Meu mundo desabasse em cada engano
E o tempo se anuncia sem sequer
Saber do quanto possa e se vier,
Marcando com terror o mesmo plano,
A farsa se anuncia e desumano
Caminho se produz em tom qualquer
O quanto se perdesse ou não se quer
Vagasse pela angústia a cada dano,
E sigo sem sentido e sem remédio
A vida se expressando em ledo tédio
Horrenda imagem dita o quanto sou,
E o velho carcomido pelo tempo,
Ousando acreditar e o contratempo
Desnuda da minha alma o que restou...
Loures
Nenhum comentário:
Postar um comentário