Em meio a tempestades, fúrias, ventos,
Rajadas e trovões raios, coriscos,
Tornados, furacões nos sentimentos,
Que aos poucos vão ficando mais ariscos.
Os dias se transformam em tormentos,
E passo simplesmente a correr riscos,
Não restam mais pomares nem hibiscos
De tudo o que plantei? Só sofrimentos.
Num torvelinho a vida se arrastando
Amor em solidão se transformando,
Jogado nos penedos da saudade.
Quem dera se esta chuva não caísse,
E o amor nunca deixasse nem partisse,
Conheceria enfim, felicidade...
Nenhum comentário:
Postar um comentário