segunda-feira, 12 de março de 2012

Deitada na verdura do arvoredo

Deitada na verdura do arvoredo,
Desnuda sob o sol, desfalecida...
Espera por carinho desde cedo,
Aguarda uma esperança adormecida.

Eu sinto que tu queres tanto amor
Que não posso te dar, nem receber.
Teus braços que sei plenos de calor,
Abraçam essa vontade de viver...

Mas amo teu amor e teu desejo,
Desejo teu amor bem junto ao meu.
Meus lábios aguardando por teu beijo,

Teu beijo que em lábios se perdeu...
E chamo calmamente por teu nome,
Entre as estrelas, nua, a lua some...

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