Somamos nossos zeros; riscos, gozos.
Atando mãos distantes e vazias
Olhando para o nunca mais jocosos,
Fizemos destas sombras, alegrias.
Traçamos paralelos entre nadas,
Borrascas que bebemos, vomitamos.
As farpas em carinhos disfarçadas,
Nas tetas das mentiras, nós mamamos.
Ariscos, imbecis, o que quiseres;
Vadios, vagabundos, e daí?
Bebendo dos prazeres das mulheres,
O quanto que não fomos, percebi.
Porém nessa arruaça em mil deslizes,
Nós somos meu amigo mais felizes...
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