Cultivara em meus sonhos; diamantes,
Safiras, esmeraldas e cristais.
Prazeres e delírios abundantes
Distante das matilhas, dos chacais.
Estrelas que pescara por instantes
Perdidas não encontro nunca mais.
Os olhos da pantera, deslumbrantes
Levaram as estrelas dos bornais.
O vento que chegara do Planalto
Matando os meus prazeres nascedouros
Somente na frieza do basalto
Na inerme sensação deste granito
Que seca e que renega tais tesouros
Apenas me restando um vago grito..
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