Sentindo que esse amor já me abandona,
Eu canto em desespero tua ausência
Minha alma te procura como à dona
E pede que tu fiques por clemência...
Amada, minha vida te pertence.
Tu és a minh’ última esperança.
Meu medo da saudade me convence,
Te guardo, a cada dia, na lembrança...
É bálsamo benigno que me cura,
É fogo que me queima e me alivia.
És lume que me salva em noite escura
É rota que persigo em fantasia.
Não deixe, meu amor, que um sentimento
Tão belo já se esvaie pelo vento...
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