Por tantas vezes sinto que entristece
Um peito em que sozinho já se humilha
Buscando noutro peito nova trilha,
Que ao se perder de fato assim padece.
Pudesse ouvir talvez última prece,
Quem sabe então teria a maravilha
De ter como esperança o não ser ilha
Viver a vida em paz. Não apetece...
Eu sei quanto tu sofres, minha amiga,
Estou sempre ao teu lado, não esqueça,
Se a mão desta tristeza desabriga
Eu te ofereço o braço em todo apoio.
Assim, talvez, quem sabe não padeça
Aquela que conhece o trigo e o joio.
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