho ora finito,
E quando de outro tanto eu necessito
Nevascas que enfrentasse e tudo bem,
O preço a se pagar já não convém
A quem se se aquém do mero grito,
Escassamente encontro o que cevara
A vida se perdendo em tal seara
No estio que eterniza o quanto perco,
A vida se estendendo ao ermo fardo,
Marcando cada instante onde retardo
O passo me entregando ao forte cerco.
TENTANDO ACREDITAR
Ocasionando a queda de quem deva
Tentar acreditar no que pudesse
Trazer outro momento em sonho e prece
Apresso a minha vida inda longeva,
E quando me entranhando onde se escreva
O verso que traduz e nada tece
Senão a solidão quando fenece
A sorte que pudesse e não me atreva,
O custo a se pagar não valeria
Sequer o quanto quero em ousadia
Tampouco o que levasse ao sonho e ao fim,
Nas traiçoeiras noites solitárias
As horas sem ninguém deveras várias
E o vento sobre o quanto resta em mim...
Tentar acreditar no que pudesse
Trazer outro momento em sonho e prece
Apresso a minha vida inda longeva,
E quando me entranhando onde se escreva
O verso que traduz e nada tece
Senão a solidão quando fenece
A sorte que pudesse e não me atreva,
O custo a se pagar não valeria
Sequer o quanto quero em ousadia
Tampouco o que levasse ao sonho e ao fim,
Nas traiçoeiras noites solitárias
As horas sem ninguém deveras várias
E o vento sobre o quanto resta em mim...
MENTIRAS
Ausente do que fosse uma verdade
Durante tanto tempo me perdendo
Ousando acreditar neste remendo
Que trazes com temível liberdade
E agora a solidão enfim me invade
E o tempo noutro rumo remoendo
Os dias tão somente removendo
O quanto poderia em qualidade,
Essencialmente vejo o fim do sonho
E o que inda mais restara ora enfadonho
Expressaria a ausência do bom senso,
No fim de cada verso outros sinais
Do quanto poderia e nunca mais
Decerto em mansidão ainda penso.
Durante tanto tempo me perdendo
Ousando acreditar neste remendo
Que trazes com temível liberdade
E agora a solidão enfim me invade
E o tempo noutro rumo remoendo
Os dias tão somente removendo
O quanto poderia em qualidade,
Essencialmente vejo o fim do sonho
E o que inda mais restara ora enfadonho
Expressaria a ausência do bom senso,
No fim de cada verso outros sinais
Do quanto poderia e nunca mais
Decerto em mansidão ainda penso.
O AMOR QUE TU NÃO VÊS - Dueto com SOL FIGUEIREDO
Talvez esse amor que tu não vês,
seja alguma forma de insensatez...
Sol Figueiredo
A vida me envolvendo em tênue teia
Tragando e devorando o pensamento
E quando este vazio ora fomento
O quanto nada sou já me incendeia,
E o vago mergulhar que me rodeia
O passo noutro instante em desalento
E o verso mais audaz nega o provento
De quem pudesse ser o que se anseia,
Apresentando apenas um vestígio
Sem medo, sem pudor em vão litígio,
Vitoriando em sonhos, nada mais,
Ao gloriar a vida sem proveito
Nos ermos do jamais onde eu me deito
Encontro os velhos toscos vendavais.
seja alguma forma de insensatez...
Sol Figueiredo
A vida me envolvendo em tênue teia
Tragando e devorando o pensamento
E quando este vazio ora fomento
O quanto nada sou já me incendeia,
E o vago mergulhar que me rodeia
O passo noutro instante em desalento
E o verso mais audaz nega o provento
De quem pudesse ser o que se anseia,
Apresentando apenas um vestígio
Sem medo, sem pudor em vão litígio,
Vitoriando em sonhos, nada mais,
Ao gloriar a vida sem proveito
Nos ermos do jamais onde eu me deito
Encontro os velhos toscos vendavais.
-FÚNEBRE CANÇÃO
FÚNEBRE CANÇÃO
A fúnebre canção se ouvindo quando
O rito se aproxima do seu fim,
Quem sabe ao adubar outro jardim
No estrume onde me sinto transformando
O mundo se mostrara em contrabando
Negando a consciência, morto enfim,
O prazo terminando e sigo assim
Aos ermos deste nada me inundando.
Ao menos sei que um dia poderia
Viver além da mera fantasia,
Mas tudo se esvaíra plenamente,
A faca com seu gume mais feroz
O sonho se mostrara um vago atroz,
Porém a morte chega e jamais mente.
A fúnebre canção se ouvindo quando
O rito se aproxima do seu fim,
Quem sabe ao adubar outro jardim
No estrume onde me sinto transformando
O mundo se mostrara em contrabando
Negando a consciência, morto enfim,
O prazo terminando e sigo assim
Aos ermos deste nada me inundando.
Ao menos sei que um dia poderia
Viver além da mera fantasia,
Mas tudo se esvaíra plenamente,
A faca com seu gume mais feroz
O sonho se mostrara um vago atroz,
Porém a morte chega e jamais mente.
-FÚNEBRE CANÇÃO
FÚNEBRE CANÇÃO
A fúnebre canção se ouvindo quando
O rito se aproxima do seu fim,
Quem sabe ao adubar outro jardim
No estrume onde me sinto transformando
O mundo se mostrara em contrabando
Negando a consciência, morto enfim,
O prazo terminando e sigo assim
Aos ermos deste nada me inundando.
Ao menos sei que um dia poderia
Viver além da mera fantasia,
Mas tudo se esvaíra plenamente,
A faca com seu gume mais feroz
O sonho se mostrara um vago atroz,
Porém a morte chega e jamais mente.
A fúnebre canção se ouvindo quando
O rito se aproxima do seu fim,
Quem sabe ao adubar outro jardim
No estrume onde me sinto transformando
O mundo se mostrara em contrabando
Negando a consciência, morto enfim,
O prazo terminando e sigo assim
Aos ermos deste nada me inundando.
Ao menos sei que um dia poderia
Viver além da mera fantasia,
Mas tudo se esvaíra plenamente,
A faca com seu gume mais feroz
O sonho se mostrara um vago atroz,
Porém a morte chega e jamais mente.
- INSENSATEZ
Por vezes me imagino mais audaz,
Mas quando a realidade vem à tona
O passo em força e fúria me abandona
E a morte sem defesas já se faz,
Ardência, insensatez; nada compraz
A vida se perdendo em vão ressona
Uma alma traiçoeira ora se adona
Somente deste espelho tão mordaz,
A face carcomida pela vida,
O olhar ausente mostra a dimensão
Neste enrugado rosto, a podridão
Demonstra a minha história carcomida
Nos ermos da nublada persistência
Mostrando a invalidez desta existência.
Mas quando a realidade vem à tona
O passo em força e fúria me abandona
E a morte sem defesas já se faz,
Ardência, insensatez; nada compraz
A vida se perdendo em vão ressona
Uma alma traiçoeira ora se adona
Somente deste espelho tão mordaz,
A face carcomida pela vida,
O olhar ausente mostra a dimensão
Neste enrugado rosto, a podridão
Demonstra a minha história carcomida
Nos ermos da nublada persistência
Mostrando a invalidez desta existência.
QUEM ÉS - Dueto com SOL FIGUEIREDO
Nunca tu dirás quem realmente és,
Nunca tu dirás quem realmente és,
Te vejo ora por verso, ou por viés,
De forma especial, ou será através?
Sei que ninguém chega aos teus pés!
Sol Figueiredo
O quanto poderia ser quem sou
E nada mais trouxesse além do caos
Os olhos procurando por degraus
E a queda noutro instante, o que restou,
Vagando sobre o quanto se tornou
Ou mesmo em dias rudes, ledos, maus,
A sorte naufragasse minhas naus
E o tempo noutro instante se escoou,
Encontro esses farrapos do que fui,
As sobras do meu sonho quando rui
E trama em tom venal o fim do sonho,
Mergulho na saudade do que um dia
Pudesse e na verdade não viria
E nesta solidão em dor me enfronho...
Nunca tu dirás quem realmente és,
Te vejo ora por verso, ou por viés,
De forma especial, ou será através?
Sei que ninguém chega aos teus pés!
Sol Figueiredo
O quanto poderia ser quem sou
E nada mais trouxesse além do caos
Os olhos procurando por degraus
E a queda noutro instante, o que restou,
Vagando sobre o quanto se tornou
Ou mesmo em dias rudes, ledos, maus,
A sorte naufragasse minhas naus
E o tempo noutro instante se escoou,
Encontro esses farrapos do que fui,
As sobras do meu sonho quando rui
E trama em tom venal o fim do sonho,
Mergulho na saudade do que um dia
Pudesse e na verdade não viria
E nesta solidão em dor me enfronho...
Cada pedaço de mim -DUETO COM SOL FIGUEIREDO
Cada pedaço de mim está em ti, Desde quando...
Cada pedaço de mim está em ti,
Desde quando teu coração parti,
Não penses também que eu não sofri,
Nunca te deixei ver-me, até sorri!
Sol Figueiredo
Propostas tão diversas mesmo fim,
O sonho se emoldura e neste quadro
O tanto que decerto agora enquadro
Expressa dentro da alma algum motim,
O amor ao acender seu estopim,
A vida que se fez fora do esquadro,
Eclode e desenhando além deste adro
Florada sem igual neste jardim,
Mergulho nos anseios mais fugazes
E sei que na verdade o que me trazes
Talvez ainda seja a salvação,
Embora neste amor, que tanto crês,
Esboço o que pudesse em lucidez
Traçar a cada ausência a negação...
Cada pedaço de mim está em ti,
Desde quando teu coração parti,
Não penses também que eu não sofri,
Nunca te deixei ver-me, até sorri!
Sol Figueiredo
Propostas tão diversas mesmo fim,
O sonho se emoldura e neste quadro
O tanto que decerto agora enquadro
Expressa dentro da alma algum motim,
O amor ao acender seu estopim,
A vida que se fez fora do esquadro,
Eclode e desenhando além deste adro
Florada sem igual neste jardim,
Mergulho nos anseios mais fugazes
E sei que na verdade o que me trazes
Talvez ainda seja a salvação,
Embora neste amor, que tanto crês,
Esboço o que pudesse em lucidez
Traçar a cada ausência a negação...
VIVER EM PLENITUDE - dueto com SOL FIGUEIREDO
Ao viver a vida em plenitude,
Precisamos de muita atitude,
Mudando paradigmas a miúde,
Com mais coragem do que virtude!
Sol Figueiredo
Apenas se desenha o quanto poderia
Trazer esta esperança além do que tentasse
Mostrando sem temor, a verdadeira face.
Exposta ao que se queira em plena fantasia,
O verso se transforma e gera uma alegria
Ou mesmo modifica um rude desenlace
Traçando na verdade o que inda fosse impasse
E nisto se apresenta a sorte em vã magia,
Acendo outro cigarro, e tomo mais café,
O tempo se renega e mesmo por quem é,
Ditames de uma luta e nela outra se insere
Querendo apenas paz e o quanto se apresenta
Vivendo esta emoção deveras virulenta
O quanto me alivia às vezes também fere.
Precisamos de muita atitude,
Mudando paradigmas a miúde,
Com mais coragem do que virtude!
Sol Figueiredo
Apenas se desenha o quanto poderia
Trazer esta esperança além do que tentasse
Mostrando sem temor, a verdadeira face.
Exposta ao que se queira em plena fantasia,
O verso se transforma e gera uma alegria
Ou mesmo modifica um rude desenlace
Traçando na verdade o que inda fosse impasse
E nisto se apresenta a sorte em vã magia,
Acendo outro cigarro, e tomo mais café,
O tempo se renega e mesmo por quem é,
Ditames de uma luta e nela outra se insere
Querendo apenas paz e o quanto se apresenta
Vivendo esta emoção deveras virulenta
O quanto me alivia às vezes também fere.
Pelos caminhos da poesia Dueto com ANA MARIA GAZZANEO
Pelos caminhos da poesia
Se insiste e persiste em real teimosia
O motivo quem sabe?.. só importa ao destino.
Esta teia explicasse se só fantasia,
Este traço de vida, se humano ou divino
Contra o açoite do tempo, o seu rosno ferino.
Pesadelos da noite, o seu sonho inocente.
O colosso de tudo o seu ser pequenino.
As maldades do mundo, o sorriso indulgente.
Que prossiga sem medo, não importa o final
Obedeça o comando da força vital
Que a impele a seguir e cumprir sua sina.
Um desgosto não possa conter a menina
Que bem sabe o valor recebido em presente
Que alimenta a coragem de seguir sempre em frente.
Ana Maria Gazzaneo
Eu tento prosseguir e sei que a sorte
Porquanto noutro rumo me levasse
Gerando na verdade algum impasse
E mesmo o que de fato desconforte,
O sonho mais audaz trazendo o corte
Mostrando rudemente a rude face
E o tanto que se queira em desenlace
Deveras traz o todo que comporte,
A vida sem suporte não seria
O quanto se desenha em sintonia
Tampouco o que inda resta dentro em nós,
Enlaço meu caminho junto ao teu,
Sabendo que decerto o amor verteu
O todo desejado em mesma foz...
Se insiste e persiste em real teimosia
O motivo quem sabe?.. só importa ao destino.
Esta teia explicasse se só fantasia,
Este traço de vida, se humano ou divino
Contra o açoite do tempo, o seu rosno ferino.
Pesadelos da noite, o seu sonho inocente.
O colosso de tudo o seu ser pequenino.
As maldades do mundo, o sorriso indulgente.
Que prossiga sem medo, não importa o final
Obedeça o comando da força vital
Que a impele a seguir e cumprir sua sina.
Um desgosto não possa conter a menina
Que bem sabe o valor recebido em presente
Que alimenta a coragem de seguir sempre em frente.
Ana Maria Gazzaneo
Eu tento prosseguir e sei que a sorte
Porquanto noutro rumo me levasse
Gerando na verdade algum impasse
E mesmo o que de fato desconforte,
O sonho mais audaz trazendo o corte
Mostrando rudemente a rude face
E o tanto que se queira em desenlace
Deveras traz o todo que comporte,
A vida sem suporte não seria
O quanto se desenha em sintonia
Tampouco o que inda resta dentro em nós,
Enlaço meu caminho junto ao teu,
Sabendo que decerto o amor verteu
O todo desejado em mesma foz...
SONHAR ACORDADO - DUETO COM SOL FIGUEIREDO
Enquanto tu sonhas acordado,
Estarei apagando meu passado,
Do sentimento tão retratado,
Em cada poema aqui destilado!
Sol Figueiredo
Há tanto o meu passado vejo morto
E nada mais pudesse ter deveras
A vida exposta enfim às vis quimeras
O barco não encontra mais um porto,
Apenas sobrevivo e semimorto
Entregue sem defesas, tantas feras,
Os ermos de minha alma destemperas,
Uma esperança gesta um torpe aborto,
O quanto poderia ser e sinto
O tanto em noite fria e agora extinto,
Ao lacerar o sonho em mil retalhos,
O mundo se moldara em vária forma
E o todo a cada instante se deforma
E deixa o que hoje sou, rudes frangalhos...
Estarei apagando meu passado,
Do sentimento tão retratado,
Em cada poema aqui destilado!
Sol Figueiredo
Há tanto o meu passado vejo morto
E nada mais pudesse ter deveras
A vida exposta enfim às vis quimeras
O barco não encontra mais um porto,
Apenas sobrevivo e semimorto
Entregue sem defesas, tantas feras,
Os ermos de minha alma destemperas,
Uma esperança gesta um torpe aborto,
O quanto poderia ser e sinto
O tanto em noite fria e agora extinto,
Ao lacerar o sonho em mil retalhos,
O mundo se moldara em vária forma
E o todo a cada instante se deforma
E deixa o que hoje sou, rudes frangalhos...
ETÉREO AMOR - DUETO COM SOL FIGUEIREDO
Do amor etéreo que componhas,
Não há sentimento que imponhas,
Que ao teu coração até proponhas,
Ser tão eterno como assim sonhas!
Sol Figueiredo
O sonho se tornara um paradigma
E o tempo desenhando em rara elipse
Aonde se imagina o Apocalipse,
A vida com certeza um vago enigma,
E sei que inda carrego o velho engodo
De quem tanto pudera em consonância
Traçar além da mera e ride estância
No charqueado passo rumo ao lodo,
Vagando em plenitude, atinjo o cimo,
Embora saiba a vida esta falsária,
Que tanto se mostrara solidária
E agora se aprofunda em lama e limo,
Mas sei que no final resta esperança
Pujante fantasia, não se cansa...
Não há sentimento que imponhas,
Que ao teu coração até proponhas,
Ser tão eterno como assim sonhas!
Sol Figueiredo
O sonho se tornara um paradigma
E o tempo desenhando em rara elipse
Aonde se imagina o Apocalipse,
A vida com certeza um vago enigma,
E sei que inda carrego o velho engodo
De quem tanto pudera em consonância
Traçar além da mera e ride estância
No charqueado passo rumo ao lodo,
Vagando em plenitude, atinjo o cimo,
Embora saiba a vida esta falsária,
Que tanto se mostrara solidária
E agora se aprofunda em lama e limo,
Mas sei que no final resta esperança
Pujante fantasia, não se cansa...
A cada novo dia Dueto com Sol Figueiredo
A cada novo dia que amanhece, Um novo Sol...
A cada novo dia que amanhece,
Um novo Sol sempre te aquece,
Tirando a dor que ora entristece,
De um amor que não te percebe!
Sol Figueiredo
O dia me transporta além do quanto
Tentasse o pensamento desvendar
E quando imaginasse num vagar
O tempo que se entrega sempre e tanto,
Viceja na manhã e sem espanto
A bela primavera e tem lugar
Neste fototropismo a se mostrar
O que deveras tento e além garanto,
Vencer os mais diversos erros de um passado,
Deixando uma esperança qual legado
A quem talvez vier e porventura
O sonho se anuncia em tom suave,
Porém a cada instante o que se agrave
Também noutro momento me emoldura...
A cada novo dia que amanhece,
Um novo Sol sempre te aquece,
Tirando a dor que ora entristece,
De um amor que não te percebe!
Sol Figueiredo
O dia me transporta além do quanto
Tentasse o pensamento desvendar
E quando imaginasse num vagar
O tempo que se entrega sempre e tanto,
Viceja na manhã e sem espanto
A bela primavera e tem lugar
Neste fototropismo a se mostrar
O que deveras tento e além garanto,
Vencer os mais diversos erros de um passado,
Deixando uma esperança qual legado
A quem talvez vier e porventura
O sonho se anuncia em tom suave,
Porém a cada instante o que se agrave
Também noutro momento me emoldura...
Naquele tão presente momento Dueto com Sol Figueiredo
Naquele tão presente momento, Tiraste do peito...
Naquele tão presente momento,
Tiraste do peito o sofrimento,
De uma vida em detrimento,
Desse amor em renascimento!
Sol Figueiredo
O renascer das cinzas me permite
Alçar além do todo o etéreo sonho,
E sei do quanto veja e ora proponho
O tanto que minha alma necessite,
E sendo este universo sem limite,
E sendo o Paraíso onde há risonho
Caminho que deveras se componho,
Expressa o tanto quanto se acredite,
Versando sobre fênix que superno
Preconizasse além o que há de eterno,
Vagando pelo espaço no infinito,
O tanto que pudera e sei bem mais
Dos dias entre tantos, magistrais,
Do amor e pelo amor o espaço eu fito.
Naquele tão presente momento,
Tiraste do peito o sofrimento,
De uma vida em detrimento,
Desse amor em renascimento!
Sol Figueiredo
O renascer das cinzas me permite
Alçar além do todo o etéreo sonho,
E sei do quanto veja e ora proponho
O tanto que minha alma necessite,
E sendo este universo sem limite,
E sendo o Paraíso onde há risonho
Caminho que deveras se componho,
Expressa o tanto quanto se acredite,
Versando sobre fênix que superno
Preconizasse além o que há de eterno,
Vagando pelo espaço no infinito,
O tanto que pudera e sei bem mais
Dos dias entre tantos, magistrais,
Do amor e pelo amor o espaço eu fito.
CENÁRIOS - DUETO COM SOL FIGUEIREDO
Vem te alegrar nesse cenário,
Abandone o amor temerário,
Reabasteça com extraordinário,
Sentimento nunca secundário!
Sol Figueiredo
Alvissareiro sol trazendo o dia
E nisto pode haver além do cais
Momentos tão diversos, magistrais,
Aonde o pensamento ora emergia,
O sonho lapidado em fantasia
Que agora com carinho demonstrais
Contradizendo o velho nunca mais
Que Poe nalgum momento me diria.
Trouxera do passado o velho busto
De Palas, mas deveras, ilusão,
Lenora sempre fora a negação,
Libertação? Deveras tanto custo,
Apenas na certeza deste sol,
O mundo se renova e sigo em prol.
Abandone o amor temerário,
Reabasteça com extraordinário,
Sentimento nunca secundário!
Sol Figueiredo
Alvissareiro sol trazendo o dia
E nisto pode haver além do cais
Momentos tão diversos, magistrais,
Aonde o pensamento ora emergia,
O sonho lapidado em fantasia
Que agora com carinho demonstrais
Contradizendo o velho nunca mais
Que Poe nalgum momento me diria.
Trouxera do passado o velho busto
De Palas, mas deveras, ilusão,
Lenora sempre fora a negação,
Libertação? Deveras tanto custo,
Apenas na certeza deste sol,
O mundo se renova e sigo em prol.
Todo esse encanto que brilha Dueto com Sol Figueiredo
Todo esse encanto que brilha, Mais parece uma...
Todo esse encanto que brilha,
Mais parece uma armadilha,
Desde o começo dessa partilha,
Desse encontro que só fervilha!
Sol Figueiredo
Em frenesi o sonho se desnuda
E molda o que pudesse quando traz
A sorte quando a sinto mais tenaz
Fremindo dentro da alma em face aguda,
E sei do quanto a história tanto muda,
E tento noutro instante ser mordaz,
Porém uma vontade queda atrás
E o verso a cada passo se amiúda,
Não tendo outro momento senão este
O quanto mais além me concedeste
Expressa o quanto houvera em tantas vagas,
Procelas e borrascas, e eu sozinho,
E quando em mansidão enfim me alinho,
A minha desventura em brilho, afagas...
Todo esse encanto que brilha,
Mais parece uma armadilha,
Desde o começo dessa partilha,
Desse encontro que só fervilha!
Sol Figueiredo
Em frenesi o sonho se desnuda
E molda o que pudesse quando traz
A sorte quando a sinto mais tenaz
Fremindo dentro da alma em face aguda,
E sei do quanto a história tanto muda,
E tento noutro instante ser mordaz,
Porém uma vontade queda atrás
E o verso a cada passo se amiúda,
Não tendo outro momento senão este
O quanto mais além me concedeste
Expressa o quanto houvera em tantas vagas,
Procelas e borrascas, e eu sozinho,
E quando em mansidão enfim me alinho,
A minha desventura em brilho, afagas...
-O VELHO ROSEIRAL
O VELHO ROSEIRAL
Aonde quis um dia mais suave
Não tendo estas respostas que buscava,
Do imenso lamaçal, agora em lava
O passo a cada instante mais se trave,
E vejo sem defesas, todo entrave
Uma alma em vaga noite segue escrava
Apêndice da vida, a sorte escava
A cova e me rondando em rapina, a ave
Além de meramente um vão fantoche
Exposto a tal sarcasmo onde deboche
A vida do meu ser; inútil fardo.
Apenas me restando alguns momentos
E nestes se refletem desalentos
Do velho roseiral, espinho e cardo.
Aonde quis um dia mais suave
Não tendo estas respostas que buscava,
Do imenso lamaçal, agora em lava
O passo a cada instante mais se trave,
E vejo sem defesas, todo entrave
Uma alma em vaga noite segue escrava
Apêndice da vida, a sorte escava
A cova e me rondando em rapina, a ave
Além de meramente um vão fantoche
Exposto a tal sarcasmo onde deboche
A vida do meu ser; inútil fardo.
Apenas me restando alguns momentos
E nestes se refletem desalentos
Do velho roseiral, espinho e cardo.
SOLIDARIEDADE dueto com SOL FIGUEIREDO
Não quero que tu sofras sozinho,
Só felicidades em seu caminho,
Sim, repleto de todo carinho,
Fim desse amor em desalinho!
Sol Figueiredo
O amor que se perdera há tantos anos
Diversidade traça a cada instante
E quando noutro passo se adiante
Causando tão somente perdas, danos,
E os velhos sonhos; meros desenganos,
Aonde se pudera triunfante
Apenas o que corta se garante,
E trama estes momentos desumanos.
Mas quando ouço a voz suave e amiga,
O meu caminho em fé tanto prossiga
Mudando totalmente este cenário,
E agora se avizinha o ser além
Teu verso com doçura sempre vem
Trazer ao dia a dia outro fadário...
Só felicidades em seu caminho,
Sim, repleto de todo carinho,
Fim desse amor em desalinho!
Sol Figueiredo
O amor que se perdera há tantos anos
Diversidade traça a cada instante
E quando noutro passo se adiante
Causando tão somente perdas, danos,
E os velhos sonhos; meros desenganos,
Aonde se pudera triunfante
Apenas o que corta se garante,
E trama estes momentos desumanos.
Mas quando ouço a voz suave e amiga,
O meu caminho em fé tanto prossiga
Mudando totalmente este cenário,
E agora se avizinha o ser além
Teu verso com doçura sempre vem
Trazer ao dia a dia outro fadário...
Sempre sonhes assim acordado - Dueto com Sol Figueiredo
Sempre sonhes assim acordado, O amor será...
Sempre sonhes assim acordado,
O amor será enfim encontrado,
Vivendo a cada dia ao teu lado,
Sim, tu nunca serás tão amado!
Sol Figueiredo
Encontro esta sublime maravilha
De um tempo mais audaz, porquanto leve,
E a sorte que deveras tente e ceve
Expressa o quanto na alma o sonho brilha,
Minha alma se transforma e compartilha
E nisto com certeza até se atreve
Ainda quando encanto seja breve,
Vencer sem ter temor caos e armadilha,
Ornando este caminho em florescências
Primaveris anseios nas essências
Que tanto trazes na alma, tanto amada,
Ouvindo no quintal o sabiá
Procuro ver aonde poderá
Levar esta divina e rara estrada...
Sempre sonhes assim acordado,
O amor será enfim encontrado,
Vivendo a cada dia ao teu lado,
Sim, tu nunca serás tão amado!
Sol Figueiredo
Encontro esta sublime maravilha
De um tempo mais audaz, porquanto leve,
E a sorte que deveras tente e ceve
Expressa o quanto na alma o sonho brilha,
Minha alma se transforma e compartilha
E nisto com certeza até se atreve
Ainda quando encanto seja breve,
Vencer sem ter temor caos e armadilha,
Ornando este caminho em florescências
Primaveris anseios nas essências
Que tanto trazes na alma, tanto amada,
Ouvindo no quintal o sabiá
Procuro ver aonde poderá
Levar esta divina e rara estrada...
- ANGUSTIADAMENTE
Angustiadamente a vida passa
E nega algum caminho, mesmo até
O quanto poderia em sonho e fé
E a vida corroendo, torpe traça
Ao menos num momento feito em graça
A sorte poderia, mas não é
E o quadro se desbota e esta galé
Atando aos devaneios, morte grassa.
Eclodem mil demônios dentro em mim,
Percebo já bem próximo meu fim
Heréticos os pântanos que eu vejo
Nos ermos tão medonhos desta vida,
Apenas resta a mera despedida
Num tétrico e bisonho torvo ensejo.
E nega algum caminho, mesmo até
O quanto poderia em sonho e fé
E a vida corroendo, torpe traça
Ao menos num momento feito em graça
A sorte poderia, mas não é
E o quadro se desbota e esta galé
Atando aos devaneios, morte grassa.
Eclodem mil demônios dentro em mim,
Percebo já bem próximo meu fim
Heréticos os pântanos que eu vejo
Nos ermos tão medonhos desta vida,
Apenas resta a mera despedida
Num tétrico e bisonho torvo ensejo.
ESPERANÇA - DUETO COM SOL FIGUEIREDO
Não abandones a esperança,
Deixa-a fluir feito uma criança,
Pois um dia desses ela te alcança,
A tristeza só será uma lembrança!
Sol Figueiredo
Quem dera após a chuva uma bonança,
A vida talvez fosse bem melhor,
Mas quando me imagino e sei de cor
Caminho aonde o nada enfim se lança,
No vórtice temido a dor avança
E o quanto se anuncia ora é pior,
Apenas me empapuça de suor
E o vértice jamais a vida alcança
Um ínfimo caminho em branda luz
Ao longe ao fim do túnel percebesse,
Talvez inda lutasse ou mais tecesse
O sonho que esperança reproduz,
Porém a ferro e fogo a vida traça
A sorte tão funesta quanto escassa...
Deixa-a fluir feito uma criança,
Pois um dia desses ela te alcança,
A tristeza só será uma lembrança!
Sol Figueiredo
Quem dera após a chuva uma bonança,
A vida talvez fosse bem melhor,
Mas quando me imagino e sei de cor
Caminho aonde o nada enfim se lança,
No vórtice temido a dor avança
E o quanto se anuncia ora é pior,
Apenas me empapuça de suor
E o vértice jamais a vida alcança
Um ínfimo caminho em branda luz
Ao longe ao fim do túnel percebesse,
Talvez inda lutasse ou mais tecesse
O sonho que esperança reproduz,
Porém a ferro e fogo a vida traça
A sorte tão funesta quanto escassa...
- AUGÚRIOS NEFASTOS
Augúrios tão nefastos; vejo quando
A trama se desenha em tom atroz,
Ausência de esperança dita a voz
De um quadro tão medonho quanto infando.
Arisco pensamento degradando
E ainda vive em mim em vagos nós
Passado pelo qual perdendo a foz
O rio num estio se acabando.
Alego ao menos ditas da ironia
Fortuna nos meus dias não cabia
Reveses costumeiros regem sonhos,
Transito entre os medonhos pesadelos,
E quando mais insisto em não mais vê-los
Retornam em cenários tão tristonhos.
A trama se desenha em tom atroz,
Ausência de esperança dita a voz
De um quadro tão medonho quanto infando.
Arisco pensamento degradando
E ainda vive em mim em vagos nós
Passado pelo qual perdendo a foz
O rio num estio se acabando.
Alego ao menos ditas da ironia
Fortuna nos meus dias não cabia
Reveses costumeiros regem sonhos,
Transito entre os medonhos pesadelos,
E quando mais insisto em não mais vê-los
Retornam em cenários tão tristonhos.
- NOITE DE BRUMA
Por vezes imagino em consonante
Delírios os ermos frágeis de minha alma
A velha solidão gerando o trauma
O sonho se mostrando mais distante,
Porquanto a própria vida me adiante
Vazio não traduz a mera calma
Quem sabe ao fim de tudo a morte acalma
Mesmo que nada exista doravante.
O quarto escuro traz a velha imagem
E o bêbado desnuda esta miragem
Vagando pelos antros mais sombrios,
Brumosa noite envolta em tal neblina
A lua entre estas nuvens determina
A história de quem vive em desvarios.
Delírios os ermos frágeis de minha alma
A velha solidão gerando o trauma
O sonho se mostrando mais distante,
Porquanto a própria vida me adiante
Vazio não traduz a mera calma
Quem sabe ao fim de tudo a morte acalma
Mesmo que nada exista doravante.
O quarto escuro traz a velha imagem
E o bêbado desnuda esta miragem
Vagando pelos antros mais sombrios,
Brumosa noite envolta em tal neblina
A lua entre estas nuvens determina
A história de quem vive em desvarios.
Donatienne
Donatienne
Sublime maravilha se desenha
Em sensuais cenários belos seios
E vivo entre diversos devaneios,
Vontade delirante e mais ferrenha,
E sei que nada mais já me convenha
Senão seguir teus passos, mansos veios,
Deixando no passado os vis receios,
O fogaréu precisa farta lenha,
A noite se mostrando sem limites
E tanto quanto quero e necessites,
Donatienne, tramas chama insana;
E vences com ardor este marasmo
Enquanto se eclodindo a cada orgasmo,
Na senda tão sutil quanto profana...
Sublime maravilha se desenha
Em sensuais cenários belos seios
E vivo entre diversos devaneios,
Vontade delirante e mais ferrenha,
E sei que nada mais já me convenha
Senão seguir teus passos, mansos veios,
Deixando no passado os vis receios,
O fogaréu precisa farta lenha,
A noite se mostrando sem limites
E tanto quanto quero e necessites,
Donatienne, tramas chama insana;
E vences com ardor este marasmo
Enquanto se eclodindo a cada orgasmo,
Na senda tão sutil quanto profana...
Desiré
Desiré
O quanto se transforma num desejo
Que nada silencia nem pudera,
A vida se mostrando noutra esfera
Transcende a cada passo, um novo ensejo,
E sei deste momento malfazejo
Onde esperança rude, leda e fera,
Aos poucos noutro rumo destempera
Matando o quanto houvera e não mais vejo.
A solidão tomando este cenário,
E o velho coração tão temerário
Esboça reações e nada traz,
Porém em Desiré, sorte querida,
Ressoa o renascer da minha vida,
Num passo feito amor, em tanta paz...
O quanto se transforma num desejo
Que nada silencia nem pudera,
A vida se mostrando noutra esfera
Transcende a cada passo, um novo ensejo,
E sei deste momento malfazejo
Onde esperança rude, leda e fera,
Aos poucos noutro rumo destempera
Matando o quanto houvera e não mais vejo.
A solidão tomando este cenário,
E o velho coração tão temerário
Esboça reações e nada traz,
Porém em Desiré, sorte querida,
Ressoa o renascer da minha vida,
Num passo feito amor, em tanta paz...
Danielle
Danielle
Amar e ter deveras a certeza
De um tempo onde esperança se revele
No olhar que me trouxesse Danielle
Na senda mais sublime, em tal beleza,
O canto se anuncia sem surpresa
E o sonho quando ao sonho ora se atrele
Expressa com ternura o quanto sele
Aonde uma expressão dite a leveza,
O verso que pudesse e me traduza
Embora a vida seja tão confusa,
O passo rumo ao tanto que se queira,
O amor ora selando esta aliança
Em ti querida, o mundo em paz se lança,
Ousando na esperança qual bandeira.
Amar e ter deveras a certeza
De um tempo onde esperança se revele
No olhar que me trouxesse Danielle
Na senda mais sublime, em tal beleza,
O canto se anuncia sem surpresa
E o sonho quando ao sonho ora se atrele
Expressa com ternura o quanto sele
Aonde uma expressão dite a leveza,
O verso que pudesse e me traduza
Embora a vida seja tão confusa,
O passo rumo ao tanto que se queira,
O amor ora selando esta aliança
Em ti querida, o mundo em paz se lança,
Ousando na esperança qual bandeira.
Danika
Danika
Danika irradiando em claridade
Trazendo esta manhã tão desejada
Expressa com ternura esta alvorada
Que pouco a pouco tanto nos invade,
Vivendo muito além da imensidade
A sorte nos seus braços lapidada
Tramando a cada passo a bela estrada
Que tanto ora se anseia e sempre agrade,
Estrela matinal transforma o amor
E sei do brilho imenso e redentor
Traçando uma alegria fascinante,
E vejo-te em cenário deslumbrante
Nas teias do que possa em esplendor
Sonhar o que desejo neste instante...
Danika irradiando em claridade
Trazendo esta manhã tão desejada
Expressa com ternura esta alvorada
Que pouco a pouco tanto nos invade,
Vivendo muito além da imensidade
A sorte nos seus braços lapidada
Tramando a cada passo a bela estrada
Que tanto ora se anseia e sempre agrade,
Estrela matinal transforma o amor
E sei do brilho imenso e redentor
Traçando uma alegria fascinante,
E vejo-te em cenário deslumbrante
Nas teias do que possa em esplendor
Sonhar o que desejo neste instante...
Djanira
Djanira
Vestígios de um passado tão cruel
Transcendem num arquétipo temível
A face do que fora enfim possível
E perde a dimensão do próprio céu,
Galopa em liberdade este corcel
Galgando muito além deste implausível
Cenário mais audaz e noutro nível
Encarna dentro da alma o carrossel,
Encontro meus andrajos pelas ruas
E quando noutro instante tu flutuas
Meu sonho sobre o teu enfim se atira,
E sei que neste amor que possa além
Vivenciando o todo e quando vem
Expressa o grande amor, bela Djanira...
Vestígios de um passado tão cruel
Transcendem num arquétipo temível
A face do que fora enfim possível
E perde a dimensão do próprio céu,
Galopa em liberdade este corcel
Galgando muito além deste implausível
Cenário mais audaz e noutro nível
Encarna dentro da alma o carrossel,
Encontro meus andrajos pelas ruas
E quando noutro instante tu flutuas
Meu sonho sobre o teu enfim se atira,
E sei que neste amor que possa além
Vivenciando o todo e quando vem
Expressa o grande amor, bela Djanira...
Diomara
Diomara
O sonho desenhado no caminho
Aonde em maravilhas dita o quanto
Pudesse desvendar e sem quebranto
O encanto aonde tanto ora me aninho,
O tempo que já fora enfim mesquinho,
Reduza o dia a dia em mero pranto
E quando vejo o passo onde garanto
O novo caminhar sem mesmo espinho,
Adentro esta alameda em esperança
E quanto mais além meu passo avança
Diomara traduzindo a rara sorte
De quem se fez além do quanto espera
Usando da palavra mais sincera
Que fortaleça enquanto me conforte...
O sonho desenhado no caminho
Aonde em maravilhas dita o quanto
Pudesse desvendar e sem quebranto
O encanto aonde tanto ora me aninho,
O tempo que já fora enfim mesquinho,
Reduza o dia a dia em mero pranto
E quando vejo o passo onde garanto
O novo caminhar sem mesmo espinho,
Adentro esta alameda em esperança
E quanto mais além meu passo avança
Diomara traduzindo a rara sorte
De quem se fez além do quanto espera
Usando da palavra mais sincera
Que fortaleça enquanto me conforte...
Dalziza
Dalziza
Aprendo com meus erros, nada mais,
E sei quando em verdade a vida traça
O todo que pudesse e em tal fumaça
Avisa dos imensos temporais,
Os olhos procurando onde jamais
O sonho com certeza também passa
E gera a fantasia quando grassa
E nele num instante tu te esvais,
A vida se desenha e não avisa,
Porém no grande amor, tendo Dalziza
Uma certeza a mais envolve o verso
Trazendo este infinito para cá,
E o tempo com certeza abrandará
Traçando em bem estar meu universo..
Aprendo com meus erros, nada mais,
E sei quando em verdade a vida traça
O todo que pudesse e em tal fumaça
Avisa dos imensos temporais,
Os olhos procurando onde jamais
O sonho com certeza também passa
E gera a fantasia quando grassa
E nele num instante tu te esvais,
A vida se desenha e não avisa,
Porém no grande amor, tendo Dalziza
Uma certeza a mais envolve o verso
Trazendo este infinito para cá,
E o tempo com certeza abrandará
Traçando em bem estar meu universo..
Dagmar
Dagmar
Procuro algum instante aonde eu tenha
Além do que se mostre contumaz
A sorte mais diversa que se traz
Na face aonde a luta é mais ferrenha,
Ousando acreditar no que convenha
Buscando finalmente ter em paz
O passo mais suave ou mais audaz,
E nisto cada sonho em luzes venha,
Trazendo dentro da alma inteiro o mar,
No amar que traduzisse ora em Dagmar
Certezas de momentos mais felizes,
E mesmo quando a vida traga a saga
Que tanto nos maltrata, o amor apaga,
E nele os vários erros; contradizes...
Procuro algum instante aonde eu tenha
Além do que se mostre contumaz
A sorte mais diversa que se traz
Na face aonde a luta é mais ferrenha,
Ousando acreditar no que convenha
Buscando finalmente ter em paz
O passo mais suave ou mais audaz,
E nisto cada sonho em luzes venha,
Trazendo dentro da alma inteiro o mar,
No amar que traduzisse ora em Dagmar
Certezas de momentos mais felizes,
E mesmo quando a vida traga a saga
Que tanto nos maltrata, o amor apaga,
E nele os vários erros; contradizes...
Dorothy
Dorothy
Ousando acreditar no quanto estende
Além deste horizonte o amor imenso
E nele com certeza o que ora penso
Expressa o que se tenta e em paz atende,
O canto mais sutil essa alma entende
E grassa sobre o todo e me convenço
Deixando para trás um dia tenso,
A plena magnitude, o amor desvende.
O vento mais suave e mais sutil,
O quanto desse encanto se previu
Nas tramas mais felizes que se vêm,
Ousando acreditar no quanto aninha
A sorte que julgasse fosse minha
Em Dorothy traduz o que contém...
Ousando acreditar no quanto estende
Além deste horizonte o amor imenso
E nele com certeza o que ora penso
Expressa o que se tenta e em paz atende,
O canto mais sutil essa alma entende
E grassa sobre o todo e me convenço
Deixando para trás um dia tenso,
A plena magnitude, o amor desvende.
O vento mais suave e mais sutil,
O quanto desse encanto se previu
Nas tramas mais felizes que se vêm,
Ousando acreditar no quanto aninha
A sorte que julgasse fosse minha
Em Dorothy traduz o que contém...
Debbie
Debbie
A boca delicada, o olhar profundo,
Trazendo este delírio a cada instante
E vendo esta mulher tão deslumbrante
Do quanto possa além enfim me inundo,
E vago sem temer nada no mundo
Traçando o quanto possa doravante
E a vida noutro fato me adiante
Cenário aonde em paz eu me aprofundo,
O tanto que pudesse e quero além
O amor quando demais tanto contém
E Debbie traduzindo esta vontade
Expressa em seu olhar todo o desejo
E quando em magnitude o encanto eu vejo,
Meu sonho deste encanto ora se invade...
A boca delicada, o olhar profundo,
Trazendo este delírio a cada instante
E vendo esta mulher tão deslumbrante
Do quanto possa além enfim me inundo,
E vago sem temer nada no mundo
Traçando o quanto possa doravante
E a vida noutro fato me adiante
Cenário aonde em paz eu me aprofundo,
O tanto que pudesse e quero além
O amor quando demais tanto contém
E Debbie traduzindo esta vontade
Expressa em seu olhar todo o desejo
E quando em magnitude o encanto eu vejo,
Meu sonho deste encanto ora se invade...
Dámaris
Dámaris
Olhando em mansidão tua beleza
Que tanto impressiona e me conquista
Seguindo cada rastro, cada pista,
Que me leve aos teus braços, com certeza,
A vida se desenha em realeza
E sei do quanto possa e além se avista
Sublime maravilha que, otimista,
Encaro com ternura e com leveza,
Dámaris, meu amor por ti é tanto,
E o quanto mais anseio quero e canto
Em versos esta imensa luz que emanas
E sei quanto esperava as tuas prendas
E meu caminho agora tu desvendas,
Em rotas mais sublimes, soberanas...
Olhando em mansidão tua beleza
Que tanto impressiona e me conquista
Seguindo cada rastro, cada pista,
Que me leve aos teus braços, com certeza,
A vida se desenha em realeza
E sei do quanto possa e além se avista
Sublime maravilha que, otimista,
Encaro com ternura e com leveza,
Dámaris, meu amor por ti é tanto,
E o quanto mais anseio quero e canto
Em versos esta imensa luz que emanas
E sei quanto esperava as tuas prendas
E meu caminho agora tu desvendas,
Em rotas mais sublimes, soberanas...
Dália
Dália
Trazendo esta sublime primavera
No olhar irradiando este horizonte
De todos os anseios, rara fonte,
E tudo quanto além a vida espera,
Preparo o caminhar e se tempera
A vida no que possa e já desponte
Marcando o quanto encontre e sempre aponte
Na direção sobeja e mais sincera,
O verso se traçando em cada instante
E Dália demonstrando doravante
Um fascinante rumo em tanto brilho,
O amor que já se fez primaveril,
Expressa na verdade o quanto viu
Da imensidão da paz que em ti palmilho...
Trazendo esta sublime primavera
No olhar irradiando este horizonte
De todos os anseios, rara fonte,
E tudo quanto além a vida espera,
Preparo o caminhar e se tempera
A vida no que possa e já desponte
Marcando o quanto encontre e sempre aponte
Na direção sobeja e mais sincera,
O verso se traçando em cada instante
E Dália demonstrando doravante
Um fascinante rumo em tanto brilho,
O amor que já se fez primaveril,
Expressa na verdade o quanto viu
Da imensidão da paz que em ti palmilho...
Dalma
Dalma
Traduzes o caminho aonde um dia
Tentara descobrir algum sinal
Do amor que se mostrasse sensual
E neste desejar tanto eu queria
Viver a rara e bela fantasia
Num tempo com certeza sem igual
Marcando o quanto possa bem ou mal
Tramando esta diversa alegoria,
Meu mundo se desenha neste passo
E sei do quanto tento e mesmo faço
Num átimo mergulho no infinito,
E quando se entrando em corpo e em alma
Encontro esta sublime e bela Dalma
E nela todo o amor que necessito...
Traduzes o caminho aonde um dia
Tentara descobrir algum sinal
Do amor que se mostrasse sensual
E neste desejar tanto eu queria
Viver a rara e bela fantasia
Num tempo com certeza sem igual
Marcando o quanto possa bem ou mal
Tramando esta diversa alegoria,
Meu mundo se desenha neste passo
E sei do quanto tento e mesmo faço
Num átimo mergulho no infinito,
E quando se entrando em corpo e em alma
Encontro esta sublime e bela Dalma
E nela todo o amor que necessito...
Dana
Dana
Porquanto a vida seja tão injusta
E mesmo quando traça outro caminho
Por vezes me imagino mais sozinho
E nada ao pensamento ora se ajusta,
Arcar com meus pecados, tanto custa,
E sei que mesmo sendo enfim mesquinho,
Nas tramas mais airosas se me aninho,
O sonho traça a farsa mais robusta.
E sendo de tal forma o que me engana,
Somente uma certeza encontro e em Dana
Da clara sensação desta justiça,
Tão firme quanto o amor e tão sensata
E nisto com certeza me arrebata,
Enquanto a vida eu sito movediça...
Porquanto a vida seja tão injusta
E mesmo quando traça outro caminho
Por vezes me imagino mais sozinho
E nada ao pensamento ora se ajusta,
Arcar com meus pecados, tanto custa,
E sei que mesmo sendo enfim mesquinho,
Nas tramas mais airosas se me aninho,
O sonho traça a farsa mais robusta.
E sendo de tal forma o que me engana,
Somente uma certeza encontro e em Dana
Da clara sensação desta justiça,
Tão firme quanto o amor e tão sensata
E nisto com certeza me arrebata,
Enquanto a vida eu sito movediça...
Daria
Daria
Detendo este poder que tanto encante
E trace o quanto venha no futuro,
Em ti, Daria, posso e me asseguro,
Do quanto, a vida seja fascinante,
E mesmo quando a queda em um instante
Demonstra o mais dorido e mais escuro
Cenário, enquanto em ti tanto procuro,
Meu verso segue firme doravante,
E tendo esta certeza a cada passo,
O quanto mais anseio e mesmo traço
Expressa a maravilha de te ter,
Fantástica e sublime fantasia
Que a cada novo tempo me traria
Certeza de em meus braços, teu poder...
Detendo este poder que tanto encante
E trace o quanto venha no futuro,
Em ti, Daria, posso e me asseguro,
Do quanto, a vida seja fascinante,
E mesmo quando a queda em um instante
Demonstra o mais dorido e mais escuro
Cenário, enquanto em ti tanto procuro,
Meu verso segue firme doravante,
E tendo esta certeza a cada passo,
O quanto mais anseio e mesmo traço
Expressa a maravilha de te ter,
Fantástica e sublime fantasia
Que a cada novo tempo me traria
Certeza de em meus braços, teu poder...
Delia
Delia
Enveredando em belas paisagens
Marcando cada passo com tal brilho
Vivendo o quanto possa enquanto trilho
Nos olhos, esperanças são miragens...
Trazendo com certeza tais bagagens
E nelas o que creia e além palmilho
Vagando sem temor nem empecilho,
Entranho o meu caminho em tais visagens
E nada superasse amor que trago
E Delia transformando cada afago
Na sensação divina: ser feliz,
E tendo esta certeza que me move,
O tanto mais além do amor comove
O sonho que jamais se contradiz.
Enveredando em belas paisagens
Marcando cada passo com tal brilho
Vivendo o quanto possa enquanto trilho
Nos olhos, esperanças são miragens...
Trazendo com certeza tais bagagens
E nelas o que creia e além palmilho
Vagando sem temor nem empecilho,
Entranho o meu caminho em tais visagens
E nada superasse amor que trago
E Delia transformando cada afago
Na sensação divina: ser feliz,
E tendo esta certeza que me move,
O tanto mais além do amor comove
O sonho que jamais se contradiz.
Delmira
Delmira
Tu trazes a nobreza que inerente
Ao próprio ser transmuda este cenário,
Aonde se pensara temerário
Agora outro caminho se apresente
E o todo que se mostre e já se sente
Moldando com firmeza o itinerário
Vagando como fosse num fadário
O mar do amar demais que se fomente,
Ousando ter nas mãos o que prefira,
Domina o meu caminho e sei Delmira
Suprema maravilha feita amor,
E nisto este momento em nobres tons
Traçando dias claros, calmos, bons,
De tudo o quanto eu sinto; refletor...
Tu trazes a nobreza que inerente
Ao próprio ser transmuda este cenário,
Aonde se pensara temerário
Agora outro caminho se apresente
E o todo que se mostre e já se sente
Moldando com firmeza o itinerário
Vagando como fosse num fadário
O mar do amar demais que se fomente,
Ousando ter nas mãos o que prefira,
Domina o meu caminho e sei Delmira
Suprema maravilha feita amor,
E nisto este momento em nobres tons
Traçando dias claros, calmos, bons,
De tudo o quanto eu sinto; refletor...
Demetria
Demetria
Deidade que se torna mais sublime
E nisto cada passo leva além
Do quanto se deseja e ora contém
Enquanto a solidão já se suprime
O mundo de tal forma se redime
Ousando na esperança que ora vem
Marcando a cada instante o ser alguém
Num ato tão supremo, amor exprime.
Demetria, quantas vezes; vi que a vida,
Distando da esperança se perdia,
Porém no teu olhar a poesia
Moldando esta beleza que lapida
O amor que sempre traça a incomparável
Certeza deste encanto insuperável.
Deidade que se torna mais sublime
E nisto cada passo leva além
Do quanto se deseja e ora contém
Enquanto a solidão já se suprime
O mundo de tal forma se redime
Ousando na esperança que ora vem
Marcando a cada instante o ser alguém
Num ato tão supremo, amor exprime.
Demetria, quantas vezes; vi que a vida,
Distando da esperança se perdia,
Porém no teu olhar a poesia
Moldando esta beleza que lapida
O amor que sempre traça a incomparável
Certeza deste encanto insuperável.
Desdémona
Desdémona
Enquanto se anuncia o sofrimento
Expondo o quanto possa o coração
Nas tramas mais doridas da emoção
Outro caminho em vão, deveras tento,
E mesmo desditoso ora lamento
Os erros e os temores que trarão
A sórdida e diversa dimensão
Da atroz voracidade, alheamento...
Desdémona, também em tal cenário,
Deveras desditoso e solitário
Aos poucos se aproxima e traz consigo,
Passado tão sofrido e tão amargo,
E ao vê-la de tal forma, os ermos largo,
Buscamos partilhar do mesmo abrigo...
Enquanto se anuncia o sofrimento
Expondo o quanto possa o coração
Nas tramas mais doridas da emoção
Outro caminho em vão, deveras tento,
E mesmo desditoso ora lamento
Os erros e os temores que trarão
A sórdida e diversa dimensão
Da atroz voracidade, alheamento...
Desdémona, também em tal cenário,
Deveras desditoso e solitário
Aos poucos se aproxima e traz consigo,
Passado tão sofrido e tão amargo,
E ao vê-la de tal forma, os ermos largo,
Buscamos partilhar do mesmo abrigo...
Dolores
Dolores
Há tanto tempo a vida se fizera
Dispersa entre caminhos dolorosos,
Os dias solitários caprichosos,
A sorte muitas vezes mais austera,
O quanto se imagina e não pudera,
Traçando vários rumos pedregosos,
Os olhos no vazio, desastrosos,
Domínio se marcando em rude fera,
O tempo anunciara outra desdita,
Mas quando vejo enfim o que amor dita
Os céus já transmudando tons e cores,
Aonde era grisalho, ora azuleja,
Mudando a direção desta peleja
Encontro em meu caminho: amor- Dolores...
Há tanto tempo a vida se fizera
Dispersa entre caminhos dolorosos,
Os dias solitários caprichosos,
A sorte muitas vezes mais austera,
O quanto se imagina e não pudera,
Traçando vários rumos pedregosos,
Os olhos no vazio, desastrosos,
Domínio se marcando em rude fera,
O tempo anunciara outra desdita,
Mas quando vejo enfim o que amor dita
Os céus já transmudando tons e cores,
Aonde era grisalho, ora azuleja,
Mudando a direção desta peleja
Encontro em meu caminho: amor- Dolores...
Dominga
Dominga
Outrora a vida fosse em expressão
Apenas o que tanto se desdita
E vendo a sorte amarga e tão aflita
Encontro noutro rumo a dimensão,
E sei que estes momentos já verão
O quanto se transforma e assim permita
A luta sem proveito que ora grita
Vagando sem sentido, eterno não.
Mas quando me percebo junto a ti,
E vivo o quanto agora eu percebi
Nos olhos de Dominga, minha amante,
Navego mares tantos, tão diversos,
Ousando na emoção de raros versos,
No amor que se desenha fascinante...
Outrora a vida fosse em expressão
Apenas o que tanto se desdita
E vendo a sorte amarga e tão aflita
Encontro noutro rumo a dimensão,
E sei que estes momentos já verão
O quanto se transforma e assim permita
A luta sem proveito que ora grita
Vagando sem sentido, eterno não.
Mas quando me percebo junto a ti,
E vivo o quanto agora eu percebi
Nos olhos de Dominga, minha amante,
Navego mares tantos, tão diversos,
Ousando na emoção de raros versos,
No amor que se desenha fascinante...
Domínica
Domínica
Ao menos poderia ter no olhar
A plena sensação deste horizonte
Que tanto noutro instante em luz aponte
O todo enquanto busque o delirar,
E traz nesta certeza algum lugar
E dele transformado em rara fonte
Do sonho mais disperso que desponte
Tramando aonde eu possa mergulhar,
A vida solitária, amarga e cínica,
Ao perceber que vens; cara Domínica,
Deveras se transmuda num instante
E o vento dita o nome mais sublime
Aonde toda a dor, amor suprime,
Gerando este cenário deslumbrante.
Ao menos poderia ter no olhar
A plena sensação deste horizonte
Que tanto noutro instante em luz aponte
O todo enquanto busque o delirar,
E traz nesta certeza algum lugar
E dele transformado em rara fonte
Do sonho mais disperso que desponte
Tramando aonde eu possa mergulhar,
A vida solitária, amarga e cínica,
Ao perceber que vens; cara Domínica,
Deveras se transmuda num instante
E o vento dita o nome mais sublime
Aonde toda a dor, amor suprime,
Gerando este cenário deslumbrante.
Dominique
Dominique
O tanto desejado noutro espaço
Marcando com ternura o quanto resta
Imaginando outrora alguma festa
Nos ermos do cenário que assim traço.
Meu mundo noutro instante quando o faço
Traçando a solidão que quando infesta
Procura nem que seja mera fresta
E nela quando encontro ora renasço.
O tempo molda o sonho aonde eu quis
Deveras ser além bem mais feliz
E nisto este cenário raro e belo,
Em Dominique encontro a magnitude
Do quanto tanto amor jamais ilude,
E nele meu destino em paz eu selo.
O tanto desejado noutro espaço
Marcando com ternura o quanto resta
Imaginando outrora alguma festa
Nos ermos do cenário que assim traço.
Meu mundo noutro instante quando o faço
Traçando a solidão que quando infesta
Procura nem que seja mera fresta
E nela quando encontro ora renasço.
O tempo molda o sonho aonde eu quis
Deveras ser além bem mais feliz
E nisto este cenário raro e belo,
Em Dominique encontro a magnitude
Do quanto tanto amor jamais ilude,
E nele meu destino em paz eu selo.
Doris
Doris
Ousando acreditar no que pudesse
Tramar além do quanto a vida ecoa
Numa alma tão sincera enquanto voa
O pensamento raro em clara messe,
E o todo que deveras já se tece
E gera esta emoção sobeja e boa,
No tanto que se expresse e não destoa
Da vida que se queira e se merece,
E quando em Doris tenho esta presença
Da sorte desejada, além e imensa,
Permito-me sentir tal fortaleza
Que expresse com ternura o quanto vivo
E deixe no passado um lenitivo,
Tornando-me do amor somente presa...
Ousando acreditar no que pudesse
Tramar além do quanto a vida ecoa
Numa alma tão sincera enquanto voa
O pensamento raro em clara messe,
E o todo que deveras já se tece
E gera esta emoção sobeja e boa,
No tanto que se expresse e não destoa
Da vida que se queira e se merece,
E quando em Doris tenho esta presença
Da sorte desejada, além e imensa,
Permito-me sentir tal fortaleza
Que expresse com ternura o quanto vivo
E deixe no passado um lenitivo,
Tornando-me do amor somente presa...
FONTE - Dueto com Diego Adib
Passo a ver navios
meu mar é um pequeno rio
que se encontra somente em mim.
Assim ele vai e fica a navegar nesse meu rio todo vazio
que cai num mar sem fim,
enfim voa, mais parece uma jangada, uma canoa,
uma canoa furada
que levanta vela,
que sai feita a caravela
sem a polpa e sem a proa
atravessando pontes e pontes.
E o que eu acho que é riacho
não é nada mais do que uma lagoa
ou então uma fonte,
uma fonte de inspiração.
Diego Adib
Guardando este oceano dentro em mim,
Lagoas onde o sol traz o desejo
De um tempo mais sublime aonde eu vejo
O quanto poderia ser assim,
E sinto da nascente até o fim
Caminho tortuoso e além prevejo
A vida se moldando a cada ensejo,
Vibrando esta ventura em paz, enfim,
Das tantas e diversas fontes, mares,
Os sonhos, meus anseios, são lugares
Aonde se produz inspiração,
E os versos desaguando num universo
Por vezes tão sublime aonde eu verso
O quanto trago na alma em emoção.
meu mar é um pequeno rio
que se encontra somente em mim.
Assim ele vai e fica a navegar nesse meu rio todo vazio
que cai num mar sem fim,
enfim voa, mais parece uma jangada, uma canoa,
uma canoa furada
que levanta vela,
que sai feita a caravela
sem a polpa e sem a proa
atravessando pontes e pontes.
E o que eu acho que é riacho
não é nada mais do que uma lagoa
ou então uma fonte,
uma fonte de inspiração.
Diego Adib
Guardando este oceano dentro em mim,
Lagoas onde o sol traz o desejo
De um tempo mais sublime aonde eu vejo
O quanto poderia ser assim,
E sinto da nascente até o fim
Caminho tortuoso e além prevejo
A vida se moldando a cada ensejo,
Vibrando esta ventura em paz, enfim,
Das tantas e diversas fontes, mares,
Os sonhos, meus anseios, são lugares
Aonde se produz inspiração,
E os versos desaguando num universo
Por vezes tão sublime aonde eu verso
O quanto trago na alma em emoção.
Dulcinea
Dulcinea
Dulcíssima presença de quem ama
A sorte mais audaz e pertinente,
No quanto se deseja e tanto sente,
Vagando sem temer nem mesmo o drama
Marcando com ternura o quanto clama
Gerando este momento que envolvente
Expressa o que traduza em mais contente
Momento renovando a própria chama.
Ouvindo a voz que traga esta emoção,
Os dias entre tantos mostrarão
O quanto ora bendigo da esperança,
Em Dulcinea o sonho realiza
A mansidão que toma em doce brisa
E no apogeu dos sonhos já me alcança.
Dulcíssima presença de quem ama
A sorte mais audaz e pertinente,
No quanto se deseja e tanto sente,
Vagando sem temer nem mesmo o drama
Marcando com ternura o quanto clama
Gerando este momento que envolvente
Expressa o que traduza em mais contente
Momento renovando a própria chama.
Ouvindo a voz que traga esta emoção,
Os dias entre tantos mostrarão
O quanto ora bendigo da esperança,
Em Dulcinea o sonho realiza
A mansidão que toma em doce brisa
E no apogeu dos sonhos já me alcança.
LUZ - dueto com Angel Negro
nadie influye mas en mis creencias,creo en lo que veo en lo que vivo y en lo que percibo,el mundo es solo un espejo la unica realidad manifiesta que recibe mi espiritu es que solo el amor es real,nosotros somos ese amor...el plano humano es simplemente el espejo donde se refleja nuestro espiritu y nuestros actos aqui en la tierra reflejan tanto el amor como la bondad que como espiritus en el plano suprafisico llegamos a desempeñar...quien mucho juzga...es porque poco ama...
Angel Negro
O amor nunca comporta um julgamento
Sequer vira refém de preconceitos,
Nos olhos tantas vezes imperfeitos
Os sonhos possam ser mais que lamento,
Enquanto outro caminho em paz eu tento,
Ousando acreditar, mesmo os defeitos,
Que possam mesmo até; serem aceitos,
Num tempo tão atroz e turbulento.,
Eu creio no que vivo e no que vejo,
Também no que percebo e me transforma,
Trazendo do infinito a clara forma
Em luzes em ternuras, em desejo,
E sei do imenso plano onde se vê
A vida, seu caminho e seu por que...
Dafna
Dafna
Procuro a dimensão do que pudesse
Traçar noutro momento esta esperança
Enquanto o passo segue e não se cansa
A vida se transforma em tal benesse
E o quanto se tentara estabelece
O verso feito em paz, em confiança,
E nisto a plenitude ora se alcança
Marcando o que se tente e se merece,
O vento anunciando o doce nome
De quem noutro momento já se some,
Dafna, tua presença me alucina,
No quanto o raro amor doma e me invade,
Toando dentro da alma a claridade,
Da senda que se fez mais cristalina...
Procuro a dimensão do que pudesse
Traçar noutro momento esta esperança
Enquanto o passo segue e não se cansa
A vida se transforma em tal benesse
E o quanto se tentara estabelece
O verso feito em paz, em confiança,
E nisto a plenitude ora se alcança
Marcando o que se tente e se merece,
O vento anunciando o doce nome
De quem noutro momento já se some,
Dafna, tua presença me alucina,
No quanto o raro amor doma e me invade,
Toando dentro da alma a claridade,
Da senda que se fez mais cristalina...
Dores
Dores
Andando pelas tramas de uma vida
Há tanto noutro rumo, transformada,
Ainda quando vejo o mesmo nada
A sorte se desenha em despedida,
Alimentando na alma esta ferida
A face mais atroz e deformada
Do quanto poderia e já se evada
Sem mesmo se propor à despedida,
Audaciosamente quero além
O tanto que deveras quando vem
Domina com firmeza meus temores,
No amor onde enveredo cada passo,
Uma esperança em paz agora eu traço
Nos braços solidários de das Dores...
Andando pelas tramas de uma vida
Há tanto noutro rumo, transformada,
Ainda quando vejo o mesmo nada
A sorte se desenha em despedida,
Alimentando na alma esta ferida
A face mais atroz e deformada
Do quanto poderia e já se evada
Sem mesmo se propor à despedida,
Audaciosamente quero além
O tanto que deveras quando vem
Domina com firmeza meus temores,
No amor onde enveredo cada passo,
Uma esperança em paz agora eu traço
Nos braços solidários de das Dores...
Dores
Dores
Andando pelas tramas de uma vida
Há tanto noutro rumo, transformada,
Ainda quando vejo o mesmo nada
A sorte se desenha em despedida,
Alimentando na alma esta ferida
A face mais atroz e deformada
Do quanto poderia e já se evada
Sem mesmo se propor à despedida,
Audaciosamente quero além
O tanto que deveras quando vem
Domina com firmeza meus temores,
No amor onde enveredo cada passo,
Uma esperança em paz agora eu traço
Nos braços solidários de das Dores...
Andando pelas tramas de uma vida
Há tanto noutro rumo, transformada,
Ainda quando vejo o mesmo nada
A sorte se desenha em despedida,
Alimentando na alma esta ferida
A face mais atroz e deformada
Do quanto poderia e já se evada
Sem mesmo se propor à despedida,
Audaciosamente quero além
O tanto que deveras quando vem
Domina com firmeza meus temores,
No amor onde enveredo cada passo,
Uma esperança em paz agora eu traço
Nos braços solidários de das Dores...
Dores
Dores
Andando pelas tramas de uma vida
Há tanto noutro rumo, transformada,
Ainda quando vejo o mesmo nada
A sorte se desenha em despedida,
Alimentando na alma esta ferida
A face mais atroz e deformada
Do quanto poderia e já se evada
Sem mesmo se propor à despedida,
Audaciosamente quero além
O tanto que deveras quando vem
Domina com firmeza meus temores,
No amor onde enveredo cada passo,
Uma esperança em paz agora eu traço
Nos braços solidários de das Dores...
Andando pelas tramas de uma vida
Há tanto noutro rumo, transformada,
Ainda quando vejo o mesmo nada
A sorte se desenha em despedida,
Alimentando na alma esta ferida
A face mais atroz e deformada
Do quanto poderia e já se evada
Sem mesmo se propor à despedida,
Audaciosamente quero além
O tanto que deveras quando vem
Domina com firmeza meus temores,
No amor onde enveredo cada passo,
Uma esperança em paz agora eu traço
Nos braços solidários de das Dores...
Dora
Dora
Os dias são diversos e pudera
Vencer a dura angústia que me invade,
Na fúria sem igual na tempestade
Marcada nos anseios da quimera,
A luta se transforma noutra espera
E quanto mais o tempo me degrade,
Maior este temor e a falsidade,
Ao fim noutro cenário degenera,
O quanto da verdade se apresenta
No vórtice temível, na tormenta,
Que aos poucos nos tomando me apavora,
Porém num manso amor esta bonança
Que toca em plenitude enquanto avança
Trazendo nos meus braços, minha Dora...
Os dias são diversos e pudera
Vencer a dura angústia que me invade,
Na fúria sem igual na tempestade
Marcada nos anseios da quimera,
A luta se transforma noutra espera
E quanto mais o tempo me degrade,
Maior este temor e a falsidade,
Ao fim noutro cenário degenera,
O quanto da verdade se apresenta
No vórtice temível, na tormenta,
Que aos poucos nos tomando me apavora,
Porém num manso amor esta bonança
Que toca em plenitude enquanto avança
Trazendo nos meus braços, minha Dora...
NÃO VEJO DEUS Dueto com Diógenes Pereira de Araujo
NÃO VEJO DEUS
Não vejo Deus no medo que tortura,
nem vejo Deus no raio punitivo
de algum olhar feroz, repreensivo...
Deus me vê sempre, mesmo em noite escura
O Deus que eu vejo e com o qual convivo
é o Deus que me liberta da amargura
e que ao me olhar o faz só com ternura
com Seu olhar de amor contemplativo
Deus não vê minhas quedas nem pecados;
não vê meus pensamentos, quando obtusos;
nem vê meus sentimentos, se confusos;
vê meus esforços, mesmo fracassados,
sem ver os meus fracassos, mas a mim
humano, falho e me ama, mesmo assim.
Diógenes Pereira De Araújo
Um Deus com face humana, vingativo,
Temível e em tal fúria desenhado,
Um Pai que trague sempre em si atado
Sem permitir ao menos lenitivo,
Tornando a criatura um ser cativo,
E solte em rude voz, o imenso brado,
E quando, mau cordeiro, enfim me evado,
Cajado do pastor é punitivo...
Não quero esta presença tão atroz,
Prefiro na verdade ouvir a voz
Do Cristo-irmão e Pai, meu redentor,
Que traz no Manso olhar a liberdade,
Perdoa e nos transmite a claridade
Imensa e incomparável deste AMOR!
Dione
Dione
Os sonhos mais diversos que um amor
Pudesse traduzir a cada passo,
E nisto com ternura um verso traço
Ousando neste rumo encantador,
Vagando sem sequer qualquer temor,
O tanto quanto possa mesmo faço
E gero na emoção tal firme laço
Que trame este caminho redentor,
Não vejo outro momento e nem pudera
A sorte se moldando noutra esfera
Trazendo toda a sorte que eu bendiga,
Revela além da amante e amiga,
O quanto deste encanto sempre avança
Nos olhos de Dione, uma esperança...
Os sonhos mais diversos que um amor
Pudesse traduzir a cada passo,
E nisto com ternura um verso traço
Ousando neste rumo encantador,
Vagando sem sequer qualquer temor,
O tanto quanto possa mesmo faço
E gero na emoção tal firme laço
Que trame este caminho redentor,
Não vejo outro momento e nem pudera
A sorte se moldando noutra esfera
Trazendo toda a sorte que eu bendiga,
Revela além da amante e amiga,
O quanto deste encanto sempre avança
Nos olhos de Dione, uma esperança...
Dinorá
Dinorá
Clarões que invadem quarto e janelas
E tramam tanta força imensidade,
Vestindo com ternura esta vontade
Que aos poucos claramente me revelas,
Os sonhos não conhecem sequer celas,
E vagam muito além da eternidade,
E a força da esperança quando invade
Deveras o futuro logo selas,
E tendo do meu lado esta certeza
Nobilíssima verdade se expressando
Num mundo tão suave quanto brando.
Aonde se perceba com clareza
O quanto a vida em si nos tornará,
Trazendo em seu caminho Dinorá...
Diná
Diná
A sorte muitas vezes dita o rumo
Diverso do que um dia imaginara,
E cria sem ter dúvida uma seara
Que possa da existência, algum resumo,
E quando os meus enganos eu assumo,
Ou mesmo para além já se prepara
O passo com firmeza se escancara
E trama da alegria o suprassumo,
Na justa precisão de um sonho além
O quanto deste encanto nos convém
Expressa o todo em paz que ora virá,
Trazendo nos seus braços a certeza
Da vida que se mostra sem surpresa
Moldada pela força de Diná.
A sorte muitas vezes dita o rumo
Diverso do que um dia imaginara,
E cria sem ter dúvida uma seara
Que possa da existência, algum resumo,
E quando os meus enganos eu assumo,
Ou mesmo para além já se prepara
O passo com firmeza se escancara
E trama da alegria o suprassumo,
Na justa precisão de um sonho além
O quanto deste encanto nos convém
Expressa o todo em paz que ora virá,
Trazendo nos seus braços a certeza
Da vida que se mostra sem surpresa
Moldada pela força de Diná.
05/09/2011
Jamais imaginando quando a vida
Traduza sem saber nova saída
Ou mesmo se presuma noutro fato,
Apenas solidão inda constato
E sei do quanto a sorte é dividida,
Galgando outro cenário não divida
Sequer em afluência este regato
E nele o velho sonho ora resgato.
Presumíveis anseios de um poeta
Somente novo encanto me completa
E sinto em tempestade o dia a dia.
Marcando o que pudesse em fantasia
A marca se desenha e se repleta
Do quanto na verdade mal queria,
2
Liberto coração já se apresente
No tanto quanto quero em pertinente
Momento onde a rudeza deste sonho
Expressa a lealdade que proponho,
E tanto que deveras se consente
Gerando o quanto a vida não desmente
Marcando o meu momento mais bisonho
Gestando cada voz que em vão proponho.
Negando tão somente o que se visse
Trazendo com certeza esta mesmice
Regendo com ternura ou mesmo até
Ao transgredir decerto a nossa fé
Percebo este caminho e se desdisse
Sabendo no final por quem já se é.
3
Cerzindo cada frase aonde eu possa
Traçar além da sorte outrora nossa
A sorte que se molda num instante
E nada do caminho ora garante
Grassando enquanto o todo não endossa
A chuva que caíra bem mais grossa
Marcando nosso rumo e doravante
Trouxera esta verdade insinuante.
Prevejo o quanto tenha e na verdade
O medo se traduz e já degrade
O passo sem sentido ou direção
Trazendo tão somente a solidão.
Meu canto no vazio se formando
Tentando desenhar um mundo quando
As horas noutro tanto mostrarão
O verso sem poder insinuando.
4
Vagando em noite escura sem ninguém
O preço a se pagar deveras vem
E mostra a solidão que me entranhasse
Gerando tão somente o mesmo impasse
E nisto se anuncia este desdém
Marcando o que decerto não convém
A quem novo caminho desenhasse
Mostrando o quanto possa em rude face.
Já mais distante agora do que outrora
A vida me atormenta e assim devora
O passo sem sentido e nada traz
O tanto que se visse nega a paz
E a solidão enquanto a vida aflora
Expressa este sentido tão mordaz.
5
Buscando tão somente o quanto traga
A vida na incerteza desta vaga
Ousando acreditar em farto mar,
E nada se pudesse desenhar
Ainda quando a sorte não afaga
O velho coração expressa a praga
Que tanto noutro ponto fui buscar
Podendo no vazio navegar,
Espero cada infausto e me aproximo
O tanto se desenha além num cimo
E pude deste vale resumir
O todo que trouxera do porvir
Grassando sobre a sorte em rude limo
Deixando outro caminho em vão cerzir.
Jamais imaginando quando a vida
Traduza sem saber nova saída
Ou mesmo se presuma noutro fato,
Apenas solidão inda constato
E sei do quanto a sorte é dividida,
Galgando outro cenário não divida
Sequer em afluência este regato
E nele o velho sonho ora resgato.
Presumíveis anseios de um poeta
Somente novo encanto me completa
E sinto em tempestade o dia a dia.
Marcando o que pudesse em fantasia
A marca se desenha e se repleta
Do quanto na verdade mal queria,
2
Liberto coração já se apresente
No tanto quanto quero em pertinente
Momento onde a rudeza deste sonho
Expressa a lealdade que proponho,
E tanto que deveras se consente
Gerando o quanto a vida não desmente
Marcando o meu momento mais bisonho
Gestando cada voz que em vão proponho.
Negando tão somente o que se visse
Trazendo com certeza esta mesmice
Regendo com ternura ou mesmo até
Ao transgredir decerto a nossa fé
Percebo este caminho e se desdisse
Sabendo no final por quem já se é.
3
Cerzindo cada frase aonde eu possa
Traçar além da sorte outrora nossa
A sorte que se molda num instante
E nada do caminho ora garante
Grassando enquanto o todo não endossa
A chuva que caíra bem mais grossa
Marcando nosso rumo e doravante
Trouxera esta verdade insinuante.
Prevejo o quanto tenha e na verdade
O medo se traduz e já degrade
O passo sem sentido ou direção
Trazendo tão somente a solidão.
Meu canto no vazio se formando
Tentando desenhar um mundo quando
As horas noutro tanto mostrarão
O verso sem poder insinuando.
4
Vagando em noite escura sem ninguém
O preço a se pagar deveras vem
E mostra a solidão que me entranhasse
Gerando tão somente o mesmo impasse
E nisto se anuncia este desdém
Marcando o que decerto não convém
A quem novo caminho desenhasse
Mostrando o quanto possa em rude face.
Já mais distante agora do que outrora
A vida me atormenta e assim devora
O passo sem sentido e nada traz
O tanto que se visse nega a paz
E a solidão enquanto a vida aflora
Expressa este sentido tão mordaz.
5
Buscando tão somente o quanto traga
A vida na incerteza desta vaga
Ousando acreditar em farto mar,
E nada se pudesse desenhar
Ainda quando a sorte não afaga
O velho coração expressa a praga
Que tanto noutro ponto fui buscar
Podendo no vazio navegar,
Espero cada infausto e me aproximo
O tanto se desenha além num cimo
E pude deste vale resumir
O todo que trouxera do porvir
Grassando sobre a sorte em rude limo
Deixando outro caminho em vão cerzir.
Deunice
Deunice
Variante de Eunice – Vitória.
Vitoriosamente segue além
E vence os mais diversos maremotos,
Tornando os sofrimentos mais remotos
Em mares quando o sonho acolhe e vem,
Sabendo o quanto a vida em risos tem,
Também do sofrimento tantas fotos,
E emanas flores raras, belas lótus,
Vivendo esta esperança e muito além,
O tempo na verdade tanto disse
Do quanto se concebe em ti Deunice,
Na força tão temente a Deus, em glória,
Contigo, companheira de batalha,
A vida mansamente em paz se espalha
E traz no fim da luta uma vitória!
Variante de Eunice – Vitória.
Vitoriosamente segue além
E vence os mais diversos maremotos,
Tornando os sofrimentos mais remotos
Em mares quando o sonho acolhe e vem,
Sabendo o quanto a vida em risos tem,
Também do sofrimento tantas fotos,
E emanas flores raras, belas lótus,
Vivendo esta esperança e muito além,
O tempo na verdade tanto disse
Do quanto se concebe em ti Deunice,
Na força tão temente a Deus, em glória,
Contigo, companheira de batalha,
A vida mansamente em paz se espalha
E traz no fim da luta uma vitória!
Dina
Dina
A bela sedutora a cada olhar
Transforma minha vida num momento
Diverso do que trague e assim fomento
Vibrando em consonância, a imaginar,
O tempo noutro tanto caminhar,
A vida se expressando em pensamento
Vagando sem temer o alheamento
Enquanto tanto a pude desejar,
Porquanto o grande amor doma e fascina,
Ao ter em minhas mãos, as mãos de Dina,
Um complemento em êxtase se faz
E tento caminhar entre os abrolhos,
Iluminado apenas pelos olhos
Que emanam força plena em tom audaz...
A bela sedutora a cada olhar
Transforma minha vida num momento
Diverso do que trague e assim fomento
Vibrando em consonância, a imaginar,
O tempo noutro tanto caminhar,
A vida se expressando em pensamento
Vagando sem temer o alheamento
Enquanto tanto a pude desejar,
Porquanto o grande amor doma e fascina,
Ao ter em minhas mãos, as mãos de Dina,
Um complemento em êxtase se faz
E tento caminhar entre os abrolhos,
Iluminado apenas pelos olhos
Que emanam força plena em tom audaz...
Diana
Diana
Amar e ter nas mãos a eternidade
Que é feita a cada instante nesta fúria
Do amor quando se cala e sem lamúria
Entrega-se ao poder: felicidade,
Vivendo a mais completa imensidade
Enquanto no passado houve penúria,
O mundo feito em lama, dor e incúria,
Agora se desnuda em claridade,
A imagem de que tanto desejei
No amor que dentro da alma cultivei
Gerando a divindade soberana
Reinando sobre todo o pensamento,
Traçando a cada passo, amor e alento,
Neste êxtase supremo, em ti Diana...
Amar e ter nas mãos a eternidade
Que é feita a cada instante nesta fúria
Do amor quando se cala e sem lamúria
Entrega-se ao poder: felicidade,
Vivendo a mais completa imensidade
Enquanto no passado houve penúria,
O mundo feito em lama, dor e incúria,
Agora se desnuda em claridade,
A imagem de que tanto desejei
No amor que dentro da alma cultivei
Gerando a divindade soberana
Reinando sobre todo o pensamento,
Traçando a cada passo, amor e alento,
Neste êxtase supremo, em ti Diana...
A HISTÓRIA DO SÁDICO QUE VIROU MASOQUISTA
Sujeito que gostava de um sadismo,
Batendo na mulher dando porrada,
Chamando a pobrezinha de safada
No copo d’água tanto cataclismo,
Olhando aquela cena eu paro e cismo
A sorte muitas vezes é malvada,
A cobra pela cobra ao ser picada
Entrando na furada, um grande abismo...
Um dia empolgado com o vício
Percebeu este enorme precipício,
Num blog ele encontrou um mulherão
E quase que enfartando de “emoção”
Ao perceber um cabra indo com tudo,
Descobriu então que era chifrudo...
Batendo na mulher dando porrada,
Chamando a pobrezinha de safada
No copo d’água tanto cataclismo,
Olhando aquela cena eu paro e cismo
A sorte muitas vezes é malvada,
A cobra pela cobra ao ser picada
Entrando na furada, um grande abismo...
Um dia empolgado com o vício
Percebeu este enorme precipício,
Num blog ele encontrou um mulherão
E quase que enfartando de “emoção”
Ao perceber um cabra indo com tudo,
Descobriu então que era chifrudo...
domingo, 4 de setembro de 2011
ROGO - DUETO COM RONALDO RHUSSO
Rogo!
Esse opróbrio que torna o meu ser
Esfacelado por causa da dor
Que no meu íntimo queima a valer
Diz-me do mal que me faz pecador.
Oh! Eu preciso pedir: vens fazer
Desse mortal alguém digno do Amor
Que do Teu Trono permites correr
Para lavar-me, servir de penhor!
Mas, por favor, não desistas de mim
Porque preciso mudar totalmente
Desde o profundo da minha vil mente!
Se me deixares será o meu fim!
És a esperança, o meu tudo, és enfim
Quem poderá me salvar novamente...
Ronaldo Rhusso
Em Orações eu peço a ti meu Pai
Alívio para as dores e tormentos,
Sabendo quando venham fortes ventos
Do quanto a própria vida ora nos trai,
O sonho que num erro já se esvai,
Os passos entre tantos pensamentos
E nisto ao transcrever os elementos
A vida noutro instante em luzes vai.
E tendo esta verdade que não cala,
Minha alma em Ti liberta e não vassala
Sabendo deste amor que trago agora
Transcendental caminho leva a Ti,
E sei do quanto além eu prossegui,
Vibrando enquanto o amor me revigora.
ESTAR CONTIGO
Poder estar contigo lado a lado
Seguindo a mesma estrada rumo ao tanto
Que a vida desenhasse em raro encanto
Num sonho sem igual, tão desejado,
O verso que trouxesse o quanto brado
E nisto sem temor e sem espanto
Imensidade em luzes quero e canto,
Cerzindo o Paraíso ora esperado,
Vagando nos espaços siderais
E neles tantos brilhos demonstrais,
Vivendo o quanto eu possa ser feliz,
Meu verso se inundando em fantasia,
Expressa o quanto em sonhos poderia
Trazer ao dia a dia o que eu mais quis...
EU TE CHAMO
Minha alma se confunde e quando invade
Teu corpo como fosse o meu, traduz
A imensidade feita em rara luz
Traçando a cada instante a claridade,
Dois seres num só ser, eis a verdade,
No gemelar caminho que conduz
Ao tanto que pudera e ora seduz,
Porém jamais negando a liberdade.
O tempo não destoa um só segundo
E quando de teus sonhos eu me inundo
Presumo desde então a tenra face
De um mundo que pudesse ser tão nosso
E desta magnitude enfim me aposso,
No quanto farto amor, no amor moldasse...
Teu corpo como fosse o meu, traduz
A imensidade feita em rara luz
Traçando a cada instante a claridade,
Dois seres num só ser, eis a verdade,
No gemelar caminho que conduz
Ao tanto que pudera e ora seduz,
Porém jamais negando a liberdade.
O tempo não destoa um só segundo
E quando de teus sonhos eu me inundo
Presumo desde então a tenra face
De um mundo que pudesse ser tão nosso
E desta magnitude enfim me aposso,
No quanto farto amor, no amor moldasse...
SONHOS DE MENINA
O sonho da menina eternizado
No encanto mais sutil em raros sóis
E quando na verdade ora constróis
O mundo de tal forma delicado,
Tentando ser feliz ouço o recado
E vejo em teus olhares os faróis
E neles os meus passos, girassóis,
Procuram o divino e belo prado,
A vida na verdade, esta centelha,
Que possa traduzir o quanto venha
Em luzes sem iguais, luta ferrenha,
E quando em tantas luzes já se espelha
As raras maravilhas; versas. Trace-as
Neste jardim supremo em mil acácias!
No encanto mais sutil em raros sóis
E quando na verdade ora constróis
O mundo de tal forma delicado,
Tentando ser feliz ouço o recado
E vejo em teus olhares os faróis
E neles os meus passos, girassóis,
Procuram o divino e belo prado,
A vida na verdade, esta centelha,
Que possa traduzir o quanto venha
Em luzes sem iguais, luta ferrenha,
E quando em tantas luzes já se espelha
As raras maravilhas; versas. Trace-as
Neste jardim supremo em mil acácias!
LAURA
LAURA
Encontro tantas vezes solidão
E vejo o minha vida se esvaindo
Aonde imaginasse ser infindo
O tempo se anuncia sempre em vão,
Buscasse da verdade esta expressão
Que possa noutro tom já me invadindo
Tramar este momento outrora lindo
Mostrando dias novos que virão,
E sei que num suave caminhar
Ainda quando pude desejar
O todo num anseio sem igual,
Em Laura esta beleza tão suprema
Enquanto quem deseja nada tema
Encontra na esperança um ritual...
Encontro tantas vezes solidão
E vejo o minha vida se esvaindo
Aonde imaginasse ser infindo
O tempo se anuncia sempre em vão,
Buscasse da verdade esta expressão
Que possa noutro tom já me invadindo
Tramar este momento outrora lindo
Mostrando dias novos que virão,
E sei que num suave caminhar
Ainda quando pude desejar
O todo num anseio sem igual,
Em Laura esta beleza tão suprema
Enquanto quem deseja nada tema
Encontra na esperança um ritual...
DESAMOR
Ainda não pensasse num relance
Enquanto o que se veja me anuncia
A luta transformada dia a dia
E nisto a voz além em força avance,
O tom que se procura num nuance
A vida noutra sorte não traria
O quanto se deseja em alegria
Nem mesmo outro cenário o passo alcance,
Alavancando o sonho quando pude
Trazer esta expressão serena ou rude
E nela me entranhasse sem temor,
O verso que anuncia o dia claro,
Também tramo o diverso despreparo
E traça noutros ermos desamor...
Enquanto o que se veja me anuncia
A luta transformada dia a dia
E nisto a voz além em força avance,
O tom que se procura num nuance
A vida noutra sorte não traria
O quanto se deseja em alegria
Nem mesmo outro cenário o passo alcance,
Alavancando o sonho quando pude
Trazer esta expressão serena ou rude
E nela me entranhasse sem temor,
O verso que anuncia o dia claro,
Também tramo o diverso despreparo
E traça noutros ermos desamor...
Se a ti invades esta magia Dueto Marcos Loures e Sol Figueiredo
Se a ti invades esta magia
Se a ti invades esta magia,
Meu querido o que eu te diria,
Estar contigo agora, queria,
Em teus braços sentir essa magia!
Sol Figueiredo
A vida se desenha de tal forma
Expressa o quanto eu possa ser feliz
Além do meu caminho, este aprendiz,
Encontra no teu mundo o que transforma
E gera na esperança a nova norma
De um tempo sem temor, onde o que eu quis
Tramasse o raro anseio em tal matiz
Gerando o quanto a vida em paz me informa,
Acreditando tanto num futuro
Diverso do que vejo e se o procuro
Encontro tempestades e tempestas,
Porém no raro amor feito em magia
O todo que deveras mais queria,
Expressa o quanto em paz, amada, gestas...
Giovanna
Giovanna
O quanto a vida possa me trazer
Do sonho mais tranquilo e mesmo enquanto
O verso se desenha neste encanto
Que possa emoldurar raro prazer
A vida se deixando perceber
Nos sonhos onde eu tento e quando canto,
A dor que me rodeia logo espanto
Sabendo desde sempre o bem querer,
O mundo com simplesmente não me engana
Nas tramas que trouxessem Giovanna
Moldando eternidade num momento
E nisto o quanto pude e mais anseio,
Trazendo muito além do devaneio,
O instante que divino, agora eu tento...
O quanto a vida possa me trazer
Do sonho mais tranquilo e mesmo enquanto
O verso se desenha neste encanto
Que possa emoldurar raro prazer
A vida se deixando perceber
Nos sonhos onde eu tento e quando canto,
A dor que me rodeia logo espanto
Sabendo desde sempre o bem querer,
O mundo com simplesmente não me engana
Nas tramas que trouxessem Giovanna
Moldando eternidade num momento
E nisto o quanto pude e mais anseio,
Trazendo muito além do devaneio,
O instante que divino, agora eu tento...
Denise
Denise
Olhando mansamente em teu olhar
O brilho mais sublime da esperança
O sonho no infinito enfim se lança
E uma alma em paz eu possa desenhar,
O quanto te desejo e ao desejar
O mundo neste etéreo além já lança
O passo feito em rara confiança
E trama o quanto eu possa me alegrar,
Trazendo a cada instante a plenitude
Gerando esta emoção que me transmude
E nisto cada instante em luz divise,
Na eterna sensação do ser feliz
Encontro tudo o quanto bem mais quis
No sonho que me trouxe a ti, Denise...
Olhando mansamente em teu olhar
O brilho mais sublime da esperança
O sonho no infinito enfim se lança
E uma alma em paz eu possa desenhar,
O quanto te desejo e ao desejar
O mundo neste etéreo além já lança
O passo feito em rara confiança
E trama o quanto eu possa me alegrar,
Trazendo a cada instante a plenitude
Gerando esta emoção que me transmude
E nisto cada instante em luz divise,
Na eterna sensação do ser feliz
Encontro tudo o quanto bem mais quis
No sonho que me trouxe a ti, Denise...
NOSSOS DESEJOS - DUETO COM SOL FIGUEIREDO
Quanto mais os dias assim passam,
Nossos sentimentos se afloram,
Pensamentos quase me devoram,
Então meus desejos por ti pecam!
Sol Figueiredo
Anseio cada instante que ao teu lado
Eu possa na verdade ir muito além
Do quanto com certeza a vida tem
E sei do meu caminho, extasiado,
O amor tem neste instante desenhado
O todo que pudesse e sei que vem
Audaciosamente o amor contém
O tanto mais audaz e desejado...
Um toque sem fronteiras, sensual,
Um tempo se anuncia magistral
E trama em noite imensa esta vontade
Que possa nos trazer em cada instante
O tanto quanto eu queira e se garante,
Na força mais sutil que ora me invade...
Nossos sentimentos se afloram,
Pensamentos quase me devoram,
Então meus desejos por ti pecam!
Sol Figueiredo
Anseio cada instante que ao teu lado
Eu possa na verdade ir muito além
Do quanto com certeza a vida tem
E sei do meu caminho, extasiado,
O amor tem neste instante desenhado
O todo que pudesse e sei que vem
Audaciosamente o amor contém
O tanto mais audaz e desejado...
Um toque sem fronteiras, sensual,
Um tempo se anuncia magistral
E trama em noite imensa esta vontade
Que possa nos trazer em cada instante
O tanto quanto eu queira e se garante,
Na força mais sutil que ora me invade...
Débora
Débora
No mel que bebo agora; os lábios teus,
A doce companhia de um desejo
Domínio sem limites quando almejo
O mundo nos seus raros apogeus,
Os dias solitários, rude adeus,
A luta se apresenta e num lampejo
A imensa claridade que ora vejo
Encontra a consonância em dias meus,
Em Débora a certeza deste encanto
Que possa traduzir num raro canto
O sonho mais audaz que pude ter,
E nele esta expressão nos transformando
Num tempo mais audaz, e mesmo brando,
Envolto pelas tramas do prazer...
No mel que bebo agora; os lábios teus,
A doce companhia de um desejo
Domínio sem limites quando almejo
O mundo nos seus raros apogeus,
Os dias solitários, rude adeus,
A luta se apresenta e num lampejo
A imensa claridade que ora vejo
Encontra a consonância em dias meus,
Em Débora a certeza deste encanto
Que possa traduzir num raro canto
O sonho mais audaz que pude ter,
E nele esta expressão nos transformando
Num tempo mais audaz, e mesmo brando,
Envolto pelas tramas do prazer...
UM POEMA DE AMOR DUETO COM SOL FIGUEIREDO
Compuseste um poema de amor,
Com todo teu carinho e calor,
Sabes que estarei ao seu dispor,
Sua sempre serei, seja como for!
Sol Figueiredo
O sonho mais feliz que nos transforme
E gere do vazio a imensidão
Envolva cada passo em direção
Ao mundo sem limites, belo, enorme.
E o vento com certeza agora informe
Dos dias mais sublimes que virão
Trazendo com delírio esta emoção
Enquanto a solidão, alheia, dorme.
Sentira no passado o vão bafio
Da fera que decerto eu desafio
E tramo noutro instante o ser além
Contando com teus braços, minha amada,
A sorte em tal beleza desenha
Expressa o quanto a vida ora contém...
LUA CHEIA - DUETO
DUETO -LUA CHEIA
Ronaldo Russo e Marcos Loures dão
um mostruário da categoria
a que pode elevar-se a Poesia
a ser lida em voz alta e escansão
Exemplar espetáculo de uniào
faz-me sonhar que este país um dia
poderá se livrar da arritmia
da ganância, do orgulho e da ambição
que descaminham muitos para o crime;
pondo fé e esperança em cada verso
não dão espaço algum para o Perverso,
na exaltação dAquele que redime.
Fiel aos temas que o dueto traça
sou grato a Deus por tão excelsa graça.
Diógenes Pereira de Araújo.
Diógenes, Ronaldo igual soneto,
A força incomparável da beleza
Que emana com talento tal leveza
E nela de alma e corpo me arremeto,
Eu mero repentista em poemeto
Enfatizando assim esta nobreza
Deste banquete farto sobre a mesa
Apenas meros versos eu cometo.
Num tempo tão diverso e tão dorido,
Aonde o que foi raro é distorcido,
Um velho trovador ora ponteia
E tenta num repente agradecer
A imensidão que traz raro poder.
Embasbacado vendo a lua cheia...
Salvando a nossa pele quando a vida
Presume no final o que se tenta
Sabendo a cada passo da tormenta
A luta num instante resumida,
Palavra sendo atroz e virulenta
O quanto do passado se alimenta
Na farsa a ser decerto ora cumprida.
Reparo cada passo sem saber
Do que inda me traria algum prazer
Ou mesmo me calasse, mas no fim,
O tempo se anuncia e dele eu vim
pusse noutro instante algo prever
Galgando cada corte em vão querer
Matando toda flor deste jardim.
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