A morte que espreitando na tocaia
Faz festa com meus olhos taciturnos,
Recebo os teus carinhos mais soturnos
Na solidão imersa já se espraia
A lua que levanta a sua saia
E mostra nas virilhas, cais noturnos.
Revezo no seu corpo vários turnos
E bebo da argentina antes que saia
Desnuda pelos bares da cidade
Serpenteando nua meretriz.
Nos vícios mais infames, companheira.
Amada se tu fosses minha lua
Terias a magia desta rua
Exposta e sem vergonhas, verdadeira...
Nenhum comentário:
Postar um comentário