Na flor que trouxe espinhos, a distância.
Não quero me ferir nem magoar.
Amor não se permite em discrepância
Fazendo do carinho seu penar...
Eu sinto que te quero a cada dia,
Espero que não queiras mais batalhas.
Vivendo nosso amor em poesia,
Não quero estar no fio da navalha.
Vivendo celebrando o nosso canto,
Que, espanto, nunca foi de maltratar.
Assim talvez encontres tal encanto
Que sempre me impeliu, tanto, a te amar...
Não quero ter ternura que conforte,
Eu quero teu amor, até a morte!
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