Minha alma escravizada perde a cor.
O brilho que trazia não reluz!
Nos seus palácios sobrevive a dor,
Pesada, arrasta pelas ruas, cruz...
Lavas, derrete. Não detém amor
Às armas da saudade, velho obus...
Revivendo ascos que me dão torpor,
Minha alma sangra e se escondeu da luz
Tive saída? Solidão me nega...
Já me calei diante disso tudo...
Quem fora amor, a realidade esfrega.
Minha alma serva ja não mais encanta
Palavras calo, ficarei mais mudo..
Essa dor entalada na garganta!
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