Espreitas, esperanças, me confundo...
Declino de meus erros , meus acertos.
Se quero me concentro, vou ao fundo,
Os medos com certezas, vão despertos...
Nos mares que me deste não me inundo,
Nem vejo teus olhares, meus apertos...
Não sei se te terei, tão vasto mundo....
Nos erros que cometo, vãos, incertos.
Esperas e fornalhas, me acalentas...
Vasculhos teus sensores basculantes..
Os vasos se quebraram um pouco antes.
Temores e tremores não enfrentas...
Os meus sonhos jogados na lixeira
mostrando a tua face verdadeira...
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