domingo, 11 de março de 2012

Deste barco do amor perdi a quilha

Deste barco do amor perdi a quilha
Sem rumo, não se ancora nos tormentos.
Como posso aportar nessa tua ilha
Se não tenho sequer rosa dos ventos?

Me faltam condições de suportar
As dores e mazelas mais terríveis.
Por isso, meu amor; vou navegar
Nos mares que me forem mais possíveis.

Os ventos que me trazem ao teu cais
São ventos mais suaves, calmaria.
Eu peço teu destino e quero mais,

Em paz quero viver a cada dia...
Nos limos que criaram os meus passos,
Parado nos teus olhos, nos teus braços...

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