segunda-feira, 19 de março de 2012

Não duvides, querida deste amor

Não duvides, querida deste amor
Que cala dentro em mim, quase não fala...
Bastando-se somente. Sem temor
Da noite que vier. Somente amá-la...

Não cabe mais resposta nem pergunta,
Minha alma sem a tua não resiste.
A vida a cada dia nos ajunta,
E solitariamente morre triste.

Encontras as pegadas dentro em mim,
Não sei por que tu queres procurar,
Se tudo o que tivemos mostra enfim

Que os passos que vivemos, ao luar,
Eternamente livres, deixam rastros,
Apenas nos espaços, morrem astros...

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