A saudade me tomando
O tempo quase não passa,
Aos poucos me matando,
Nem sorriso mais disfarça
Eu procuro e não sei quando,
Esperança se esvoaça
Meu castelo desabando
Se perdendo na fumaça.
Velhos sonhos que se foram,
Meus sorrisos de ironia
Tão somente me decoram
Que me dera se eu pudesse
Ter de novo a fantasia,
De um amor que não se esquece...
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