O medo se transforma em tal pavor
Que tento desvendar cada segundo
Do encanto aonde possa e me aprofundo
Vivendo sem temer qualquer rancor,
A vida se desenha em raro amor
E nisto quando em sonhos já me inundo
Encontro o que pudesse em raro mundo
Cultivando deveras rara flor,
O peso de uma vida se traduz
No quanto poderia em rara luz
E nada se tramasse após a queda,
E o vento na verdade me levando
Ao todo que tentara desde quando
A vida noutra senda se envereda.
Nenhum comentário:
Postar um comentário